O diretor do Instituto Butantan, professor Jorge Kalil, e a diretora-geral-adjunta da Organização Mundial da Saúde, Marie-Paule Kieny, participam de encontro para discutir o surto de vírus Zika, na sede da OMS, em GenebraImagem Martial Trezzini/Agência Lusa

O diretor do Instituto Butantan, professor Jorge Kalil, e a diretora-geral-adjunta da Organização Mundial da Saúde, Marie-Paule Kieny, participam de encontro para discutir o surto de vírus Zika, na sede da OMS, em GenebraImagem Martial Trezzini/Agência Lusa

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou hoje (9) que uma vacina contra o vírus Zika pode chegar “tarde demais” para ter um impacto real na atual epidemia na América Latina.

“O desenvolvimento das vacinas ainda está em um estágio muito precoce e as opções mais avançadas ainda vão demorar vários meses para serem testadas em humanos”, disse a diretora-geral-adjunta da OMS, Marie-Paule Kieny, acrescentando que “é possível que as vacinas cheguem tarde demais para o atual surto na América Latina”.

Em declarações, dadas ao fim de uma reunião de dois dias sobre a pesquisa relacionada ao vírus, a especialista disse que a vacina é um “imperativo”, especialmente para mulheres grávidas e para mulheres em idade fértil.

No entanto, o diretor do instituto de pesquisa brasileiro Butantan, Jorge Kalil, disse que o processo será lento: “Talvez dentro de três anos tenhamos uma vacina. Três anos, sendo otimista”.

Fonte: Agência Brasil

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