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Feira do Vinil – Mercado dos Pinhões

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Um Pedaço do Soul: Morre Charles Bradley

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Show em Pasadena, CA – Junho 24: Charles Bradley se emociona ao cantar em show contra o racismo. (Foto de Rich Fury/Getty Images for Arroyo Seco Weekend)

A voz de Charles Bradley evoluiu de uma vida útil de pagar dívidas ao estrelato como cantor de soul music, tendo trabalhado como descarregador durante décadas em várias cidades dos EUA do Maine ao Alasca – cantando e atuando em seu tempo livre – antes de se reinstalar em sua cidade natal Brooklyn e eventualmente encontrar uma casa de música em Dunham . Em seu timbre distintamente áspero, ele escuta a voz inconfundível da experiência – cada nota e inflexão rara que reflete o seu caminho pessoal, extenso, às vezes radical como o timbre de um roqueiro.

Diagnosticado com câncer de estômago em 2016, Charles Bradley morreu. A notícia foi veiculada no perfil do Twitter do músico. “É com profundo pesar que anunciamos a morte de Charles Bradley. Obrigado por seus pensamentos e orações durante este difícil período”, diz a mensagem.

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Bradley se apresentaria no festival Rock in Rio no sábado (16), mas cancelou o show justamente para tratar da doença. O músico foi diagnosticado com câncer no estômago e, depois de fazer tratamento, descobriu que a doença tinha se espalhado para o fígado.

Cantor protagonizou o documentário Soul of America. De origem humilde Charles Bradley possuía um timbre triste, doido e arrepiante. (Foto de Daptone Records)

Depois do tratamento, recuperado, ele voltou aos palcos. Mas, no início deste mês, Bradley cancelou sua turnê, que incluía uma apresentação no Rock in Rio e outra em São Paulo, porque o câncer tinha voltado e atingido o fígado.

A carreira de Charles Bradley tem uma linha do tempo bastante inusitada e só começou em 1996, quando ele já tinha quase 50 anos de idade, e resolveu criar um personagem chamado Black Velvet, com o qual imitava nomes como James Brown. Foi só em 2011 que ele lançou um disco próprio, o primeiro da carreira, com No Time For Dreaming, e de lá pra cá, nesses últimos seis anos, ele alcançou respeito e admiração de fãs pelo mundo e da comunidade artística. Com uma voz absurda, interpretação incrível e versões maravilhosas de nomes como Nirvana e Black Sabbath ele lançou mais dois discos, Victim Of Love (2013) e Changes (2016).

 

Fontes: TMDQA, Folha de São Paulo, Gazeta do Povo

Jornalistas esportivos falam da honestidade dos jogadores brasileiros

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O jornalista e apresentador do Redação Sporttv André Rizek usou de suas redes sociais para debater a honestidade dos jogadores de futebol brasileiro. Esse assunto vem sendo discutido dentro do jornalismo esportivo nos últimos dias a questão da honestidades dos jogadores de futebol é uma boa crônica sobre o cenário do pais. O jornalista do Sporttv André Rizek disse em um post em seu Twitter sobre:

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André Rizek crítica as atitudes nos últimos tempos de jogadores brasileiros que cobram algo, mas na hora de se dá o exemplo; não correspondem de acordo com aquilo que falam. O jornalista esportivo faz duras críticas a forma como o atleta falha em caráter.

O velho e famoso jeitinho brasileiro de fazer as coisas segundo a antiga lei de Gerson. Andre Rizek cobra que o jogador seja sincero, honesto, não pense que os três pontos valham mais que um ato de personalidade e caráter. O erro do jogador é querer sempre que a honestidade venha favorecer a sua equipe.

Rodrigo Mattos repórter da Uol foi só mais um de tantos cronistas esportivos que falaram sobre a atitude do jogador Jô do Corinthians neste domingo (17 setembro) contra o Vasco.

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O Corinthians ganhou o jogo com o placar de 1 x 0 e se firmou mais líder no campeonato brasileiro. O time abriu novamente a diferença de dez pontos para o vice líder Grêmio, mas o que chamou a atenção da crônica esportiva foi a falta de honestidade do jogador que há pouco tempos atrás se envolveu em um lance marcante na história do futebol brasileiro. O zagueiro Rodrigo Caio do São Paulo em jogo pelo campeonato paulista pisou no seu companheiro de equipe: o goleiro Renan Ribeiro. O árbitro da partida Luiz Flávio de Oliveira entendeu que quem havia pisado no goleiro teria sido o atacante Jô, mas em um ato raro no futebol Rodrigo Caio foi até o árbitro que já havia aplicado um cartão amarelo no atacante corintiano que assim estaria fora do segundo jogo da semifinal do paulistão. O zagueiro disse ao juiz da partida que ele que teria pisado no goleiro, o juiz anulou o cartão para Jô e o jogo seguiu. Essa atitude do boleiro gerou uma série de discussões no mundo do futebol. Quando todos esperavam uma atitude parecida de Jô na partida contra o Vasco o atacante falhou em honestidade. Jô fez um gol de braço o que levou todos a se perguntarem: cadê o homem que havia elogiado e cobrado a atitude do companheiro de profissão?

Legendas

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Em praia da Nova Jersey baleia encalha e preocupa banhistas.

Multidão de barcos nas ruas de Amsterdam. Evento que leva os barcos do mar para as ruas acontece todos os anos na cidade.

Bebê nasce com seis meses e 800 gramas e está em observação no hospital do Rio de Janeiro.

Toureiro cai e em seguida derruba boi em Madri durante festival que reuniu mais de vinte mil pessoas.

Várzea europeia: meninos improvisam campo para não deixar de jogar bola em campo na Itália.

Lixo médico em pleno território do local de teste Krasny Bor na Rússia. O governo russo diz que irá tomar medidas cabíveis para tratar da poluição no local.

Menino encara de frente policias durante passeata pela paz na Sérvia.

Brincando de felicidade, crianças espanholas se divertem em meio ao pequeno espaço nas favelas da cidade.

Poluição no rio São Francisco assusta moradores. Vazamento de esgoto está matando todo o cardume do rio.

Ciclistas protestam pelados na avenida paulista contra a censura do estado de São Paulo para a liberdade de expressão.

Minicarro elétrico é lançado na Corea

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Ecológico e prático, o protótipo será oficial ainda em 2017 (Foto: Divulgação)

O Armadillo-T é um minicarro elétrico dobrável. Em um mundo que é dominado por carros, o tatu-T é um veículo eco eficiente será lançado nesta sexta-feira (1 de setembro) no salão de carros de Fortaleza. O carro não vai só reduzir as emissões de carbono, mas também ajudar a diminuir a quantidade de espaço necessário para estacionar um veículo.

Assim, o usuário não precisa ser bom de manobras: é só descer do carro, dobrá-lo e ver se ele cabe no espaço disponível, tudo manipulando a tela do celular. Quando desdobrado e em movimento, o Armadillo-T é um carro elétrico verdadeiramente 4×4, com quatro motores, um dentro de cada roda, acionados por um conjunto de baterias de íons de lítio de 13,6 kWh.

O modelo de carro desafia as vagas mais estreitas (Foto: Divulgação)

A colocação dos motores nas rodas é uma opção tecnicamente muito eficiente, além de facilitar a “dobradura” do carro-tatu. Com 450 kg vazio, o Armadillo-T pode levar duas pessoas e atingir uma velocidade máxima de 60 km/h. Uma carga completa das baterias dá uma autonomia de 100 km.

Projetado e fabricado pela Coreia do Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia (KAIST), o Armadillo-T é um veículo elétrico em pleno funcionamento, que convenientemente se dobra em si mesmo quando estacionado para ajudar a economizar espaço. O atrativo do modelo é a sua capacidade de se dobrar como se fosse um tatu (em inglês, armadillo), levantando toda a traseira do veículo para caber em qualquer vaga.
Fica estranho, mas o tamanho original do minicarro, que tem 2,8 metros de comprimento, reduz-se para 1,65 metro. Carro elétrico dobrável é inspirado no tatu-bola. Dobrado, o carro-tatu-bola passa de seus 2,8 metros originais para 1,65, cabendo em qualquer canto.

O carro não consegue exatamente se enrolar – na verdade, ele encolhe agindo exatamente ao contrário do que faz o tatu-bola, erguendo sua parte traseira, que avança sobre a dianteira. É a solução para o grande trânsito de veículos das grandes cidades, economia para o bolso e respeito ao meio ambiente. Não se preocupe em ficar preso dentro do carro dobrado. Um controle remoto acionado por celular permite manobrar o Tatu à distância, incluindo fazê-lo girar 360 graus.

 

 

 

 

Pollyana Ferrari fala das multiplataformas do jornalismo digital

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midiais sociais

 

Pollyana Ferrari em entrevista ao site Nulo Comunicação dá dicas e fala de como o jornalista tem que está por dentro das mídias sociais. O dinamismo que a comunicação de hoje traz é continuo. O jornalista tem que seguir uma notícia dentro da web como uma pré-matéria. Todas as plataformas devem ser exploradas como uma grande fonte de produção e distribuição. A jornalista Pollyana Ferrari aborda isso num dos trechos de sua entrevista, ela diz que: “o perfil do comunicador online tem que ser o de uma pessoa multiplataforma, que consegue entender que hoje você tem que comunicar no Facebook, Twitter…”. Com base naquilo que se lê dentro das redes socias o perfil do jornalista deve-se habituar as mídias sociais discorre Pollyana Ferrari doutora em Ciências da Comunicação ECA/USP.

O mundo digital está cada vez mais em evolução qualquer pessoa pode filmar ou tirar uma foto de acidente, denunciando alguma coisa etc. A interação que há dentro das redes é o mote para o estudo da professora e jornalista Pollyana Ferrari. Como a sociedade passa a reagir com posts, compartilhamentos e mensagens que integram diversas plataformas e mídias sociais. “O jornalista tem que pensar no vídeo no áudio numa infografia multimídia, na possibilidade como ele vai chamar isso no Twitter. Como ele vai replicar no Facebook.” esclarece Pollyana.

sm

 

No mundo da comunicação o profissional mais apto a receber de forma aberta a notícia que se espalha dentro das multiplataformas, também, deve-se saber apurar para não cometer equívocos ao analisar notícias. “não tenha medo de experimentar. O comunicador desiste mesmo antes de usar a rede, minha dica é escreva publique aproveite a rede, use essas ferramentas como portfólio” completa em entrevista Pollyana Ferrari.

 

 

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