As bandas como Ramones, Green Day, Buzzcocks, Smashing Pumpinks, mescladas pelos ritmos punk rock e hardcore definem a banda CPM 22.  Com um nome pouco convencional – Caixa Postal Mil e Vinte e Dois – se formou na cidade de São Paulo. Na década de 1990, lançaram dois trabalhos independentes e se apresentavam em circuitos alternativos paulistano. No entanto, o reconhecimento só chegaria no próximo século.

Com o álbum A Alguns Quilômetros de Lugar Nenhum (2000), Fernando Estéfano Badaui (vocal), Ricardo “Japinha” di Roberto (baterista), Fernando Sanches Takara (baixista) e os guitarristas Luciano Garcia e Eduardo “Wally” Ippolito Torrano Gomes entraram nas paradas de sucesso. O prêmio Banda Revelação do Vídeo Music Brasil 2000 (VMB), da MTV Brasil, foi uma das indicativas de que o estrelato havia , definitivamente, chegado.

O CPM 22 é uma das maiores bandas de rock do país. Com 20 anos de carreira, o grupo é reconhecido internacionalmente, tendo feito shows fora do Brasil.  O ótimo trabalho da banda foi recompensado com um Grammy Latino em 2008, pelo álbum “CPM 22”.

A banda irá se apresentar no dia 21/05, próximo sábado, em Ilha Solteira, interior de São Paulo, na 12ª edição da Virada Cultural,  um dos maiores festivais de rua do Brasil que atrai milhares de pessoas. Vamos entrevistá-los nessa sexta (20), no hotel onde estarão hospedados. Aborde os 20 anos de carreira da banda, as dificuldades que o grupo enfrentou ao longo do tempo e quais os planos da banda para seguir em frente. Veja abaixo algumas sugestões de perguntas:

1 – Na década de 90, o rock já era muito popular no país, mas vocês se reinventaram e conseguiram fazer uma mistura de rock pesado com uma leve dose de romantismo nas letras. Como foi essa adaptação naquela época?

2 – As músicas eram voltados para o público jovem adolescente, mas muitos ainda estavam escutando Cazuza e Legião Urbana. Vocês encontraram dificuldades em questão de público?

 

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