Iniciada oficialmente em 16 de agosto, as campanhas eleitorais para prefeitos e vereadores já tem gerado bastante polêmica em todo o país. Este ano novas regras eleitorais foram implementadas, como a redução de 90 para 45 dias de campanha, diminuição do tempo do horário de rádio e televisão, anteriormente a propaganda eleitoral gratuita era de 45 dias, agora passando para 35 e proibição de financiamento eleitoral por parte de pessoas jurídicas.

A crise política que o Brasil está atravessando e a perda do prestigio político do Partido dos Trabalhadores (PT), devido ao processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff e da operação lava Jato mudou o cenário politico brasileiro em relação as últimas eleições municipais do ano de 2012.

Com redução de 35,5% em relação a 2012, neste ano o partido dos trabalhadores conta com 1.135 candidatos à prefeito em todo o Brasil, em 20 anos, é a menor quantidade de candidatos representados pela a legenda desde 1996, quando a sigla apresentou 1.077 candidatos.

O PT no pleito de 2012, elegeu 636 prefeitos e 5.067 vereadores, já o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), que atualmente possui o maior cargo do poder executivo, comandado pelo presidente interino da república Michel Temer, elegeu 1.031 prefeitos e 7.825 vereadores. O PMDB também é o partido com a maior bancada na câmara dos deputados e no senado federal.

Segundo levantamento realizado pelo portal O GLOBO junto a diretórios petistas, 135 prefeitos do Partido dos Trabalhadores deixaram o partido, a conta inclui políticos que pediram a desfiliação partidária, expulsões do partido e gestores cassados.

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Mapa das eleições 2016

 

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