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Mercado Central é referência no turismo

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Por
Ernane Ribeiro
Felipe Andrade

O mercado central de Fortaleza, conhecido ponto turístico, localizado centro de Fortaleza o mercado foi autorizado para a construção no ano de 1809. O mercado de início serviria apenas para o comércio fruta, carne e verdura, mas o ponto estava em estado precário e em 1814 foram demolidas algumas de suas instalações para vir dá lugar a um novo prédio que seria chamado de Cozinha do Povo. Aumentando e gerando novos lojistas.

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Os visitantes encontram o melhor do artesanato cearense em artigos de couro, palha, rendas, roupas, além de lembrancinhas

Em 1931 ocorreu a mudança mais significativa do mercado. Nesse ano houve uma proibição para venda de carnes, frutas e legumes. Isso deu lugar aos tradicionais boxes de artesanato do mercado. Isso aconteceu devido à boa freguesia do lugar. Também por conta de seu posicionamento, perto do centro e da Beira-Mar. O mercado passava a vender mais coisas derivadas do caju: cachaça, doce e decoração. Cadeiras feitas com cipó, redes rendadas com o mais fino bordado, esculturas feitas na mão e cordéis regionais com causos da época.

O mercado viria a ser reinaugurado em 1975 ocupando um espaço de 1.200 metros quadrados. Tornando um verdadeiro labirinto de boxes com produtos diversos do Ceará. Para aqueles que vinham de outro estado ou até mesmo de outro país, chegavam lá e se surpreendiam com o tanto de produtos exóticos artesanais que encontravam nas lojas. Desta forma o comércio dentro do mercado crescia cada vez mais e com isso ia aumentando o fluxo de vendedores e compradores.

O Mercado Central de Fortaleza já era a muito tempo um ponto turístico da capital, mas em 1990 o mercado sofria com ameaças de incêndios devidos as más instalações elétricas do prédio. Um novo mercado viria a ser idealizado. Esse mercado teria mais boxes crescendo assim a oportunidade para mais lojistas e artesões do interior do estado.

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Com total de 559 boxes, 18 banheiros, distribuídos em 5 (cinco) pavimentos, sendo um deles destinado a estacionamento

Hoje o Mercado Central localizado no centro da cidade possui 5 pavimentos, 559 boxes, 80 quiosques e 5 restaurantes.(FONTE: http://www.mercadocentraldefortaleza.com.br/historia/). Os visitantes encontram o melhor do artesanato cearense em artigos de couro e palha, rendas e bordados em roupas e peças de cama, mesa e banho, lembrancinhas. Produtos regionais como cachaça, baião de dois e rapadura. Ninguém que vá ao mercado pode deixar de saborear a comida tipicamente nordestina nos restaurantes de lá.

 

Em parceira com SEBRAE o Mercado Central disponibiliza uma sala para serem ministrados cursos e palestras de capacitação para permissionários e lojistas com objetivo de qualificá-los e assim garantir o melhor atendimento e alavancar as vendas do comércio. O presidente do mercado é o José Aquino Paulino seu vice Jocildo de Freitas Luz.

Atualmente o mercado recebeu um prêmio por excelência do site Trip Advision (site de viagens que fornece informações e opiniões relacionadas ao turismo) que avaliou a quantidade e a qualidade dos comentários e opiniões publicadas dos viajantes no período de doze meses.

GALERIA FLICKR: https://flic.kr/s/aHsmb7Gxdv

VÍDEO YOUTUBE: https://youtu.be/jo9HlAqSBKk

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Exercício de Slideshow com Som

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Exercício do blog

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Los Hermanos em sua formação original da esquerda para a direita: Rodrigo Barba, Rodrigo Amarante, Bruno Medina e Marcelo Camelo.

Rodrigo Amarante começou como um mero coadjuvante na banda de rock carioca Los Hermanos. A banda formada em 1997 junto com Marcelo Camelo e Rodrigo Barba formaram. Logo nas primeiras gravações surgiu em 1999 Los Hermanos homônimo. Rodrigo Amarante de Início não participou ativamente das composições, mas já no segundo disco o artista começou a dividir mais os vocais com o seu colega Marcelo Camelo.

Rodrigo Amarante também participou de diversos projetos: um deles é a banda Little Joy formada em 2007 na Califórnia (EUA). A foto faz parte da galeria do LP homônimo.

A banda anunciou um recesso em 2008. Em 2013 Rodrigo Amarante lança seu primeiro disco solo com o título Cavalo. Um disco intimista com composições onde o artista explora a saudade de seu eu lírico. Em entrevista para O Estado de São Paulo o cantor diz que esse segundo disco solo irá tratar de temas mais para fora de seu eu lírico.

O artista está com um projeto para lançar seu segundo trabalho em carreira solo no final de 2017. O músico fez o tema da série Narcos, da Netflix, a convite do diretor José Padilha. Participou em diversas gravações em álbuns de outros artistas como: Gilberto Gil, Fernanda Takai, Adriana Calcanhoto, Moreno Veloso, Marisa Monte e Mallu Magalhães. Rodrigo Amarante atualmente mora em Los Angeles e retornará ao Brasil para lançar o seu novo disco. O músico que já morou em Fortaleza quando jovem vem à cidade participar da gravação de uma proposta de um velho amigo seu: Fernando Catatau da banda cearense de rock Cidadão Instigado. O artista nos cederá uma entrevista por email.

 

  1. Qual o seu processo de composição?

2. Viajar atrapalha na sua rotina para compor?

O artista com 41 anos hoje mora desde de 2008 em Los Angeles (EUA).

3. O que terá em seu novo disco que não tem no primeiro (Cavalo)?

4. Como é fazer tantas parcerias, com tantos nomes da MPB?

5.O Los Hermanos ainda poderá vir a gravar mais um albúm de studio?

6.Você está acompanhando a música brasileira contemporânea?

7.Você prefere fazer shows mais intimista: só voz e violão ou prefere ter uma banda de apoio?

Suas composições são de profunda reflexão e lirismo. Amarante participou ao vivo na Rádio Antena 3 na França.

8. Você se considera um grande artista da música contemporânea?

9.Com quantos anos você compôs a sua primeira música?

10.Você pensa em voltar um dia para morar em Fortaleza novamente?

 

Los Hermanos estava em todos os programas de TV, no Caldeirão do Hulk em 2001 Amarante passou lá para cantar alguns hits.

 

Feira do Vinil – Mercado dos Pinhões

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Um Pedaço do Soul: Morre Charles Bradley

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Show em Pasadena, CA – Junho 24: Charles Bradley se emociona ao cantar em show contra o racismo. (Foto de Rich Fury/Getty Images for Arroyo Seco Weekend)

A voz de Charles Bradley evoluiu de uma vida útil de pagar dívidas ao estrelato como cantor de soul music, tendo trabalhado como descarregador durante décadas em várias cidades dos EUA do Maine ao Alasca – cantando e atuando em seu tempo livre – antes de se reinstalar em sua cidade natal Brooklyn e eventualmente encontrar uma casa de música em Dunham . Em seu timbre distintamente áspero, ele escuta a voz inconfundível da experiência – cada nota e inflexão rara que reflete o seu caminho pessoal, extenso, às vezes radical como o timbre de um roqueiro.

Diagnosticado com câncer de estômago em 2016, Charles Bradley morreu. A notícia foi veiculada no perfil do Twitter do músico. “É com profundo pesar que anunciamos a morte de Charles Bradley. Obrigado por seus pensamentos e orações durante este difícil período”, diz a mensagem.

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Bradley se apresentaria no festival Rock in Rio no sábado (16), mas cancelou o show justamente para tratar da doença. O músico foi diagnosticado com câncer no estômago e, depois de fazer tratamento, descobriu que a doença tinha se espalhado para o fígado.

Cantor protagonizou o documentário Soul of America. De origem humilde Charles Bradley possuía um timbre triste, doido e arrepiante. (Foto de Daptone Records)

Depois do tratamento, recuperado, ele voltou aos palcos. Mas, no início deste mês, Bradley cancelou sua turnê, que incluía uma apresentação no Rock in Rio e outra em São Paulo, porque o câncer tinha voltado e atingido o fígado.

A carreira de Charles Bradley tem uma linha do tempo bastante inusitada e só começou em 1996, quando ele já tinha quase 50 anos de idade, e resolveu criar um personagem chamado Black Velvet, com o qual imitava nomes como James Brown. Foi só em 2011 que ele lançou um disco próprio, o primeiro da carreira, com No Time For Dreaming, e de lá pra cá, nesses últimos seis anos, ele alcançou respeito e admiração de fãs pelo mundo e da comunidade artística. Com uma voz absurda, interpretação incrível e versões maravilhosas de nomes como Nirvana e Black Sabbath ele lançou mais dois discos, Victim Of Love (2013) e Changes (2016).

 

Fontes: TMDQA, Folha de São Paulo, Gazeta do Povo

Jornalistas esportivos falam da honestidade dos jogadores brasileiros

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O jornalista e apresentador do Redação Sporttv André Rizek usou de suas redes sociais para debater a honestidade dos jogadores de futebol brasileiro. Esse assunto vem sendo discutido dentro do jornalismo esportivo nos últimos dias a questão da honestidades dos jogadores de futebol é uma boa crônica sobre o cenário do pais. O jornalista do Sporttv André Rizek disse em um post em seu Twitter sobre:

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André Rizek crítica as atitudes nos últimos tempos de jogadores brasileiros que cobram algo, mas na hora de se dá o exemplo; não correspondem de acordo com aquilo que falam. O jornalista esportivo faz duras críticas a forma como o atleta falha em caráter.

O velho e famoso jeitinho brasileiro de fazer as coisas segundo a antiga lei de Gerson. Andre Rizek cobra que o jogador seja sincero, honesto, não pense que os três pontos valham mais que um ato de personalidade e caráter. O erro do jogador é querer sempre que a honestidade venha favorecer a sua equipe.

Rodrigo Mattos repórter da Uol foi só mais um de tantos cronistas esportivos que falaram sobre a atitude do jogador Jô do Corinthians neste domingo (17 setembro) contra o Vasco.

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O Corinthians ganhou o jogo com o placar de 1 x 0 e se firmou mais líder no campeonato brasileiro. O time abriu novamente a diferença de dez pontos para o vice líder Grêmio, mas o que chamou a atenção da crônica esportiva foi a falta de honestidade do jogador que há pouco tempos atrás se envolveu em um lance marcante na história do futebol brasileiro. O zagueiro Rodrigo Caio do São Paulo em jogo pelo campeonato paulista pisou no seu companheiro de equipe: o goleiro Renan Ribeiro. O árbitro da partida Luiz Flávio de Oliveira entendeu que quem havia pisado no goleiro teria sido o atacante Jô, mas em um ato raro no futebol Rodrigo Caio foi até o árbitro que já havia aplicado um cartão amarelo no atacante corintiano que assim estaria fora do segundo jogo da semifinal do paulistão. O zagueiro disse ao juiz da partida que ele que teria pisado no goleiro, o juiz anulou o cartão para Jô e o jogo seguiu. Essa atitude do boleiro gerou uma série de discussões no mundo do futebol. Quando todos esperavam uma atitude parecida de Jô na partida contra o Vasco o atacante falhou em honestidade. Jô fez um gol de braço o que levou todos a se perguntarem: cadê o homem que havia elogiado e cobrado a atitude do companheiro de profissão?

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