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A história da Praça Luiza Távora tem inicio na década de 20, quando Plácido de Carvalho iniciou a construção de um “castelo”, que serviria de lar para ele e sua esposa Maria Pierina Tacconi Rossi. A construção foi finalizada em 1921. O castelo maior era a residência do casal, e os menores para os empregados

Em 1934 de Plácido vem a falecer e ali passa a funcionar o serviço de Malária. Após a morte de Pierina em 1957, sua filha vende a propriedade. No inicio dos anos 70 quase todos os imóveis são demolidos a fim de se construir um supermercado, o que nunca aconteceu. Em 1979, a então primeira dama do estado, D. Luiza Távora, decide construir no local, em centro que abrigasse o artesanato cearense.

A Praça Luiza Távora, mais conhecida como Praça do Ceart, foi reinaugurada pelo Governo do Estado em fevereiro de 2011. A praça fica no quadrilátero formado pelas ruas Monsenhor Bruno, Costa Barros e Carlos Vasconcelos com a avenida Santos Dumont, na Aldeota.Abriga, entre outros equipamentos, o Ceart.

A praça foi concebida conforme as normas técnicas do Desenho Universal, para garantir a acessibilidade de idosos e pessoas com mobilidade reduzida. O espaço também abriga equipamentos de ginástica acessíveis voltados para os idosos; pista de skate e bicicross; parque infantil; santuário de Nossa Senhora de Fátima; fábrica para produção de livros em braille; um café, funcionando em um antigo carro de trem de passageiros; o Centro Cearense de Artesanato (Ceart); a gestão do Portal Ceará Inclusivo e a Ouvidoria da pessoa idosa e pessoa com deficiência. Na reforma, o Governo investiu mais de R$ 1,8 milhão.

O vagão de trem exposto na Praça Luiza Távora, na Aldeota, foi reaberto após passar por três meses de reforma. As obras tiveram o objetivo de recuperar as partes externa e interna do espaço, onde funcionava café e biblioteca desde a entrega da reforma da praça, em 2011. Agora, esses serviços voltaram a operar no local. Os trabalhos custaram R$ 80 mil.

 

 

 

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