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Parque Ecológico

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ECOPOINT PARQUE ECOLÓGICO

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ECOPOINT PARQUE ECOLÓGICO

 

O Ecopoint nasceu com a intenção de despertar nas pessoas questões como a preocupação com o meio ambiente, para tentar de alguma forma transformar a atual realidade. O parque é de origem alemã e foi fundado na década de 40. Todos os animais foram doados pelo IBAMA e todos foram resgatados, pois antes de chegarem ao local sofreram maus tratos. Os animais são tratados por veterinários, nutricionistas, biólogos e adestradores.
A construção do parque contou com a participação do instituto Homem Terra (ABA – YBY), IBAMA e Zoológico Sargento Prata, e a partir dessa união nasceu esse espaço único que é uma iniciativa inédita no Ceará. O local possui uma área extremamente verde e conta com uma infra- estrutura original bastante rústica. Seu principal atrativo é sua perspectiva educacional que é bastante inovadora, algo que até então era difícil de encontrar em Fortaleza. O Ecopoint abre no fim de semana para visitação e na semana abre só para passeios escolares.
O parque agrada a garotada e os pais também. Gilberto Oliveira que tem dois filhos afirma “Já fomos duas vezes ao Ecopoint levando as crianças. O lugar é de fácil acesso e com preços acessíveis, inclusive com opção de compra coletiva. Sempre há shows infantis numa grande área verde, além do zoológico, equipamentos, fazendinha, piscina etc. Vale muito o passeio!”
Segundo Camila Nobrega o Ecopoint é um lugar acolhedor “Lugar incrível, sem igual nos proporcionou um dia maravilhoso em contato com a natureza e lindos animais. Os pavões que ficam cantando em meio às pessoas são incríveis! O parque é aconchegante, como se estivéssemos em casa, a comida servida no almoço é deliciosa. À tarde o parque apresenta um show musical com personagens que interagem com as crianças, tiram fotos, abraçam. Localiza-se em um excelente lugar, bem ao lado de um Shopping muito grande, é apenas atravessar a rua e estará lá.”

A HISTÓRIA DO PARQUE

Inicialmente, a área do Parque ECOPOINT pertencia a uma gleba maior, o sítio “Gluck-auf” de propriedade do Sr. Franz Wirtzbiki (o terreno do “Sítio Gluck-Auf” foi adquirido pelo Sr. Wirtzbiki, por escritura pública de compra e venda datada de 31 de março de 1932).
A expressão Gluck-Auf significa um feliz regresso àqueles que desciam às galerias e depois retornavam à superfície das minas da região de Ruhr, na Alemanha. Nem sempre os que desciam para trabalhar retornavam à superfície, fato que ficou marcado na memória do Sr. Wirtzbiki, que resolveu homenagear seus antepassados colocando esta expressão de esperança como nome de seu mais estimado bem: O Sítio Gluck-auf.
Passados muitos anos da morte do Sr. Wirtzbiki, seus descendentes, associados a um grupo de profissionais, de áreas distintas (a maioria, educadores, professores de Universidades e pesquisadores), comprometidos com as questões ambientais, uniram-se e tomando as medidas necessárias constituíram o Instituto Homem Terra de Educação, Meio Ambiente e Pesquisa Científica ou Instituto Aba-Yby (“HomemTerra” em língua Tupi), o que foi concretizado após a publicação em Diário Oficial no dia 16 de janeiro de 2001, quando o Instituto foi qualificado como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, de acordo com a Lei nº 9.790, de 23 de março de 1999.
O Instituto Aba-Yby passou a atuar no manejo e suporte técnico do Criadouro Conservacionista Sítio Paul Gerhard de fauna silvestre nativa (registrado no Cadastro Técnico Federal do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e de Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, sob o nº 182015), onde os animais eram recebidos da referida instituição, provenientes de apreensões de traficantes, criadouros irregulares ou mesmo de outros zoológicos e criadores oficiais (Nenhum espécime foi retirado da natureza, não havendo, portanto, atividade predatória). Esses animais eram encaminhados ao Sítio onde eram tratados e alimentados até o seu restabelecimento, sendo inclusive, através do Instituto, objetos de pesquisas publicadas em periódicos e monografias de pesquisadores da Faculdade de Veterinária da UECE, do Curso de Biologia e Zootecnia da Universidade Federal do Ceará em convênio com instituições de defesa do meio ambiente, como a internacional WWF.
FONTE: https://parqueecopoint.com.br/parque.html

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Ecopoint, um parque que passa de geração em geração

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Uma das preocupações do Ecopoint é a situação atual do ecossistema, tendo
como principais intenções o cuidado com o meio ambiente e os animais, a
educação ambiental, a participação ativa da sociedade na preservação do meio
ambiente.

A princípio a área do Parque foi adquirida pelo patriarca de origem
alemã, Sr. Wirtzbiki, nos anos 30. A família residia dentro da localidade onde
hoje é o zoológico, sendo antes um sítio, que após a morte do proprietário, a
localidade acabou se tornando o Instituto HomemTerra de Educação, Meio
Ambiente e Pesquisa Científica, passando a receber animais de criadouros,
onde eram alimentados e tratados, com foco na recuperação dos animais já
que a maioria apresentava sinais de maus tratos.

A propriedade vem passando por gerações da família alemã. A casa
principal se tornou um museu para imortalizar toda a história do lugar. Mesmo
depois da revitalização do sítio para o zoo, a filha do casal continuou morando
na propriedade por muitos anos, até o seu falecimento. Atualmente algumas casas existentes ainda
servem de moradia para famílias que mantém preservado o estilo
antigo das residências, guardando um pouco da história do parque enquanto
era um sitio.

O parque é um suporte de outros criadouros, prestando serviço de utilidade
pública para animais silvestres e abre espaço para a educação, recebendo
diversos pesquisadores e sendo objeto de pesquisas para instituições e
universidades. Tendo como principal apoio o IBAMA, que resgatam os animais
e doam ao Zoológico para tratamento com veterinários, nutricionistas, biólogos
e adestradores (para os animais que nasceram em cativeiros).

O Ecopoint é aberto a visitações de escolas durante a semana, com uma estimativa de mais de cinco mil visitantes passaram pelo parque, como professores, alunos e
convidados, que ocupam o espaço para informação e prática ambiental,
ultrapassando as barreiras das salas de aula. Durante o fim de semana o
espaço é aberto para visitação, cobrando cerca de R$ 40 para cada indivíduo
que deseja conhecer, dentre os seguimentos para os visitantes, que são
estabelecimentos de comidas, objetos, tirolesa e tiro ao alvo para a população.
O parque é um importante ponto de lazer para a família, principalmente para a
criançada que podem conhecer os animais e aproveitar de todo o espaço para
brincadeiras, além dos shows infantis em toda área verde, com fazendinha,
arvorismo, passeio a cavalo, horticulturas, espaço para piqueniques, piscina
infantil e campo de futebol.

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Senhoras do Açude

Mercado Central é referência no turismo

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Por
Ernane Ribeiro
Felipe Andrade

O mercado central de Fortaleza, conhecido ponto turístico, localizado centro de Fortaleza o mercado foi autorizado para a construção no ano de 1809. O mercado de início serviria apenas para o comércio fruta, carne e verdura, mas o ponto estava em estado precário e em 1814 foram demolidas algumas de suas instalações para vir dá lugar a um novo prédio que seria chamado de Cozinha do Povo. Aumentando e gerando novos lojistas.

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Os visitantes encontram o melhor do artesanato cearense em artigos de couro, palha, rendas, roupas, além de lembrancinhas

Em 1931 ocorreu a mudança mais significativa do mercado. Nesse ano houve uma proibição para venda de carnes, frutas e legumes. Isso deu lugar aos tradicionais boxes de artesanato do mercado. Isso aconteceu devido à boa freguesia do lugar. Também por conta de seu posicionamento, perto do centro e da Beira-Mar. O mercado passava a vender mais coisas derivadas do caju: cachaça, doce e decoração. Cadeiras feitas com cipó, redes rendadas com o mais fino bordado, esculturas feitas na mão e cordéis regionais com causos da época.

O mercado viria a ser reinaugurado em 1975 ocupando um espaço de 1.200 metros quadrados. Tornando um verdadeiro labirinto de boxes com produtos diversos do Ceará. Para aqueles que vinham de outro estado ou até mesmo de outro país, chegavam lá e se surpreendiam com o tanto de produtos exóticos artesanais que encontravam nas lojas. Desta forma o comércio dentro do mercado crescia cada vez mais e com isso ia aumentando o fluxo de vendedores e compradores.

O Mercado Central de Fortaleza já era a muito tempo um ponto turístico da capital, mas em 1990 o mercado sofria com ameaças de incêndios devidos as más instalações elétricas do prédio. Um novo mercado viria a ser idealizado. Esse mercado teria mais boxes crescendo assim a oportunidade para mais lojistas e artesões do interior do estado.

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Com total de 559 boxes, 18 banheiros, distribuídos em 5 (cinco) pavimentos, sendo um deles destinado a estacionamento

Hoje o Mercado Central localizado no centro da cidade possui 5 pavimentos, 559 boxes, 80 quiosques e 5 restaurantes.(FONTE: http://www.mercadocentraldefortaleza.com.br/historia/). Os visitantes encontram o melhor do artesanato cearense em artigos de couro e palha, rendas e bordados em roupas e peças de cama, mesa e banho, lembrancinhas. Produtos regionais como cachaça, baião de dois e rapadura. Ninguém que vá ao mercado pode deixar de saborear a comida tipicamente nordestina nos restaurantes de lá.

 

Em parceira com SEBRAE o Mercado Central disponibiliza uma sala para serem ministrados cursos e palestras de capacitação para permissionários e lojistas com objetivo de qualificá-los e assim garantir o melhor atendimento e alavancar as vendas do comércio. O presidente do mercado é o José Aquino Paulino seu vice Jocildo de Freitas Luz.

Atualmente o mercado recebeu um prêmio por excelência do site Trip Advision (site de viagens que fornece informações e opiniões relacionadas ao turismo) que avaliou a quantidade e a qualidade dos comentários e opiniões publicadas dos viajantes no período de doze meses.

GALERIA FLICKR: https://flic.kr/s/aHsmb7Gxdv

VÍDEO YOUTUBE: https://youtu.be/jo9HlAqSBKk

Uma história de empreendedorismo, conheça um pouco mais da Delicious dindim gourmet!

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