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MPF denuncia ex-ministro Geddel Vieira Lima por obstrução de Justiça

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André Richter – Repórter da Agência Brasil
O ex-ministro Geddel Vieira Lima é ouvido pelo juiz Vallisney Oliveira durante audiência de custódia (Reprodução/Justiça Federal)
O ex-ministro Geddel Vieira Lima é ouvido pelo juiz Vallisney Oliveira durante audiência de custódiaArquivo/Reprodução/Justiça Federal
A Segunda Instância da Justiça Federal em Brasília concedeu hoje (12) prisão domiciliar ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso preventivamente desde o dia 3 de julho. A decisão foi proferida pelo desembargador Ney Bello, motivada por um pedido de liberdade feito pela defesa de Geddel.

O ex-ministro foi preso por determinação do juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal, no Distrito Federal, sob a acusação de tentar obstruir as investigações de supostas irregularidades na liberação de recursos da Caixa Econômica Federal.

Geddel está preso preventivamente na Penitenciária da Papuda, no Distrito Federal. Após a prisão, a defesa do ex-ministro definiu como “absolutamente desnecessário” o decreto de prisão preventiva do político. O advogado Gamil Föppel disse que há “ausência de relevantes informações” para basear a decisão e definiu como “erro” da Justiça Federal a autorização para a prisão d

Justiça concede prisão domiciliar ao ex-ministro Geddel Vieira Lima

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André Richter – Repórter da Agência Brasil
O ex-ministro Geddel Vieira Lima é ouvido pelo juiz Vallisney Oliveira durante audiência de custódia (Reprodução/Justiça Federal)
O ex-ministro Geddel Vieira Lima é ouvido pelo juiz Vallisney Oliveira durante audiência de custódiaArquivo/Reprodução/Justiça Federal
A Segunda Instância da Justiça Federal em Brasília concedeu hoje (12) prisão domiciliar ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso preventivamente desde o dia 3 de julho. A decisão foi proferida pelo desembargador Ney Bello, motivada por um pedido de liberdade feito pela defesa de Geddel.

O ex-ministro foi preso por determinação do juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal, no Distrito Federal, sob a acusação de tentar obstruir as investigações de supostas irregularidades na liberação de recursos da Caixa Econômica Federal.

Geddel está preso preventivamente na Penitenciária da Papuda, no Distrito Federal. Após a prisão, a defesa do ex-ministro definiu como “absolutamente desnecessário” o decreto de prisão preventiva do político. O advogado Gamil Föppel disse que há “ausência de relevantes informações” para basear a decisão e definiu como “erro” da Justiça Federal a autorização para a prisão de Geddel.

FONTE: AGENCIA BRASIL

MPF denuncia ex-ministro Geddel Vieira Lima por obstrução de Justiça

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EXERCÍCIO  – Repórter da Agência Brasil
Brasília – O ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, durante reunião com líderes partidários da Câmara dos Deputados (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Geddel Vieira Lima cumpre prisão domiciliar Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Ministério Público Federal (MPF) apresentou hoje (16) uma denúncia contra o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), acusado de obstrução de Justiça por tentar atrapalhar as investigações das operações Cui Bono e Sépsis.

Segundo os procuradores responsáveis pelo caso, Geddel atuou para constranger o operador financeiro Lúcio Funaro, que negocia acordo de delação premiada com o MPF, a não colaborar com as investigações.

“Seu modo de embaraçar a investigação se deu por meio do contato de Raquel Alberjante Pitta, esposa de Lúcio Funaro, com quem Geddel Quadros Vieira Lima nunca tivera maiores proximidades”, escreveram os procuradores responsáveis pelo caso na denúncia.

Com base em depoimentos da esposa de Funaro, os procuradores escreveram que, por meio de ligações pretensamente amigáveis, Geddel “intimidava indiretamente o custodiado, na tentativa de impedir ou, ao menos, retardar a colaboração de Lúcio Funaro com os órgãos investigativos (Ministério Público Federal e Polícia Federal)”.

Funaro encontra-se preso há mais de um ano e é testemunha-chave em processos que envolvem o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), além de ex-ministros do governo do presidente Michel Temer, como Henrique Eduardo Alves (Turismo) e o próprio Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo).

A Operação Sépsis apura irregularidades no Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS), administrado pela Caixa. A Cui Bono investiga a fraude em operações financeiras autorizadas pela vice-presidência de Fundos de Governo e Loterias e pela vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa.

Os procuradores pedem que Geddel seja condenado por embaraçar investigação sobre organização criminosa, crime com pena de três a oito anos de prisão, mais multa. A defesa do ex-ministro afirma que ele é inocente, alegando “ausência de relevantes informações” para basear a acusação.

Atualmente Geddel cumpre prisão domiciliar, em Salvador. Ele havia sido preso preventivamente no dia 3 de julho, por determinação do juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal, no Distrito Federal, justamente sob a acusação de tentar obstruir as investigações.

Improbidade administrativa

O MPF informou ter protocolado também uma ação civil pública por improbidade administrativa contra Geddel Vieira Lima, em decorrência do caso em que ele teria pressionado o então ministro da Cultura, Marcelo Calero, para que atuasse junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) pela liberação da construção de um edifício de alto padrão em uma região histórica de Salvador.

O caso foi revelado após a demissão de Calero. Pouco depois, foi descoberto que Geddel possuía um imóvel no empreendimento. O político baiano acabou também deixando o governo no mesmo episódio.

Além do pagamento de multa, a ser estabelecida pelo juiz, se for condenado Geddel pode perder os direitos políticos por até cinco anos. À época dos fatos, Geddel assumiu ter atuado pela liberação da obra em Salvador, mas disse ter sido mal interpretado, não vendo conflito de interesse na situação.

Não haverá aumento”, diz Temer sobre alíquota do Imposto de Renda

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{i}”Não é verdade, não haverá aumento. Absolutamente, não haverá”, disse o presidente, que recebeu aplausos pela declaração.{i}

Temer destacou ações do governo no incremento do comércio exterior e afirmou que o Brasil, na presidência do Mercosul, trabalha para concretizar o acordo bilateral com a União Europeia.

O presidente destacou as reformas em discussão no Congresso Nacional e disse que traçou uma agenda com líderes partidários para concluir as reformas política, da Previdência e tributária até o fim deste ano.

“Ajustamos essa pauta para esse semestre. Se chegarmos ao final deste ano e tivermos completado o ciclo das reformas com essas três que apontei, teremos um 2018 mais próspero e mais desenvolvido no nosso país”, disse o presidente que, além de aplausos, também recebeu vaias de parte da plateia, ao final de seu discurso.

“Como nosso desejo é apresentar ao mundo um governo reformista, estamos empenhados em três reformas fundamentais”, disse ele, que enfatizou a urgência específica da Reforma da Previdência. “Se não for feita agora, haverá de ser feita daqui a dois anos ou três anos, porque daqui a três, quatro anos, se não a fizermos, só teremos dinheiro para pagar os salários e as pensões”.

Temer disse que seu governo optou por medidas que trarão reconhecimento no futuro em vez de “medidas populistas” que recebem aplausos, mas aumentam gastos. “São aquelas que, introduzidas hoje, ganham aplausos amanhã, e causam desastre depois de amanhã”, disse ele, que afirmou acreditar que a agenda de reformas fará o desemprego cair.

O presidente disse que a primeira preocupação de seu governo foi informar aos brasileiros sobre a real situação das contas públicas e, por isso, propôs o teto dos gastos públicos, aprovado pelo Congresso Nacional.

Exportações

Temer destacou que é preciso aumentar a eficiência do escoamento da produção brasileira, o que inclui melhorar a infraestrutura e reduzir a burocratização.

“Esse ponto da desburocratização é essencial, porque queremos nossos empreendedores produzindo e gerando empregos, e não fazendo fila e preenchendo formulários”, disse o presidente, que apontou concessões e privatizações como iniciativas que devem melhorar a infraestrutura.

Uma terceira via mencionada é a dos acordos internacionais, para aproximar o Brasil de outros mercados e buscar o incremento das exportações.”Estamos incentivando o diálogo com parceiros de peso”, afirmou ele, que apontou países asiáticos e da costa do Oceano Pacífico como alguns dos parceiros comerciais buscados.

*Matéria ampliada às 12h23

fonte: Agencia Brasil

André Marcio

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André Marcio