Codinome…Bom para esse meu novo começo quero dizer que falar da gente nem sempre é muito fácil, Mais faço questão de neste momento vim a revelar um pouco de quem sou. Tenho 29 anos, estudante de Jornalismo na faculdade Cearense. Na cidade de Fortaleza – Ceará. Nascido em 17 de outubro de 1984, venho de uma família de cinco filhos, onde eu sou o caçula. Aos quatro anos de idade perdemos a matriarca da família, minha mãe faleceu em virtude de um câncer no intestino. Devido meu pai ter ficado muito abalado acabei indo morar na casa de minha avó. Posteriormente já adolescente fui morar no Rio de Janeiro mais precisamente no bairro de Realengo na comunidade do Fumacê na casa de uma tia minha. Mais tarde estaria de volta a fortaleza onde ingressei nas forças armadas e servi a pátria amada durante nove meses e oito dias, dias mais tortuosos de minha existência. Saindo do serviço militar voltei à terra de Vinicius de Morais onde passaria mais cinco anos de minha vida e estudaria gestão de administração e espanhol no ISERJ antigo (Instituto de Educação do Rio de Janeiro). Onde fiz amigos, alguns amores para guardar e muito aprendizado a ser praticado. Após esse período no Rio de janeiro. Meu destino estaria de volta a terras alencarinas e isso seria definitivo em minha vida. Passando um curto espaço de tempo em São João do Rio do Peixe-Paraiba.

Hoje resolvi revelar um pouco das minhas inquietações e percepções. De tudo que já vi e vivi da maneira que acredito que meu conhecimento é somente parcial diante da realidade da vida. Em meio a muitas ilusões de como seria viver? Ou como poderia ter sido? Fiz algumas crônicas no decorrer dessa minha caminhada onde irei compartilhar com vocês. Espero que gostem indiquem também aos amigos e principalmente aos inimigos. Deixo ciente que entre a realidade e a ilusão não existe um espaço, pois as mesmas podem se confundir depende do seu modo de fazer a leitura das coisas. Quero deixar ciente aqui que algumas pessoas podem se sentir de alguma forma reconhecida nessas histórias, porém são trabalhos meramente fictícios e não revelarei nomes, deixando assim com quê os leitores se identifiquem e acompanhem os textos de forma a querer sempre um pouco mais e minha intenção não é de constranger ninguém e de nem muito menos expor-me e sim de praticar uma coisa chamada comunicação questionadora sobre as coisas e fatos e que nem sequer precisamos sair para muito longe basta entrarmos em nós mesmo e atentaremos para uma riqueza grandiosa e pouco revelada que é da nossa imaginação. Bálsamo de Café se torna pra mim um divisor de águas para um Jornalista que entra para a literatura porque busca uma forma de expressão mais encantadora e envolvente mais também não saindo da realidade da informação atual que ai estará sendo postado sempre na minha outra página. Quem eu sou? Talvez nem eu mesmo saiba. Querendo apenas viver e deixar viver.

Carlos Elias

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