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(Exercício I / Parcial II) Skank agita á plateia no Rock in Rio

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No sexto dia do Rock in Rio sábado (21),  a  banda de Rock Skank abriu a noite animando a plateia com suas músicas. O show contou com a participação do Ex-baixista da banda Titãs, Nando Reis, e do rapper Emicida. Durante uma hora e poucos minutos de show a banda conseguiu levar o público ao delírio.

banda de Rock Skank, abriu a noite animando a plateia no Rock in Rio. (Foto: Internet)

Skank abri a noite animando a plateia no Rock in Rio (Foto: Internet)

“Maconha é proibido, mas mensalão pode fazer de novo, né?”, disse Samuel Rosa,  ao terminar a canção “É proibido fumar” de Roberto e Erasmo Carlos, onde levou o publico a vibração. O cantor que já é famoso por suas criticas aos políticos, fez mais uma após cantar a  música em que o público costuma responder, “Maconha!”.

Samuel Rosa chamou Nando Reis, com quem também tem parceria no Palco Sunset do evento, para cantar “Resposta”. Foi uma das mais aplaudidas, mas o auge esperado foi  “Vou deixar”.

O Skank não facilitou a vida de quem tocou depois deles. Foram tantos hits, e tocados com tanta paixão, que os artistas que se apresentaram logo em seguida não conseguiram levantar o público. Foram vários os momentos em que Samuel Rosa e companhia fizeram a Cidade do Rock toda cantar junto com eles: “É Uma Partida de Futebol”, “É Proibido Fumar”, “Três Lados”, “Vou Deixar” e  “Vamos Fugir”.

 

Fontes: G1 , Ultimo Segundo.

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Palco Sunset

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E se o Rock in Rio tivesse um palco para encontros musicais inusitados, shows diferentes e tudo com total liberdade para experimentar?  Esse é o Palco Sunset.

Parte integrante do Rock in Rio, o Sunset nasceu em Lisboa, na edição do evento que rolou por lá em 2008.  A diversidade musical, característica que acompanha o festival desde o início, é muito bem representada nesse espaço que é uma atração por si só. Criatividade, surpresas e ousadia ditam a clima do palco. Tem gente nova, veteranos com projetos especiais, parcerias de artistas de gêneros diferentes… Tudo pode acontecer. A verdade é que o Sunset nunca foi encarado como um palco secundário, mas sim como mais um lugar para completar a experiência Rock in Rio.

No Brasil a novidade estreou em 2011 e começou já promovendo momentos incríveis. Mike Patton foi uma das atrações naquele ano. O vocalista do Faith no More veio para cá com o seu projeto Mondo Cane, em que canta versões de Standards do cancioneiro italiano. O show emocionante foi completado pela participação daOrquestra Sinfônica de Heliópolis, que é formada por jovens de baixa renda de São Paulo. Outra super parceria que aconteceu em 2011 foi a de Milton Nascimento e Esperanza Spalding. O encontro do grande nome da MPB com a nova estrela do Jazz rendeu até uma versão de “Maria Maria”, o clássico de Milton e Fernando Brandt.  E o que aconteceria se uma banda Heavy Metal tocasse junto com um grupo de percussão francês? No Sunset deu para descobrir. Também em 2011 o Sepultura se apresentou com o Les Tambours du Bronx. A paulada cheio de ritmo deu tão certo que voltou a rolar na edição de 2013. O show, que dessa vez aconteceu no Palco Mundo, acabou virando um DVD, lançado esse ano (2014).

A gente tem que lembrar também de grandes momentos que rolaram no Sunset do Rock in Rio 2013. O Rock and Roll do Living Colour se conectou perfeitamente com a Wolrd Music deAngélique Kidjo. Nunca os EUA e Benin pareceram tão próximos. Um tributo aos Ramones com dois caras que passaram a vida tocando Punk Rock também é uma boa ideia para o Sunset.  E ela aconteceu em 2013.  Marky Ramone e Michale Graves (ex-Misfits) tocaram músicas da extinta banda americana no Rock in Rio. Teve Blues no espaço da liberdade musical do festival. O veterano bluseiro Charlie Musselwhite subiu ao palco com Ben Harper e o resultado dessa parceria foi parar em listas de melhores shows do ano no Brasil.

O Palco Sunset já tem sua história e a cada edição do Rock in Rio desperta expectativa sobre que novas surpresas aconteceram por lá. E você, tem algum palpite para um novo encontro musical que tem a ver com esse espaço de ousadia?

 

Fonte: rockinrio.com

Rock in Rio

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1985
NASCE O PRIMEIRO GRANDE FESTIVAL DO BRASIL

Existe uma fórmula para a criação de um festival de música? Talvez. Mas o fato é que Roberto Medina inventou sua própria, e com ela realizou um dos maiores festivais do mundo. E fez isso quando esse sonho parecia quase impossível no Brasil.

O ano era 1985 e o país passava por grandes transformações. Após longo período sob uma ditadura militar, o país começava a dar os primeiros passos rumo à democracia. Foi nesse cenário que nasceu o Rock in Rio. Pela primeira vez um país da América do Sul sediou um evento musical desse tipo.

Valendo!

A primeira edição do festival aconteceu na cidade que o batiza, o Rio de Janeiro, no bairro de Jacarepaguá.  Em uma área de 250 mil metros quadrados foi construída a Cidade do Rock, o espaço que recebeu, durante 10 dias, 1.380.000 pessoas. A estrutura contou com um sistema de som e luz extremamente modernos para época. Aliás, foi no Rock in Rio que uma plateia de um grande show plateia foi iluminada pela primeira vez. O público já era parte do show.

No palco passou um verdadeiro “Hall of Fame” da música mundial. O line-up contou com nomes como Queen, AC / DC, James Taylor, George Benson, Rod Stewart, Yes, Ozzy Osbourne e Iron Maiden. Isso sem falar em algumas das principais estrelas nacionais, como Gilberto Gil, Elba Ramalho, Rita Lee e toda uma nova geração do rock nacional como Paralamas do Sucesso, Blitz, Kid Abelha e Barão Vermelho. Todos juntos dão o tom: esse é um festival de todos os estilos.

Aquela edição colecionou momentos históricos. Em uma deles Freddie Mercury (Queen) ficou tão impressionado com o coro espontâneo do público durante o hit “Love Of My Life”, que decidiu reger aquela bonita massa sonora. Não é de admirar que a própria banda tenha citado aquela experiência com um dos mais belos de sua história.

A partir de 1985, o Brasil entrou para o cenário de grandes shows mundiais. E isso foi só o começo. Nascia um gigante.
1991
Rock in Rio Brasil 1991

O maior estádio do mundo daquela época foi o lugar escolhido para a segunda edição do Rock in Rio. Entrou em campo uma massa de 700 mil pessoas ávidas por grandes nomes da música e uma seleção única de artistas que colocou essa galera para pular durante 9 dias de festival.

E a festa foi tão grande quanto o Maracanã. O estádio recebeu equipamentos potentes de som e luz. Só para ter uma ideia foram instalados 3.000 pontos de iluminação brilhante, 480 deles faróis de avião estrategicamente posicionados no telhado.

O Rock in Rio 1991 garantiu a primeira visita do Guns N ‘Roses ao Brasil. A banda fez dois shows históricos. E como a diversidade sempre foi uma marca do festival, o Run DMC, ícone do Rap, abriu as portas do gênero no festival.

Prince e George Michael receberam muitos elogios da crítica com apresentações impecáveis. Ainda pouco conhecido por aqui, o Faith No More virou um grande sucesso no país depois do show que fez no festival. Santana contou com participações especiais de Djavan e Gilberto Gil em uma das apresentações mais comentadas de 1991. O line-up ainda teve INXS, Joe Cocker, Megadeth, Titãs, Engenheiros do Hawaii e muitos outros.

O segundo Rock in Rio não terminou sem quebrar um recorde. O maior público pagante de um show até aquele momento foi o que viu o A-ha no dia 26 de janeiro dentro do festival. Nada menos que 198 mil pessoas.

Novamente o festival deixou sua marca na cidade e na história da música.

 

Fonte: rockinrio.com

Samuel Rosa participa do Encontro com Fátima Bernardes

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Na quinta-feira, 14 de abril, Fátima Bernardes receberá Samuel Rosa e Lô Borges em seu programa. A dupla cantará seus sucessos e divulgará o recém lançado álbum ao vivo, que tem seu show de lançamento nacional na sexta-feira, 15 de abril, no Vivo Rio.

O Encontro com Fátima é exibido ao vivo pela TV Globo às 10h50.

Acompanhe o site e as redes sociais do Skank para saber de todas as novidades:

www.facebook.com/skank
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www.instagram.com/skankoficial
https://plus.google.com/+skankoficial,

Fonte:www.skank.com.br

Rapper Emicida

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Leandro Roque de Oliveira, mais conhecido pelo nome artístico Emicida (São Paulo, 17 de agosto de1985), é um rapper, repórter e produtor musical brasileiro.

É considerado uma das maiores revelações do hip hop do Brasil nos últimos anos. O nome “Emicida” é uma fusão das palavras “MC” e “homicida”. Por causa de suas constantes vitórias nas batalhas de improvisação, seus amigos começaram a falar que Leandro era um “assassino”, e que “matava” os adversários através das rimas.

Mais tarde, o rapper criou também uma conotação de sigla para o nome: E.M.I.C.I.D.A. (Enquanto Minha Imaginação Compuser Insanidades Domino a Arte).  As suas apresentações ao vivo são acompanhadas do DJ Nyack nos instrumentais.

A primeira aparição do rapper na mídia – fora as batalhas de improvisação – foi o single “Triunfo”, acompanhado de um videoclipe com mais de 7 milhões de visualizações no YouTube.  Emicida lançou seu trabalho de estreia em 2009, uma mixtape de vinte e cinco faixas intitulada, a Pra quem já Mordeu um Cachorro por Comida, até que eu Cheguei Longe…, pela gravadora independente Laboratório Fantasma. Em fevereiro de 2010, seu segundo trabalho veio em formato de EP com o título Sua Mina Ouve Meu Rep tamém. Em 15 de setembro do mesmo ano, foi lançada a também mixtapeEmicídio, adjunta a um single homônimo. Além de ser cantor, Emicida atuou como repórter nos programas Manos e Minas, da TV Cultura e nosangue B da MTV.

Fonte: Wikipédia

Mensalão

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Mensalão. Assim ficou conhecido e popularizado o esquema de compra de votos de parlamentares, deflagrado no primeiro mandato do governo de Luís Inácio Lula da Silva (PT – Partido dos Trabalhadores).

Já havia rumores desta “venda” de votos por parte de deputados, mas nada fora comprovado. Até este esquema ser escancarado pelo então deputado federal Roberto Jefferson (PTB – RJ), em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, no início de junho de 2005.

Roberto Jefferson era acusado de envolvimento em processos de licitações fraudulentas, praticadas por funcionários da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), ligados ao PTB, partido do qual ele era presidente. Antes que uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) fosse instalada para apurar o caso dos Correios, o deputado decidiu denunciar o caso Mensalão.

Segundo Jefferson, deputados da base aliada do PT recebiam uma “mesada” de R$ 30 mil para votarem segundo as orientações do governo. Estes parlamentares, os “mensaleiros”, seriam do PL (Partido Liberal), PP (Partido Progressista), PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) e do próprio PTB (Partido Trabalhista Brasileiro).

Um núcleo seria responsável pela compra dos votos e também pelo suborno por meio de cargos em empresas públicas. José Dirceu, Ministro da Casa Civil na época, foi apontado como o chefe do esquema. Delúbio Soares, tesoureiro do PT, era quem efetuava o pagamento aos “mensaleiros”. Com o dinheiro em mãos, o grupo também teria saldado dívidas do PT e gastos com as campanhas eleitorais.

Marcos Valério Fernandes de Souza, publicitário e dono das agências que mais detinham contrato de trabalho com órgãos do governo, seria o operador do Mensalão. Valério arrecadava o dinheiro junto a empresas estatais e privadas e em bancos, através de empréstimos que nunca foram pagos. Fernanda Karina Somaggio, ex-secretária do publicitário, foi uma das testemunhas que confirmou o esquema, apelidado de “valerioduto”.

Outras figuras de destaque no governo e no PT também foram apontadas como participantes do mensalão, tais como: José Genoino (presidente do PT), Sílvio Pereira (Secretário do PT), João Paulo Cunha (Presidente da Câmara dos Deputados), Ministro das Comunicações, Luiz Gushiken, Ministro dos Transportes, Anderson Adauto, e até mesmo o Ministro da Fazenda, Antonio Palocci.

Todos os acusados foram afastados do cargo que ocupavam. Embora não houvesse provas concretas do esquema de corrupção, os envolvidos não conseguiram se defender de forma contundente durante os interrogatórios à CPI dos Correios, instaurada para investigar o caso.

Lula negou que soubesse do Mensalão. O próprio Roberto Jefferson o poupou das acusações. Enquanto seus homens fortes caiam, Lula conseguiu se manter no cargo e ainda se reeleger, em 2006.

Em agosto de 2007, mais de dois anos após ser denunciado o esquema, o STF (Supremo Tribunal Federal) acatou a denúncia da Procuradoria Geral da República e abriu processo contra quarenta envolvidos no escândalo do Mensalão. Entre os réus, estão: José Dirceu, Luiz Gushiken, Anderson Adauto, João Paulo Cunha, Marcos Valério, Roberto Jefferson, os quais responderão por crime decorrupção passiva e ativa, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, entre outros.

Fonte: InfoEscola

Atriz Grazi Massafera lamenta morte do ator Umberto Magnani em Twitter

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Atriz Grazi Massafera lamenta morte do ator Umberto Magnani em  seu Twitter nesta quinta-feira, 28. ”Umberto Magnani sua trajetória aqui na terra foi esplêndida. O céu neste momento está em festa. Perdemos antes de tudo um grande ser humano.” disse a atriz. Grazi contracenou com o ator na novela páginas da vida, onde interpretou a filha do ator. Além da atriz e vários atores demonstraram tristeza com a partida do ator, além de várias homenagens sobre sua trajetória na televisão brasileira. O ator morreu nesta quinta-feira vítima de um AVE (acidente vascular encefálico) ator passou mal nas gravações da novela Velho Chico nesta segunda 25, e foi levado imediatamente para o hospital Vitória na zona oeste da cidade, onde ficou em coma após uma parada cardíaca depois de uma cirurgia.

Nascido em no interior de São Paulo o ator começou a carreira na Escola de Arte Dramática na década de 60 onde trabalhou produzindo peças de teatro. Umberto Magnani tinha 75 anos, com uma bagagem cheia de bons trabalhos na TV, contabiliza 17 novelas, monisséries, 7 filmes e 20 peças de teatro. Dentre os sucessos, as novelas mais conhecidas foram Por Amor, Mulheres Apaixonadas, Cabocla, Presença de Anita e a ultima onde estava atuando que está batendo recorde de audiência Velho Chico. Na sua atuação atual o ator interpretou um padre que será substituído por Carlos Vereza, a produção da Rede Globo informou que a notícia foi inesperada e que ainda todos os seus colegas de cena ainda estão muito abalados.

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