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Quatro erros muito comuns que as empresas cometem no Twitter

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Publicada em 08 de fevereiro de 2011

Invadir a rede de microblogs com uma marca sem dispor de qualquer planejamento e abandoná-la depois são alguns deles.

Muitas empresas que adotam o Twitter como plataforma de comunicação, percebem logo nos primeiros meses o exponencial crescimento de seguidores. Porém, depois de algumas semanas de sucesso, alimentando o canal com informações diárias, atualizadas e primando pela comunicação em mão dupla, veem o clima esfriar, os RT´s pararem… Tudo por que o responsável pelo Twitter mandou a última mensagem na segunda-freira passada.

Tome note: 73% das empresas mais importantes no ranking da publicação norte-americana Fortune mantém contas no microblog. Mas maioria dessas contas está paradas – sem qualquer atualização faz meses.

As explicações para desistência do canal de comunicação de 140 caracteres são muitas; mas esses quatro erros de postura na mídia social estão entre os mais comuns:

1. Falta de planejamento
Invadir o Twitter com uma marca sem dispor de qualquer planejamento é o maior erro das empresas. A autora do livro The Social Media Survival Guide (Guia de sobrevivência em mídias sociais), Sherrie Madia, sugere que as empresas pensem bem sobre seus objetivos ao ingressarem no Twitter. “Não é um ambiente onde se entre e as variáveis sejam as planejadas – é muito dinâmico. Esteja preparado para mudanças de rumo”, diz.

2. Alimentar com novidades
“Empresas costumam se perder no Twitter quando não desenvolvem conteúdo que seja realmente atraente para os seguidores. Você criou uma fera que agora deve ser alimentada”, alerta Sherrie.

Sobre o tipo de conteúdo a ser criado e a periodicidade de sua publicação, a autora sugere que a atribuição de tweets seja bem definida para que eventuais projetos não interfiram na tarefa constante de distribuir esse conteúdo via twitter. “Às vezes pode ser razoável atribuir essa tarefa a um colaborador externo”, diz.

Leia também: Twitter: 95% dos usuários têm menos de 500 seguidores

3. Pressa para lucrar
O Twitter é, sem dúvida, um espaço convidativo e de fácil participação – tecnicamente. Possivelmente essa característica imprime na empresa a sensação de retorno rápido e igualmente descomplicado.

“Em determinados casos pode haver um razoável retorno no curto prazo. Vídeos virais são um bom exemplo disso; ainda assim, são exceção, não regra. Ter uma audiência considerável no twitter leva tempo”, diz Sherrie.

4. Linguagem apropriada
“Seguidores do Twitter são pessoas e insistem em aproximação igualmente pessoal e autêntica”, diz a autora. Segundo Sherrie, outro grande erro cometido pelas empresas é se esconderem atrás de uma barreira corporativa.

“É essencial fazer com que sua audiência se sinta envolvida na história da marca que  decide seguir. Tal envolvimento é conquistado com engajamento pessoal, deixando o jargão comercial fora da conversa”, finaliza.

(Krisitn Burnham)
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Entrevista com Pollyana Ferrari

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Pollyana Ferrari

Autora do livro Jornalismo Digital e professora da PUC

Fonte: Blog de André Deak

Link: http://www.andredeak.com.br/2007/12/05/entrevista-pollyana-ferrari/#comment-3263

 

Pollyana Ferrari é autora do livro Jornalimo Digital (2004), que se tornou referência em muitas faculdades. Depois de ter passado por várias redações, hoje tem uma empresa de consultoria Web, a polipress, é professora da PUC-SP, tanto na graduação como na pós-graduação e pesquisadora em hipermídia.

Pergunta: Em 1998, quase 10 anos atrás, você estava na Época quando houve o primeiro crossover de mídias no Brasil, com a capa “Leia e Ouça”. Dez anos depois, como o crossover evoluiu? O que poderia ser feito hoje nessa área para melhorar o jornalismo?

Resp: Tudo. Quando lembro do “Leia e Ouça”, um marco da Web no Brasil, fico pensando como o Jornalismo Online de revista, por exemplo, regrediu. É a falta total de conhecimento do meio, do ciberespaço, o que faz com que esses veículos ainda possuam os mesmos questionamentos de 98. Se olharmos apenas para o mercado brasileiro, perceberemos alguns movimentos como o da Globo.com, que vem digitalizando todo seu acervo e oferecendo conteúdo hipermidiático no G1. Mas, de modo geral ainda é modesto. As redes sociais explodindo no planeta e nós ainda  oferecemos a mesma notícia da Reuters em praticamente todos os portais. O leitor percebe e em dois cliques muda de endereço, pois na Internet ninguém é fiel a um endereço apenas.

Pergunta: Você publicou em 2004 o livro Jornalismo Digital. O que considera que, de lá pra cá, ficou desatualizado no livro? Há algo que existe hoje que precisaria necessariamente estar lá?

Resp: Fico muito feliz que Jornalismo Digital tenha virado referência e tenha sido adotado em todos os cursos  de jornalismo do país. Já participei de mais de 100 monografias e teses sobre Jornalismo. É muito gratificante para uma jornalista/pesquisadora como eu ver que posso ajudar a mudar o conceito de Jornalismo digital neste país. Puxa, diria que a Web amadureceu, a blogosfera explodiu — isso não tínhamos em 2004. As redes sociais — tema do meu doutorado — praticamente estavam nascendo com o crescimento do Google e Orkut.

Pergunta: A Reuters fará uma experiência de cobertura com um repórter munido de um celular N95 (que faz vídeos com qualidade de DVD e fotos em 5MgPixels), microfone e carregador de bateria movido a energia solar. A BBC já fez experiências similares, com o chamado “backpacking reporter”, o repórter multimídia. Quais os ganhos e quais as perdas nessa situação?

Resp: No quesito ganhos, o leitor cada vez mais pode se sentir imerso na reportagem, participando dela, opinando. Não vejo perdas, mas sim trabalho dobrado para o repórter, cada vez mais cobrado por habilidades que sequer eram pensadas no dia-a-dia jornalístico há 5 anos.

Pergunta: Jornalista multimídia tem que ter salário multimídia?

Resp: Deveria, mas ainda o que vemos são desbravadores do digital que trabalham por  vontade de conhecer o novo. Que se apaixonam pela Web [quase picados por um vírus] e nunca mais largam. Mas economicamente ainda não são valorizados como deveriam.

Pergunta: Hoje em dia, ter um blog é uma experiência importante para um jornalista?

Resp: Acho uma experiência fundamental. Não só para treinar a linguagem, mas para criar o hábito diário de se reciclar, navegar. Pois o primeiro passo para entender a blogosfera é navegar muito. Blogueiro realmente incorpora o bordão 24×7. Sete dias por semana, 24 horas ligado.

Pergunta: Você diz em seu livro que o caminho para jornalistas que saem das faculdades é longo se quiserem encontrar trabalho nas mídias digitais. Cita a necessidade de saber contextualizar e hierarquizar a notícia, ser um heavy user. Que tipo de programas deveria saber usar um jornalista?

Resp: A lista é enorme: do velho HTML ainda fundamental e básico, conceitos de flash, saber o que significa chuva de tags, RSS, redes sociais, pontão de cultura, blogosfera, XML, PHP, Linux; saber a diferença entre usar o firefox e todas suas maravilhosas abas, e o velho Explorer, perceber que o Orkut mudou radicalmente em matéria de arquitetura da informação. Usar RSS no dia-a-dia, participar de listas de discussão entendendo o código de conduta de uma lista. Enfim, mudar a chave mental, ser não-linear. Não basta ir fazer um curso de design web no Senac e achar que aprendeu tudo. Não tenha medo do novo, mudar dói, mas faz um bem incrível. Adorei a frase de Michael Lent, da 10´minutos, na revista Pix deste mês, quando ele diz: “Re- start […] que recomeço é sempre uma oportunidade bacana pra gente perceber que está vivo e experimentar coisas novas. Seja lá onde isso for dar”.

Pergunta: As redações já estão exigindo jornalistas multimídia? Em quais operações?

Resp: Redações online, todas. Um repórter do G1 que escreve, insere foto, links e edita a matéria com o notebook no colo do taxi, voltando da entrevista, precisa ser multimídia [e não enjoar em carros, hehe].

Pergunta: Conteúdo produzido pelo cidadão: onde começa e onde termina o jornalismo? Como o jornalismo pode se apropriar das facilidades de produção de conteúdo?

Resp: Gosto muito de citar um termo da Ana Brambilla, “cidadão repórter”, onde ela comenta que é superimportante que o cidadão repórter tenha sua atividade profissional, até mesmo para ter propriedade para abordar um assunto de seu pleno domínio em uma reportagem. É aquela história de médicos escrevendo sobre um novo tratamento para o câncer, professores falando de educação, arquitetos comentando questões de urbanismo… além, é claro, de todos transformando seu cotidiano em notícia. Não vejo problema nisso, mas o papel do Jornalista, o editor da notícia, continua o mesmo e vai continuar. Não vejo esta ameaça, que apavora centenas de colegas.

A luta do século é destaque nas redes sociais

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O combate entre Anderson Silva e Vitor Belfort gerou mais 240 mil mensagens nos 10 primeiros dias de fevereiro

O combate entre Anderson Silva e Vitor Belfort, realizado no último dia 6, em Las Vegas, gerou números impressionantes. Além do recorde de vendas de PPV no Brasil, com mais de 100 mil assinaturas, o confronto também movimentou as redes sociais. O IBOPE informou que a “a luta do século” gerou um volume de comentários maior que as manifestações no Egito e o incêndio na Cidade do Samba.

De acordo com o instituto de pesquisa, nos 10 primeiros dias de fevereiro, foram mais de 240 mil mensagens originadas de perfis brasileiros mencionando o confronto. Já na madrugada do dia 6, data da luta, o pico das discussões chegou a 100 mil publicações.

Mesmo após o confronto, a luta ainda era destaque na rede, já que nos últimos dias os internautas continuaram a falar do combate, fazendo comparações do chute frontal de Anderson com o lance que resultou na expulsão de Hernanes, na partida entre Brasil e França, realizada na quarta-feira.

Fonte: Portal IG

Apostila de HTML para as aulas

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Apostila de HTML

Clique no link para fazer o download do arquivo em PDF.

Existem outros cursos disponíveis na WEB.

Veja também a indicacão da Categoria “Dicas”.

Mãos à obra!

Criando Sites com HTML

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Construir sites em conformidade com os Padrões Web do W3C, mais do que uma opção de desenvolvimento, é uma exigência do mercado. Resgatar a finalidade original da linguagem de marcação HTML, tal como idealizada pelo seu inventor, Tim Berners-Lee é a palavra-chave que norteia o moderno conceito de escrever HTML.

Este livro descreve de forma detalhada cada um dos elementos do HTML, dando ênfase a sua finalidade. Um capítulo é dedicado exclusivamente às folhas de estilo em cascata (CSS), que forma uma dupla inseparável com HTML.

Para ilustrar a teoria, os assuntos apresentados são complementados com códigos-fonte, exemplos e figuras. O leitor será guiado passo a passo na construção de um site real e funcional, para consulta e consolidação do aprendizado. No site de apoio ao livro, o leitor encontrará os códigos-fonte para download e informações complementares.

Site oficial do livro: http://livrohtml.com.br

Autor: Maurício Samy Silva
ISBN: 978-85-7522-166-2
Páginas: 432
Ano: 2008
Preço: R$ 75,00

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Desenvolvendo Blogs e Sites com WordPress sem programação

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Editora:  Ciência Moderna
Páginas:  160
ISBN:  9788573939934
Ano de Lançamento:  2011

WordPress é um gerenciador de conteúdo gratuito com o qual é possível desenvolver desde um blog simples até complexos sites de comércio eletrônico.Através de temas e mini aplicativos disponíveis na internet, sites e blogs ganham uma aparência profissional e é utilizado tanto para criação de uma página pessoal simples como por sites de grandes corporações.Este livro ensina passo a passo como se iniciar no mundo do desenvolvimento de sites sem a necessidade de conhecimentos na área de informática. Através de instruções passo a passo, será possível criar um site do zero, com todas as características de um site profissional. Sites criados com WordPress são gerenciáveis, ou seja, a manutenção do conteúdo e das imagens é feita através de um painel administrativo com a mesma facilidade com que se altera textos em um editor de texto sem necessidade de nenhum conhecimento em programação. 

Você irá aprender também a como melhorar a posição do site nos sites de busca, incluir anúncios e monitorar as visitas do site.

Sarney pede que STF não tome nenhuma medida contra servidora

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O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), pediu nesta terça-feira ao presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cezar Peluso, que não tome nenhuma medida contra a servidora da Corte que postou no Twitter uma piada com seu nome, perguntando quando ele deveria pendurar as chuteiras.

O Supremo ainda avalia a punição que pode ser adotada contra a funcionária terceirizada responsável pelo post.

Twitter do STF pergunta quando Sarney vai pendurar chuteiras
STF identifica responsável por post e pede desculpas a seguidores

Sarney também decidiu reagir com bom humor diante do post e gravou um vídeo dizendo que não se incomoda em ser confundido com o jogador Ronaldo.

A declaração de Sarney deve ser divulgada nas próximas horas. No início da tarde, o presidente do STF telefonou para Sarney para esclarecer o constrangimento.

Em nota, o STF afirmou que o Twitter da instituição foi utilizado “indevidamente por funcionária terceirizada, para tecer comentários impróprios a respeito de eminente autoridade, a qual o STF e a SCO pedem encarecidas desculpas”.

A publicação já foi apagada e dizia: “Ouvi por aí: ‘agora que o Ronaldo se aposentou, quando será que o Sarney vai resolver pendurar as chuteiras?'”

No início do mês, Sarney foi eleito para comandar o Senado pela quarta vez.

Fonte: Folha Online (15/02/2011)

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