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Centro Cultural Dragão do Mar desperta o interesse dos turistas com sua programação gratuita

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O Instituto Dragão do Mar lança revista contando um pouco de sua própria historia (Foto: Camila da Silva)

 

90% da programação do Dragão do Mar são gratuitas, o intuito é despertar o interesse das pessoas nas inúmeras programações culturais que lá são ofertadas.

O Centro Cultural Dragão do Mar um dos polos turísticos que mais recebem turistas na cidade de Fortaleza, recebe cerca de 1,5 milhão de visitantes por ano. Situado em um dos mais boêmios bairros de Fortaleza, a Praia de Iracema, o ponto turístico tem atraído muitas pessoas por sua programação cultural 90% gratuita de terça a domingo.

O paraense Herman Sousa, 31anos que veio a Fortaleza para fazer uma prova de concurso, estava encantado com a cidade e disse ter sido atraído para o Dragão do Mar a partir do site do instituto recheado de programação cultural gratuita. “O lugar é lindo, arquitetura bem peculiar que nos remete ao nordeste, o sertão e as pessoas acolhedoras, a programação do lugar também é bem interessante, vou aproveitar para conhecer melhor o Ceará” diz.

Mais um passeio pelo lugar e é possível encontrar muitas pessoas tirando self ou simplesmente da visão geral da cidade lá de cima da ponte vermelha. Gente de todo lugar, de longe e também de perto que nunca havia pisado no Centro Dragão do Mar. O local era todo ocupado, praça verde, anfiteatro, o planetário, museu de arte e cultura cearense, o teatro, para onde se olha se vê o Dragão ocupado.

Dentro desta perspectiva de programação cultural a diretora de comunicação do Centro Cultural Dragão do Mar Isabel Andrade explica melhor e diz: “A programação do Instituto Dragão do Mar faz parte de uma política de ação cultural, essa política funciona através dos editais de ocupação, onde tem uma série de proponentes que compõe a cena artística do Ceará. Que são artistas que passaram ou não pelos centros de formação do Dragão do Mar. E cerca de 10% da programação é pauta paga”.

A valorização cultural local aparece bem presente no Centro Cultural e quando se fala sobre novidades para o ano de 2018 a diretora revela o projeto revista Dragão do Mar idealizado pelo presidente diretor do Instituto Paulo Linhares. “A revista vai responder algumas questões, irá falar sobre quem foi Chico da Matilde o Dragão do Mar, vai contar a história do bairro de Iracema, vamos falar do Artista de arte visual Zé Tarcísio que é um artista cearense importante, textos de vários autores cearenses, vai tratar das diversas linguagens artísticas que são abordadas no Dragão. Será uma revista que terá um pouco de tudo e está ficando bem interessante.” Conta.

O lançamento da revista será em Janeiro de 2018 e  terá divulgação

nas redes sociais e na programação do Centro Cultual Drag

ão do Mar.

Francisco José do Nascimento, mais conhecido como Chico da Maltide, um jangadeiro lutar das causas abolicionistas (Foto: Darline Abreu)

HISTÓRIA DO CENTRO CULTURAL DRAGÃO DO MAR

O Dragão do Mar foi idealizado, em 1993, pelo então Secretário da Cultura do Ceará e atual Presidente do Instituto Dragão do Mar, o jornalista e antropólogo Paulo Linhares, e o Governador do Estado do Ceará, Ciro Gomes. Inaugurado em 28 de abril de 1999, este ano completou sua maior idade. Sua arquitetura arrojada foi pensada pelos cearenses Delberg Ponce de Leon e Fausto Nilo.

O nome do centro é em homenagem a Francisco José do Nascimento, o Chico da Matilde. Um homem que se tornou símbolo de resistência popular cearense contra a escravidão. Contribuiu para que o Ceará se tornasse a primeira província a abolir a escravidão.

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Skank recebe homenagem no Ceará Music

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A banda Skank surgiu em 1991, em Belo Horizonte, a mesma cidade dos grandes ícones Milton Nascimento e Sepultura.  Seu principal interesse era levar  o clima do dancehall jamaico para a música pop brasileira. Os integrantes são: Samuel Rosa (guitarra e voz) , Henrique Portugal (teclados), Lelo Zanet (baixo), Haroldo Ferretti (bateria).

O primeiro álbum da banda foi lançado de forma independente, em 1993, conseguindo alcançar sucesso, despertando assim o interesse da respeita gravada fonográfica Sony Music. E no ano seguinte lançam seu segundo disco com os hits “Jackie Tequila” e “Te ver”, logo vendendo mais de um milhão de cópias e também conseguem abrir as portas para as novas gerações de bandas brasileiras.

Com o single “Garota Nacional” conseguem atingir uma repercussão grandiosa por todo o Brasil. Essa canção foi a única selecionada para a caixa Soudtrack for a century, lançada pela Sony Music em comemoração de 100 anos de trajetória. Para registrar seus maiores sucessos resolvem gravá-los em CD e DVD ao vivo em Ouro Preto (2001). Eles conseguem vender mais de milhão de cópias e também ficam na primeira posição nas paradas com “Acima do Sol”.

Em 2003  o álbum “Cosmoton”, chegou  as lojas em agosto e acabou recebendo inúmeros elogios da imprensa tais como: “ratificando o Skank como o mais criativo grupo pop dos anos 90”.  E a balada psicodélica “Dois Rios”  se propagava pelo Brasil, ganhando uma legião de fãs, também recebeu o prêmio de melhor Vídeo Music Brasil de 2003.

Na entrevista  da banda os quatros componentes dever ser ouvidos sobre os 23 anos de carreira, os seus maiores sucessos musicais, momentos mais marcantes vividos na sua trajetória, sobre os prêmios que conseguiram, como eles lidam com essa era tecnológica e o que eles esperam do Ceará Music 2018. E  vão receber, em janeiro do próximo ano, uma homenagem do Governo do estado.

Sugestões de perguntas:

1- O trabalho da banda está cada vez mais se diversificando. O que podemos esperar no Ceará Music 2018?

2- A banda tem mais de um década de shows pelo Brasil. Vocês sentem que o público brasileiro vem buscando se renovar?

3- O segundo disco vendeu mais de um milhão de cópias. O que vocês sentiram com toda essa explosão?

4- O terceiro disco abriu as portas para tocarem fora do Brasil, com músicos internacionais. Qual foi a sensação de está tocando ao lado dessas bandas?

5- Suas músicas depois da Copa do Mundo, passaram a ter origens eletrônicas  com influencias psicodélicas e acústicas. Por que resolveram produzir com esse formato?

6- Os hits Resposta, Saideira e Balada do amor Inabalável nos mostra a grande versatilidade. De onde vem a inspiração para essas criações?

7- A banda ao longa da carreira vem sempre se renovando. O que acham sobre esse nova geração?

8- Uma Canção é Para Isso foi disponibilizada para audição no site da banda e parte do álbum Carrosel foi transmitido ao vivo diretamente do estúdio Máquina em Belo Horizonte. Como vocês vem essa relação da era digital com o cenário musical?

9-  Com quase 26 anos de carreira a banda conquistou um lugar e renome dentro da música brasileira e sua expansão internacional. Ainda existe algo que vocês queiram concretizar?

10-  A balada psicodélica Dois Rios fez bastante sucesso. Pretendem produzir novos trabalho com esse estilo?

11- O que os fãs devem esperar no Ceará Music 2018?

Em 1991, lançamento da banda Skank, em Belo Horizonte. Da direita para esquerda estão Samuel Rosa, Haroldo Ferretti, Lelo Zaneti e Henrique Portugal

Foto tirada, em 1991, para a divulgação do primeiro show do Skank, no Aeroanta, em São Paulo

 

Céu, Ben Jor e Skank na turne Nivea Viva, em 2017, São Paulo

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Skank no Rock em Rio 2011

Gravação do MTV ao vivo em Ouro Preto, em 2001

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Capa de revista

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Capa Original                                                                                                

Capa Reproduzida

O trio Elba Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo fez o público do Rock in Rio dançar ao som do forrró

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O trio Elba Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo realizam o show “O Grande Encontro” no Rock in Rio. Eles cantaram grandes sucessos da música popular brasileira como “Sabiá” de Luiz Gonzaga homenagiando-o. E fizeram o público dançar forró agaradinho no fim de tarde no palco Sunset.

O grande encontro

 

Eles abriram a apresentação juntos, cantando “Anunciação” de Alceu Valença e “Caravana” de Geraldo Azevedo.  Os cantores se alternaram cantando seus sucesso no palco, primeiro Geraldo cantou Papagaio do Futuro e convidou o companheiro Alceu para participar.  Entre os momento dos dois a cantora Elba Ramalho  assumiu a cena cantando Chão de Gil de Zé Ramalho.

A plateia cantou junto com Alceu, embora não na mesmo proporção as músicas Belle du Jour e Topicana. O show terminou em clima de carnaval. Mas antes de encerrar a cantara paraibana deixou um recado para o povo brasileiro “A música tem uma função divina. Que esse amor do festival se espalhe para compensar as mazelas feitas pelos homens do poder. Que a gente possa construir um mundo novo, onde nossas florestas sejam preservadas, onde as pessoas não sejam discriminadas”  e falou o nome do presidente Temer.

Os outros cantores também deixaram seu protesto, o pernambucano Alceu afirmou que “A todo populista traidor do povo, a todo demagogo, a todo mau patrão. Para esse povo vai todo o meu desprezo. Vamos criar um país limpo”. E o público também se manifestaram contra  a situação atual do Brasil.

Eles contaram com a bando Pífanos Zé do Estado, de Caruaru, e do grupo Gril de Dança para   levantar o festival com o trevo. O show foi encerrado com um gostoso clima de carnaval com as músicas “Banho de cheiro” e “Frevo de mulher”.

Alceu Valença e Geraldo Azevedo cantando grandes sucessos da MPB no show O Grande Encontro no Rock in Rio (Foto: G1)

fã emocionada

Fã se emociona no Rock in Rio durante o show de Elba Ramalho, Alce Valença e Geraldo Azevedo no O Grande Encontro (Foto: G1)

Fontes: G1Folha de S. Paulo  e Diário de Pernambuco

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