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Pico Alto, Guaramiranga – CE

O jornalista Alexandre Rodrigues fala sobre a multitarefa do jornalista

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Alexandre Rodrigues

Alexandre Rodrigues é um exemplo vivo das cobranças diárias do legado jornalístico e da rotina imposta pela contemporaneidade social.Carinhosamente chamado de Xandy pelos íntimos e até pelos não tão íntimos, Alexandre tem um currículo, assim como sua agenda, abarrotado de funções. A Faculdade Cearense em um bate papo aconteceu na sala D1 com o  jornalista, designer, videomaker e fotógrafo separou algumas horas do último 25/10 para passar suas experiências e dar dicas para os alunos do sexto semestre de jornalismo.

Tendo passado por diversos grupos de comunicação como o Sistema Verdes Mares, Xandy se destacou em mídias alternativas e próprias, como seu blog de esportes como o “Artilheiro” “O blog falava do Ceará né?! Eu ia nos treinos, fotografava os caras e postava. Sem ganhar nada, sem apoio nenhum. Eu fazia porque eu gostava” afirma o jornalista. O blog deixou de ser uma brincadeira e se transformou em um trampolim para outros times conhecerem o trabalho do jornalista. Hoje ele tem uma empresa própria, a Multivox que está passando por um processo mudanças e repaginada.

Gustagol na vitória do Fortaleza contra o Criciúma por 2×0 na Arena Castelão na série B do Brasileirão 2018

O atacante Arthur no Castelão na 24 etapa Campeonato Brasileiro de 2008 após o Ceará vencer o Chape de 3×1 sair da zona de rebaixamento

O jornalista já teve suas fotos divulgadas em grandes portais como o “Globo Esporte” e após um longo processo burocrático se emociona ao falar do credenciamento junto à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) “É muito bom abrir a caixa de entrada do e-mail e ver a CBF confirmando um jogo sabe?! Foi difícil, eu já fui cobrir jogo no Maracanã e me barraram na porta, eu só entrei porque sobraram coletes”.

O jornalista motivou os estudantes a acreditarem em seus sonhos e a lutarem por eles, se capacitando, se preparando para o mercado de trabalho e estando atentos às oportunidades que aparecem, independente de cargo, de veículo ou de remuneração. Dar o melhor de si é sempre o caminho para o sucesso profissional e a realização pessoal em qualquer área da vida.

EXERCÍCIO 8

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CRIOLO
Kleber Cavalcante Gomes conhecido como Criolo Doido ou Criolo nasceu em São Paulo, mas é filho de cearenses e, com orgulho, explana em grande parte de suas letras. Ele foi o inventor da rinha dos MCs, uma competição de hip hop caracterizada por batalhas de improviso. É uma festa onde os compositores improvisam ali na hora com muita criatividade. Em 2011 ele decidiu mudar o nome para somente Criolo pois considera que ser chamado de doido é um elogio, e tendo como exemplo de sua mãe, por tudo o que ela passou e viveu, as coisas por que lutou e conquistou pela arte e cultura no bairro onde viveram, ele não se considera merecedor desse elogio.Ser doido, em sua concepção, equivale a alguém que faz mudanças significativas em seu ambiente, tornando o mundo um pouco menos ‘sensato’ e mais ‘doido’, de um ponto de vista positivo, por isso a mudança do nome.
O cantor começou com seu primeiro disco chamado Ainda é Tempo, em 2006. O tema, que lembra uma das músicas da banda Legião Urbana, é uma das marcas do começo de sua carreira. em 2010, ele fez a gravação de um DVD ao vivo chamado Criolo Doido Live in SP, começando a carreira com muita produção. Um dos principais sucessos do cantor é ‘Não existe amor em SP’, que é do disco Nó na Orelha, essa música é uma mescla de diversos ritmos musicais e variadas nuances de sonoridades. O disco foi muito aclamado pela crítica no momento seu lançamento e foi eleito pela Revista Rolling Stone o melhor disco de 2011.
Criolo fez originalidade não apenas na música, mas no teor de suas letras, na sua interpretação poética e cheia de referências à nossa cultura brasileira e pop mundial do instante. Buscando a originalidade, a crítica social, a poesia das letras e da sonoridade, ele cria seu jeito próprio de fazer rap, mas sem fugir do modelo original do rap mundial. Seu talento é para todas as coisas, para escrever, descrever e criticar. Ele conquistou, além do público da cena rap tradicional, todo o público brasileiro com suas letras arrojadas e críticas ao nosso modelo de vida urbano nas grandes cidades.

CEARÁ MUSIC

O festival de música Ceará Music está de volta no ano de 2018 e nessa edição recebe o cantor, rapper e MC Criolo com seus maiores sucessos dos seus 27 anos de carreira solo e ainda canções com convidados como Rael da Rima, Ponto de Equilíbrio, Projota e Ivete Sangalo interpretando Tim Maia, além de fazer a divulgação da música “Boca de Lobo” lançada no fim do mês de setembro que promete ser o single de seu novo álbum que ainda não teve o nome divulgado pelo artista.

A presença do artista na capital cearense diante do atual cenário político se faz de extrema importância visto que ele exerce grande influência e retrata de forma crítica, racional e realista o que acontece nas capitais com letras que buscam conscientizar, quebrar estereótipos e trazer algum consolo e voz às populações marginalizadas e socialmente invisíveis. Aos 43 anos de idade Criolo tem a cara e a coragem de exprimir suas opiniões políticas e sociais e parece ser um eterno sonhador e idealizador.

SUGESTÕES DE PERGUNTAS:

• Por manter uma relação de respeito, afeto e orgulho com sua família genuinamente cearense, qual a sensação de cantar na cidade onde eles nasceram?
• O que você espera passar para os jovens com suas letras de lutas de classe, representatividade e consciência sobre o consumo de drogas?
• Um garoto negro, pobre e favelado se viu algum dia tomando palcos no mundo inteiro e interpretando músicas de astros como Tim Maia e Cartola?
• A cultura da periferia é socialmente discriminada, você acha que se esses costumes fossem ensinados e valorizados dentro da própria comunidade o preconceito diminuiria?
• O genocídio do jovem negro ou da população periférica é uma realidade muito forte em nosso país, como isso chega até você na comunidade em que você vive ou nas cidades em que se apresenta?
• De tudo o que acontece no país, política, violência, economia, festas.. Como um fato se faz relevante suficiente para que se torne uma música ou parte dela?
• Dentre todos os álbuns e faixas lançados, qual a letra te marca mais quando você toca nos shows? e para o público, existe alguma música que não pode faltar no repertório?
• Como você sente que vai ser com este novo cenário político com dois extremos disputando o governo, como fica o espaço para as canções de crítica social?
• Com todos os escândalos políticos explanados no país desde o final de 2017 o que a faixa “Boca de Lobo” representa hoje?
• Qual a mensagem que você deixa para os jovens cearenses que vivem nas periferias sem muitas condições de investir em uma carreira, mas que um dia sonham em ser rappers?

 

“Ainda há tempo” 2006- relançamento com remasterizarão em 2016 (foto de capa)

Capa do disco “Nó na Orelha” 2011

Foto de divulgação – “Duas de Cinco”, 2013

Foto de divulgação- “Convoque Seu Buda”, 2014

Criolo e Ivete na toune nacional “Viva Tim”, 2015, em que os intérpretes traziam releituras dos clássicos de Tim Maia

Foto de divulgação – “Espiral de Ilusão”, 2017

 

Ilustração feita para o disco “Espiral de Ilusão”, 2017

 

Litoral Nordeste – Exercício 4

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PRAIA DE CAPONGA - CEARÁ

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