Às 19h30 desta quinta feira (14) um ministro do Palácio do Planalto informou que a tentativa de marcar uma conversa entre o ex-presidente Luiz Inácio da Silva e o bispo Edir Macedo havia falhado.                                                                                                                             “Quando nem o Lula está conseguindo. Não tem mais jeito” disse um auxiliar da presidente Dilma Rousseff, salientando o sentimento do governo de que naquele momento, não era mais possível reverter o quadro na guerra contra o impeachment.   Antes de chegar a hora do início da votação do processo no Plenário da Câmera, alguns ministros mais próximo da presidente, falavam pelo celular para os aliados de Lula. Discutiam e refaziam as contas: a tabela mais otimista apontavam para 176 dos 172 votos necessários para impedir o afastamento. Lula já sabia que a margem era apertada demais. Bastante cansado e apreensivo, o ex-presidente tentava passar confiança aos aliados e afirmava que era hora de centrar esforços nos deputados indecisos e em abstenção e possíveis ausências.

 

 

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