Show do Skank no Rock in Rio é marcado por frase polêmica de Samuel Rosa: "Maconha é proibido, mas mensalão pode fazer de novo, né?"

Show do Skank no Rock in Rio é marcado por frase polêmica de Samuel Rosa: “Maconha é proibido, mas mensalão pode fazer de novo, né?”

Neste sábado (21), a banda mineira Skank subiu, às 18h30, no Palco Mundo do Rock in Rio e fez um show animado para quem estava acompanhando o festival. Com participação especial do rapper Emicida e 14 músicas no repertório, o vocalista do grupo, Samuel Rosa, pulou, pediu gritos de gol e até criticou o atual cenário político brasileiro durante o show. Samuel gritou “Maconha é proibido, mas mensalão pode fazer de novo, né?” levando o público a gritar. O protesto contra o mensalão, levando a legalização da maconha a debate, aconteceu durante a canção “É proibido fumar”, originalmente cantada por Roberto e Erasmo Carlos.

Além da frase que chamou atenção do público, o show da banda também mostrou imagens dos protestos que aconteceram no País com manifestantes gritando “Vem pra Rua!”. O vídeo foi exibido antes do hit “É uma Partida de Futebol” preencher o lugar. Outras músicas conhecidas do público como “Jackie Tequila”, “Garota Nacional”, “Te Ver” e “Vou Deixar” também foram parte do set list e fechando a apresentação “Vamos Fugir” e “Tão Seu”, do disco “O Samba Poconé”, de 1996, foram as escolhidas.
Na mesma noite as atrações internacionais John Mayer e Bruce Springsteen também se apresentaram no Palco Mundo.

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