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Matéria Turismo

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Jardim Japonês: Cultura oriental em Fortaleza

Há um jardim suspenso com isolamento acústico e inscrições em japonês como Prosperidade, Felicidade e Fé, além das outras atrações decorativas que chamam a atenção dos visitantes.

Por cima da praça do Jardim.

 

Inaugurado em 11 de abril de 2011, o Jardim Japonês vem sendo o novo point dos turistas e dos moradores de Fortaleza. O lugar é extremamente agradável e calmo, as cores vibrantes e o cheiro das plantas originárias do Japão, como os bonsais, transformam os pensamentos dos visitantes e os transportam para o outro lado do hemisfério.

O Jardim Japonês levou quase dois anos para ser construído e custou cerca de R$ 2 milhões. Com um espaço de 1.900 m² e uma média de 50 espécies de plantas, o conjunto encanta de crianças a adultos que tiram um tempinho no fim de tarde para visitar e conhecer o local.

Cascatas e Nascentes

Fernando Elpídio, 32, acha o local muito tranquilo e bonito, ele usa o espaço para se alongar antes de suas corridas diárias no calçadão da Beira-mar, bem como, para o seu lazer indo a noite visitar o Jardim “Acho o espaço muito bonito, de bom gosto, confortável e interessante, porém, acho também que espaços como esse deveriam existir em outros bairros, descentralizados, para que mais pessoas pudessem conhecer outras culturas e principalmente ter mais espaço de lazer. Fazer apenas na Beira Mar é pouco, pois todos possuem os mesmo direitos” argumenta Fernando.

A obra teve como intuito homenagear a passagem do centenário da imigração japonesa no Brasil em 2008 e homenagear o primeiro imigrante japonês que veio à Fortaleza em 1923, Sr. Jussaku Fujita.

A noite a iluminação criada pelas famosas lanternas japonesas nos da um ‘insight’ e parece realmente que você se transporta para alguma cidade japonesa onde há pontes, significando a ligação entre Terra e Paraiso, passagens sobre pequenos lagos, nascentes de água que simbolizam experiência de vida, bancos e plantas. O contraste com os prédios ao redor também mostra a imponência do local.

A noite no Jardim

 

Para Jéssica Oliveira, 22, estudante, o Jardim Japonês passa tranquilidade para quem o visita, “é uma outra sensação de um fim de tarde, quando você se apronta pra ir embora e vai saindo, parece que uma parte de você fica lá.”

Exercício de Pauta – Centro Cultural Banco do Nordeste

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Centro Cultural Banco do Nordeste

Uma riqueza burocrática

Fachada Principal

Ele ocupa quatro andares do edifício Raul Barbosa e fica no coração de Fortaleza mais precisamente na Rua Floriano Peixoto, 941, bem no Centro, perfazendo uma área total de 4.500 m2. O Centro Cultural Banco doNordeste ainda respira ares de juventude. Inaugurado emjulho de 1998, em menos de quinze anos de existência já se consolidou como referência quando o assunto é cultura, arte e lazer. A primeira vista a sensação é que somos convidados a descobrir um mundo dentro do Centro Cultural, desde uma peça de teatro, um show uma boa leitura e tantas outras formas de arte. De fato isso tudo está ali, fácil e ao alcance de todos. Aliás, de quase todos.

O Centro Cultural Banco do Nordeste (BNB),ao longo dos últimos anos, vem se  reestruturado parafacilitar o acesso e possibilitar maior inclusão de pessoas com deficiência a todos os seus espaços, à programação e aos acervos. O BNB já dispõe de uma estrutura

física satisfatória quando o assunto é acessibilidade, munido de um elevador e portas largas, o que dispensa o uso de rampas, não deixa ninguém de fora de sua estrutura, mesmo no teatro que ainda não tem um espaço específico para o cadeirante ele pode acompanhar o espetáculo. Ações que podem ser traduzidas como um primeiro passo importante, mas, que revela um pouco depois uma realidade ainda embrionária, o acesso já é permitido, porém o conteúdo, a interação e a compreensão do que é oferecido ainda

Biblioteca Centro Cultural Banco do Nordeste

   não é totalmente acessível.

No caso de um deficiente auditivo por exemplo, o equipamento ainda não disponibiliza de audiodescrição em suas apresentações teatrais, realidade que está sendo aos poucos trabalhada para atender a esse publico.   Gerente executiva do Centro Cultural Banco do Nordeste, Teci Letícia explica que tudo ainda é muito novo e que a discussão da acessibilidade é algo recente, de fato essa nova percepção que todos têm os mesmos direitos independente de qualquer limitação física, é uma discussão atual. É necessário um planejamento mais eficaz que permita uma formação de plateia cada vez maior e o mais importante inclusiva e acessível, promovendo assim a integração das linguagens artísticas, das práticas culturais e do conhecimento.

Acervo

Fugindo do senso comum e da ideia de que as pessoas pensam dos centros culturais, o BNB vem mostrar uma realidade surpreendente. Cerca de 1.400 pessoas visitam o centro cultural diariamente, sendo que uma parcela expressiva de 70% procura a biblioteca. Esse foi um gancho principal para que a biblioteca fosse o primeiro ambiente a pensar acessibilidade na sua forma mais ampla, ou seja no aspecto físico e literário. Em seu acervo a biblioteca conta atualmente com mais de 200 audiolivros, em média 140 livros em Braille e sua agenda cultura mensal em Braille.

Outro aspecto positivo é o projeto “Ouvir Dizer” que traz como proposta uma leitura dramatizada de alguns clássicos da nossa literatura. A atividade acontece apenas uma vez por mês e traz como plateia deficientes visuais de Fortaleza. Para o estudante André Sousa, deficiente visual e aluno do Instituto dos Cegos de Fortaleza o projeto é uma forma bem divertida de aprender, “Eu venho aqui porque eu gosto de historias e a tia conta umas bem legais” explica o garoto que, com apenas 12 anos, já leu vários livros em Braille e sonha em ser professor.

O BNB caminha para ser um espaço totalmente acessível, embora a longo prazo. É uma pena que para a cultura ainda exista tanta resistência na liberação de verbas. Téssi Letícia busca nos números uma resposta e conclui, “É um banco diferente, de fomento. Trabalhamos com orçamentos fechados”.

Confira o vídeo do BNB: http://www.youtube.com/watch?v=r58U66sQc1I&feature=plcp

Centro Cultural Banco do Nordeste

Pauta – Praça do Ferreira o coração da Cidade

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Praça do Ferreira a praça do povo cearense

A Praça do Ferreira existe há mais de 100 anos e sua história alia o passado e o futuro.

           A Praça do Ferreira, situada entre as ruas Floriano Peixoto e Major Facundo e as travessas Pará e Pedro Borges, tem esse nome em homenagem ao Boticário Ferreira.

O nome vem de Boticário Ferreira, presidente da câmara da cidade em 1871 que reformou e urbanizou o espaço. A praça já abrigou diversos eventos e foi o principal ponto de encontro da capital.  No ano de 1839, era apenas um campo de areia, mas a atenção com a área a transformou num dos principais pontos turísticos de Fortaleza. A praça  já foi palco do movimento Padaria Espiritual, em 1892, e é hoje considerada o Marco Histórico e Patrimonial de Fortaleza.

            Em 1902, ela ganhou o Jardim 7 de Setembro e, posteriormente, surgiu o cine São Luiz. Em 1933, foi erguida a Coluna da Hora, derrubada em 1967. Depois de várias reformas, a cacimba acabou soterrada e só foi descoberta em 1991, quando da última reforma pela qual a Praça passou. Descoberto o poço, ele foi mantido e novamente erguida a Coluna da Hora. Bastante diferente da primeira – que possuía estilo “Art Dèco” de cimento e pó de pedra” – mas também significativa.

Juraci Magalhães reformou a praça pela ultima vez e em 1991 foi recuperado o poço e foi mantido e a coluna da hora erguida novamente, idêntica a primeira graças a um projeto dos arquitetos Fausto Nilo e Deçberg Ponce de Leon. Em 2001, a Praça do Ferreira foi escolhida como ícone da cidade. A escolha foi fruto de uma promoção da campanha “Eleja Fortaleza – Declare seu amor pela cidade”, criada pelo Banco Itaú em parceira com o Sistema Verdes Mares.

Cine São Luís

           O Cine São Luís um dos primeiros cinemas da cidade foi construído junto a Praça do Ferreira marcando mais ainda a importância que a praça já tinha. O cinema São Luiz funcionou durante décadas na Praça e possui a capacidade para 1.500 pessoas. A construção foi iniciada em 1939. Em 1958 a edificação foi concluída e inaugurada.

      Muitos são os frequentadores desta praça tão bonita e considerada o coração da nossa bela Fortaleza. São pessoas idosas, jovens, crianças que muitas vezes fazem uma paradinha seja para descansar um pouco nos bancos da praça ou até mesmo para bater um papo com um amigo ou para descansar do almoço. Turistas sempre que vêem a Fortaleza não podem deixar de dar uma passada nesta bela praça sem tirar uma foto em frente a Praça. Essas são as palavras desses turistas do Rio de Janeiro.

Turistas do Rio de Janeiro

        Rivelino, 39 e Laura, 35 falaram que adoraram a cidade e que a Praça do Ferreira localizada no centro da capital embeleza mais ainda essa cidade tão bonita. “Estamos encantados com tudo”, disse Laura. Segundo eles a praça é bem localizada e não tem como um turista vir à Fortaleza e não passar por essa praça tão aconchegante e que além de apreciar a praça, ainda da para comprar presentes para levar para os amigos e familiares e lanchar comenta Rivelino.

         A Praça do Ferreira chama a atenção não só pela sua beleza mais também por manter ao seu redor um comercio varejista e até restaurantes. Dessa forma ela acaba se tornando ponto de encontro de funcionário das lojas no horário de almoço ou até mesmos dos fortalezenses que frequentam o centro da capital para fazer compras e a abastecer o seu comércio particular. Os bancos se tornam ponto de encontro dos moradores mais antigos de Fortaleza e que vivenciaram a construção da praça, onde eles podem encontram amigos de infância e de trabalho. O banco da praça é conhecido como o ”banco dos aposentados” já que o maior público que frequenta a praça é o público idoso.

Aposentado e frequentador assíduo da praça

              Francisco Roberto da Silva, 56 anos, aposentado frequenta a praça todos os dias e fica sentado em um dos bancos da praça dando grãos de milho aos pombos que todos os dias pousam na praça. “Gosto de ver as pessoas o movimento das pessoas indo ao trabalho e alimentar os passaros” fala seu Francisco. O freqüentador da praça é do interior de Sobral, mas já mora no centro da cidade a mais de 30 anos. Ele fala que gosta quando tem os eventos gratuitos, pois esses eventos enfeitam a praça e as deixam ainda mais bonita.

Todas as reformas que a praça sofreu até hoje desde a sua construção foram positivas, pois só serviram para embelezar e deixar esse ponto turístico ainda mais visitado por todos.

Exercício de Pauta: O entardecer aos olhos do mar sob a ponte dos Ingleses

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O entardecer aos olhos do mar sob a ponte dos Ingleses

Uma mistura de fantasia e realidade marca o fim de tarde a beira mar da capital cearense. Em um dos pontos mais visitados por turistas é possível constatar essa versão. Devido à participação de uma empresa britânica nas obras, a construção sob a Praia de Iracema, foi batizada de “Ponte dos Ingleses”. O Intuito era de melhorar a estrutura portuária de Fortaleza, o local foi utilizado para o fluxo de cargas até a década de 1940, perdendo sua função com a inauguração do porto do mucuripe. A ponte metálica, como também é conhecida tem ateliês artísticos, bares, restaurantes, hoje o local é um dos grandes cartões postais do Ceará.

Imagem

Fortaleza a beira Mar na ponte dos ingleses

Muitos casais aproveitam o fim de tarde para apreciar a beleza natural proporcionada pela natureza. Amanda Rodrigues e Vitor Sales, turistas de Manaus ficaram encantados com o que estavam presenciando: “é sem dúvida uma imagem que fica na nossa memória eternamente, aquelas cenas que levamos em nossa mente a vida inteira” comenta Amanda.

A ponte passou por reformas na década de 20 devido ao desgaste ocasionado pela maresia e foi reinaugurada em 1928, com o nome de Viaduto Moreira da Rocha, foram instalados piso de madeira, muretas, uma pequena galeria de arte e um observatório marinho (gerenciado pela Universidade Federal). A ponte é parada obrigatória tanto para os habitantes de Fortaleza como para os turistas que podem apreciar a vista de golfinhos que nadam nas proximidades e curtir o pôr-do-sol que fica ainda mais bonito visto a partir da ponte. Infelizmente alguns turistas reclamam do descaso dos órgãos municipais e atualmente a ponte passa por mais uma reforma. Outro problema relatado por alguns visitantes é a falta de segurança no local. O grupo de amigos do Rio de Janeiro, Ana Melo, Tadeu Yokhio, Melina de Macedo e Alexandre Galdino, relatam o descaso: “ficamos um pouco assustados, não sentimos segurança alguma, chegamos a presenciar pessoas usando drogas em plena luz do dia, causando um contraste em meio a tanto encantamento. Mas enfim problemas a parte ficamos encantados com tamanha beleza e voltaremos aqui sim e fica um alerta para os administradores locais cuidem dessa maravilha, realmente muito lindo um espetáculo incomparável” declara Ana.

Enfim vale vir conhecer esse espetáculo de perto e vale ressaltar que nenhuma outra área da cidade possui um carisma tão especial quanto esta. Nenhum outro espaço da cidade mantém uma relação de tanta cumplicidade com os poetas, boêmios e visitantes de Fortaleza quanto esse bucólico recanto à beira mar.

Uma linda vista

Imagem

Final da tarde a beira mar

Assista o vídeo:  O entardecer aos olhos do mar sob a ponte dos Ingleses

http://www.youtube.com/watch?v=DplUSi6Xu-s&feature=youtu.be

EXERCÍCIO DE LEGENDA PARA FOTOS

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Na greve dos motoristas de ônibus, os mototaxistas aproveitam para lucrar

Hospital da Mulher em Fortaleza, será inaugurado em julho de 2012

Filhote de baleia encalha na praia de Fortaleza

 

 

Jornalistas protestam a favor da liberdade de imprensa na Inglaterra

EXERCÍCIO DE LEGENDAS PARA FOTOS

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Exercício Entrevista

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Legião Urbana – O dia em que Wagner Moura foi a atração da noite

Formada em agosto de 1982, depois da banda Aborto Elétrico ter tido um fim, Renato Russo, Marcelo Bonfá e Renato Rocha eram a primeira formação da Legião Urbana.

Em 1983 Dado Vill-Lobos assumiu a guitarra da Legião substituindo Ico Ouro-Preto.
A Legião Urbana lançou 16 álguns e teve em média 20 milhões de discos vendidos.

Devido ao falecimento do grande ídolo, cantor e compositor da banda, Renato Russo, em Outubro de 1996 a banda findou deixando um grandioso número de legionários orfãos.

No fim de maio, o cantor Wagner Moura foi convidado por Dado, Bonfá e a equipe da MTV para fazer um tributo ao Legião Urbana. O show esgotou rapidamente os ingressos que tinha o valor de R$ 200. Os fãs, em meio a euforia e uma pitada de crítica para o ator de Tropa de Elite, se deleitaram com músicas clássicas como Pais e Filhos, rocks como Baader-Meinhof Blues e Esperando por mim do último cd quando Renato já se encontrava debilitado.

Sugestões de Perguntas para Wagner, Dado e Bonfá:
(Wagner)
1.Já esperava que viria um “mar” de criticas? Como lidar com elas?
2.Como é pra vc um fã assumido subir no palco e cantar do lado de Dado e Bonfá?
3.O que pensou quando o convite surgiu?
4.O que Legião significou na sua vida?

(Para Dado e Bonfá)
1.Tocar sem Renato no palco junto dá sensação de que? Já sentiram a presença? Ou um vazio?
2.O que acharam da atuação de Wagner Moura?
3.Porque Wagner Moura?
4.Esse tributo pode vir a virar uma turnê?
5.Como vão lidar com as criticas dos legionarios mais ferrenhos, alias, não vao aceitar uma turnê com outro vocalista assim tão facil…

Onde tudo começou: O primeiro álbum com Renato Rocha ainda na banda.

 

 

 

 

 

 

 

 

O quarto álbum lançado em 1989.

 

 

 

 

 

 

 

O último: A tempestade ou O Livro dos Dias.

 

 

 

 

 

Wagner entre Bonfá e Dado.

 

 

 

 

 

 

Wagner no tributo, cercado de fãs.

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