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São paulo FC, de desacreditado, a provável campeão Brasileiro de 2018

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São Paulo FC, De Desacreditado, à Provável Campeão Brasileiro 2018

É bem verdade que quando se fala em títulos nacionais, o SPFC é umas das principais forças do futebom nacional, porém desde o último título brasileiro de 2008, o tricolor paulista “adormeceu”, isso porque enfrentou dificuldades financeiras, más adminstrações e etc.

A equipe que até pouquíssmo tempo era um exemplo de organização, tornou-se sinônimo de bagunça e crises frequentes, o time que era acostumado sempre está no topo do futebol nacional, sul-americano e até mundial, passava por um árduo período, onde recebia cobranças extremas, críticas da emprensa e até invasão de torcedores ao CT, coias totalmente novas para um cluibe tão vencedor.

O grande, gigante, soberano tricolor do Morumbi, tinha que se reenventar, estava visívelmente ultrapassado e, o gigante tinha que acordar, afinal de contas, um clube com uma história tão rica, não poderia simplesmente ficar nessa crise para o resto da vida.

O último título do time foi a copa sul-americana de 2012, contra o Tigres da Argentina, em jogo que acabou no primeiro tempo por conta das brigas, neste jogo, apesar de o ídolo maior do São paulo estar em campo, Rogério Ceni, quem levantou a taça foi Lucas Moura, honra dada por Rogério, pois era o último jogo de Lucas pela equipe Paulista, o jovem jogador estava se tranferindo na época para o PSG da França.anigif

Desde então, exceto 2016 quando a equipe brigou e se classificou para Libertadores da américa via campeonato Brasileiro, o time brigou constatemente conta o rebaixamento, um clube que nunca tinha amargago jogar uma serie B, nesses últomos anos, isso quase aconteceu.

O ano de 2018, começou como os anteriores, com a equipe desacreditada, eliminado do Paulistão, da copa do Brasil e começando mal o campeonado Brasileiro. Só que nesse meio tempo, chegaram novas pessoas na diretoria tricolor, foram eles: um novo técnico, um novo diretor de futebol e um ex joigador, que agora também agora já fazia o parte da diretoria, depois da chegada dessas pessoas, o brilho no torcedor são paulino voltou, a equipe voltou a brigar nas primeiras posições do campeonato nacional

Até bem pouco tempo era líder, agora é vice-líder, ainda restando quatorze rodadas para o fonal do campeonado, tendo totais condiçoes para ser Hepta Campeão Brasileiro, uma equipe, que no começo da temporada ninguém, nem mesmos os próprios torcedores acreditavam que o time ia brigar por um título importante na temporada de 2018, hoje todos colocam o São paulo como um dos favoritos ao triunfo Nacional.

 

Escolas de Pacaraima têm superlotação com entrada de venezuelanos

Com o aumento do fluxo de imigrantes venezuelanos este ano para o Brasil, o município de Pacaraima (RR), que faz fronteira com o país vizinho, passou a enfrentar o problema da superlotação nas salas de aula.

O sistema de educação pública da cidade atendeu 1.338 alunos em 2017, entre brasileiros e venezuelanos nas três escolas da sede. Este ano, a rede municipal atingiu o número de 2.030 estudantes matriculados da creche até o 6º ano do Ensino Fundamental I, sendo que 530 são estrangeiros.

Em março deste ano, o secretário municipal de Educação, Agamenon Rodrigues encaminhou um relatório ao MEC apontando a situação e pedindo medidas emergenciais, mas, segundo ele, não foi atendido até o momento.

“Se a gente não tiver ajuda, vamos ter um colapso na educação do município. Hoje a gente não atende mais devido à falta de espaços nas escolas. A creche hoje era para atender 120 alunos, nós estamos atendendo 280. Fizemos adequações em algumas salas para poder atender esses alunos. Da mesma forma as outras escolas estão com as salas superlotadas”, afirmou Rodrigues em entrevista à Agência Brasil.

O documento foi entregue novamente ao MEC ontem (21) ao secretário executivo adjunto da pasta, Felipe Sigollo, que esteve no município como parte da equipe interministerial que visitou o município de Pacaraima e se reuniu com atividades locais e agentes sociais para avaliar a situação e colher a situação sobre os migrantes venezuelanos.

No último sábado (18), moradores do município expulsaram venezuelanos de barracas e abrigos e atearam fogo a seus pertences, em um princípio de revolta contra a presença deles na cidade.

Rede municipal de educação
A rede municipal de ensino de Pacaraima é formada por oito escolas, sendo que cinco delas atendem às comunidades indígenas e três concentram o fluxo urbano de estudantes na sede do município.

A Escola Municipal Casimiro de Abreu, que atende do 3º ao 6º ano do ensino fundamental, conta com uma estrutura de 12 salas de aula com capacidade para atender 600 alunos, estava com 689 alunos matriculados em março deste ano, sendo 211 venezuelanos. A Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental Alcides da Conceição Lima, que atende as etapas da pré-escola II ao 2º ano do Ensino Fundamental I estava com 62 alunos acima de sua capacidade: 566 alunos matriculados sendo 134 venezuelanos.

A Creche Municipal Jessyca Christine Carvalho da Cruz, que atende as etapas de creche e pré-escola I e II com capacidade para 120 alunos, estava em março com 263 alunos matriculados sendo 70 venezuelanos. As escolas atendem nos dois turnos, matutino e vespertino, com 2030 alunos matriculados.

O recurso que a secretaria recebe é destinado a alunos brasileiros e venezuelanos documentados e cadastrados no censo de 2017 e não contempla o aumento da demanda em 2018. O município não trabalha com listas de espera e tanto alunos brasileiros quanto venezuelanos estão aptos para fazer inscrição no momento de abertura das matrículas.

O documento entregue ao MEC apresenta uma série de opções para atender o aumento da demanda de estudantes no município: construção de creche, adaptação nas escolas municipais da sede, contêineres e aluguel de prédios particulares além da compra de material didático , pedagógico, alimentação e transporte escolar. O município também pediu a antecipação do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) referente a 2018.

“Hoje, se a gente tivesse espaço e qualquer construção ou se tivesse contêineres, qualquer coisa, a gente atenderia mil alunos da migração. A demanda seria mil alunos. Então a gente fez relatórios, enviamos para o MEC mas até o presente momento não tivemos nenhuma resposta”, afirmou o secretário municipal de Pacaraima.

Por fazer divisa com a cidade venezuelana de Santa Elena de Uairén, nas escolas do município de Pacaraima 90% dos professores falam espanhol, que também é uma disciplina da grade curricular das escolas. O secretário municipal estima que nas turmas de educação infantil na faixa de 3 a 5 anos o número de venezuelanos chegue a 60% em relação aos brasileiros.

“A gente não atende porque não temos vagas nas escolas. E os que chegaram, que a gente pode atender da melhor forma, a gente acolheu. Então, o município tem acolhido independente da nacionalidade, a gente tem atendido todos os alunos e a gente tem feito trabalho nas escolas, onde a gestão, os professores e os alunos aceitam de bom modo todos esses alunos”, afirmou o secretário de Pacaraima.

Adaptação
Uma das dificuldades encontradas pelos alunos estrangeiros para ingressar no ensino municipal de Pacaraima é o custo da tradução juramentada da documentação escolar. Com o aumento do fluxo migratório, a secretaria abriu mão dessa exigência para que os estudantes estrangeiros pudessem ser acolhidos nas escolas.

“Eles chegam lá e muitas vezes estudaram um período, que é diferente no Brasil em relação à Venezuela. A maioria não tem condições de fazer a tradução e o município abriu o leque. A gente recebe, faz uma análise e uma prova de classificação pra saber em que nível esses alunos estão pra poder cursar no Brasil”, afirma Rodrigues.

Para ingressar na rede municipal de educação de Pacaraima, os estudantes venezuelanos passam por uma avaliação de adaptação ou reclassificação em qualquer época do período letivo considerando o documento apresentado pelo aluno e seu desenvolvimento ou na série correspondente. A matrícula do aluno estrangeiro pode ser feita em qualquer época do ano ou período letivo a ser cursado de imediato desde que esteja garantida a possibilidade de cumprimento dos critérios mínimos de carga horária, dias letivos e frequência estipulados pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB/96).

Transporte escolar
Entre os pedidos apontados no documento entregue em março deste ano ao MEC, o município de Pacaraima pede a aquisição de 10 ônibus escolares. Hoje a cidade possui quatro veículos para esse objetivo, sendo que dois atendem às comunidades indígenas e dois fazem o transporte dos estudantes urbanos, o que inclui o transporte dos alunos que residem em Santa Elena de Uairén. Anualmente, a Secretaria aluga mais quatro veículos para auxiliar nesse transporte.

Após o episódio de violência contra os venezuelanos neste sábado, o prefeito de Paracarima, Juliano Torquato (PRB) cancelou temporariamente o transporte de cerca de 300 alunos brasileiros e venezuelanos residentes em Santa Elena.

“Saiu muito áudio dizendo que queimaram os carros brasileiros que entrassem na Venezuela. Ficamos com medo pela integridade física dos alunos”, afirmou o secretário municipal Agamenon Rodrigues em entrevista à Agência Brasil.

Após uma reunião com a prefeitura ontem, ficou definido que os ônibus escolares voltarão a buscar normalmente os estudantes a partir de hoje (22).

Refúgio
Até junho deste ano 24.356 venezuelanos pediram refúgio no Brasil segundo dados do Ministério da Justiça, o que representa um crescimento de 26,6% em relação ao ano anterior.

Apenas em Roraima, principal acesso dessa população ao país, foram registrados 18.374 pedidos de refúgio no primeiro semestre deste ano, número maior do que o total de pedidos em todo o país registrados em 2017, um total de 17.865.

A Agência Brasil procurou o MEC para comentar os pedidos do município de Pacaraima, mas a pasta não se pronunciou sobre o assunto até a publicação da matéria.

Câmara derruba proibição a financiamento privado de campanha

Ministros do STF votam sobre a inconstitucionalidade de doação de empresas para campanhas política (reprodução Folha)

O plenário da Câmara dos Deputados encerrou na noite desta quarta-feira (9) a votação da parte da reforma política que não precisa de alteração na Constituição. Como principal ponto, derrubou a decisão do Senado que proibia o financiamento privado das campanhas políticas.

Com isso, mantém-se a possibilidade de as empresas fazerem doação eleitoral.

Tanto a Câmara quanto o Senado analisam nos últimos meses propostas de reforma política e eleitoral, com modificações na Constituição e nas leis ordinárias.

A parte da reforma que não altera a Constituição segue agora para a sanção ou veto da presidente Dilma Rousseff.

Partidos de esquerda que defendem o financiamento exclusivamente público de campanha tentaram manter a decisão do Senado, mas a emenda encampada por eles foi derrotada por 285 votos a 180.

PT, PSB, PDT, PC do B, PPS, PV e PSOL votaram contra o financiamento privado. PMDB, PSDB, DEM, PSDB, PR, PTB, PP e demais partidos votaram a favor.

“Essa é uma medida moralizadora, meu voto é sim [à decisão do Senado]”, discursou o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE).

“Tirar o financiamento das empresas é estimular o caixa dois”, rebateu o deputado Marcus Pestana (MG), que falou em nome da bancada do PSDB.

TEMPO DE CAMPANHA

Além da manutenção do financiamento privado dos políticos, o projeto estabelece teto de doação de R$ 20 milhões, teto para gasto dos candidatos e redução do atual t

STF proíbe doações de empresas para campanhas eleitorais e partidos

Exercício com o site da Folha

Por 8 votos a 3, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quinta-feira (17) que é inconstitucional o financiamento de empresas para campanhas eleitorais e partidos.

A decisão tem potencial impacto nas disputas eleitorais, uma vez que as empresas são os maiores doadores de políticos e partidos, e já terá validade a partir das eleições municipais de 2016.

O entendimento do Supremo deve ser usado pela presidente Dilma Rousseff para vetar a lei aprovada pelo Congresso na semana passada e que permite doações de empresas para partidos políticos, no limite de até R$ 20 milhões. Em meio à crise política, Dilma é pressionada por aliados a dar aval ao texto. A petista tem até o dia 30 para avaliar o projeto.

Um possível veto pode complicar ainda mais a relação da presidente com o Congresso. Se não vetar, a norma será questionada no STF e ministros ouvidos pela Folha dizem que o texto do projeto da Câmara será considerado inconstitucional

Atualmente, a lei permite a doação de empresas e fixa o limite em até 2% do faturamento bruto do ano anterior ao da eleição.

Nas eleições de 2014, mais de 70% do dinheiro arrecadado pelos partidos e candidatos veio de empresas. A ação que questiona a legalidade das doações foi apresentada pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e começou a ser julgada em 2013, sendo interrompida por duas vezes.

A maioria dos ministros seguiu o voto do relator do caso, ministro Luiz Fux, defendendo que as contribuições de empresas desequilibram o jogo político, ferindo o principio da isonomia.

Votaram nesse sentido os ministros: Rosa Weber, Cármen Lúcia, Marco Aurélio, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, além do ministro aposentado Jo

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A história da Praça Luiza Távora tem inicio na década de 20, quando Plácido de Carvalho iniciou a construção de um “castelo”, que serviria de lar para ele e sua esposa Maria Pierina Tacconi Rossi. A construção foi finalizada em 1921. O castelo maior era a residência do casal, e os menores para os empregados

Em 1934 de Plácido vem a falecer e ali passa a funcionar o serviço de Malária. Após a morte de Pierina em 1957, sua filha vende a propriedade. No inicio dos anos 70 quase todos os imóveis são demolidos a fim de se construir um supermercado, o que nunca aconteceu. Em 1979, a então primeira dama do estado, D. Luiza Távora, decide construir no local, em centro que abrigasse o artesanato cearense.

A Praça Luiza Távora, mais conhecida como Praça do Ceart, foi reinaugurada pelo Governo do Estado em fevereiro de 2011. A praça fica no quadrilátero formado pelas ruas Monsenhor Bruno, Costa Barros e Carlos Vasconcelos com a avenida Santos Dumont, na Aldeota.Abriga, entre outros equipamentos, o Ceart.

Minicarro elétrico dobrável é lançado na Coreia

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Dobrado, o carro-tatu-bola passa de seus 2,8 metros originais para 1,65, cabendo em qualquer estacionamento

Engenheiros do Instituto de Ciências e Tecnologias Avançadas da Coreia do Sul criaram o “O Armadillo-T” é um minicarro elétrico dobrável. Em um mundo que é dominado por carros, o tatu-T é um veículo eco eficiente que não vai só reduzir as emissões de carbono, mas também ajudar a diminuir a quantidade de espaço necessário para estacionar um veículo. Projetado e fabricado pela Coreia do Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia (KAIST), o Armadillo-T é um veículo elétrico em pleno funcionamento, que convenientemente se dobra em si mesmo quando estacionado para ajudar a economizar espaço.

O atrativo do modelo é a sua capacidade de se dobrar como se fosse um tatu (em inglês, armadillo), levantando toda a traseira do veículo para caber em qualquer vaga.
O carro não consegue exatamente se enrolar – na verdade, ele encolhe agindo exatamente ao contrário do que faz o tatu-bola, erguendo sua parte traseira, que avança sobre a dianteira. É a solução para o grande trânsito de veículos das grandes cidades, economia para o bolso e respeito ao meio ambiente.

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Com 450 kg vazio, o Armadillo-T pode levar duas pessoas e atingir uma velocidade máxima de 60 km/h

O projeto de pesquisa foi apoiado pelo governo coreano, pelo Ministério da Terra, Infraestrutura e Transportes e pela Agência de Infraestrutura Tecnológica da Coreia e apresentado a imprensa em agosto passado. Como a traseira fica por cima de toda a frente do carro, ele não possui espelhos laterais, usando câmeras para visão lateral. Se o Armadillo-T chegar às ruas, ele vai encontrar um concorrente: o espanhol Hiriko.

Há tantos carros circulando nas grandes metrópoles que as vias estão transformando-se em grandes estacionamentos enfileirados.

Essa questão complexa está longe de ter uma solução simples, mas os carros compactos surgem como uma alternativa, ainda que não seja ideal. Fica estranho, mas o tamanho original do minicarro, que tem 2,8 metros de comprimento, reduz-se para 1,65 metro. Carro elétrico dobrável é inspirado no tatu-bola.

Dobrado, o carro-tatu-bola passa de seus 2,8 metros originais para 1,65, cabendo em qualquer estacionamento.

Não se preocupe em ficar preso dentro do carro dobrado. Um controle remoto acionado por celular permite manobrar o Tatu à distância, incluindo fazê-lo girar 360 graus.
Assim, o usuário não precisa ser bom de manobras: é só descer do carro, dobrá-lo e ver se ele cabe no espaço disponível, tudo manipulando a tela do celular.

Quando desdobrado e em movimento, o Armadillo-T é um carro elétrico verdadeiramente 4×4, com quatro motores, um dentro de cada roda, acionados por um conjunto de baterias de íons de lítio de 13,6 kWh.

A colocação dos motores nas rodas é uma opção tecnicamente muito eficiente, além de facilitar a “dobradura” do carro-tatu. Com 450 kg vazio, o Armadillo-T pode levar duas pessoas e atingir uma velocidade máxima de 60 km/h. Uma carga completa das baterias dá uma autonomia de 100 km.

Febre amarela leva União a reconhecer situação de emergência de cinco cidades

O governo federal reconheceu situação de emergência em cinco cidades devido ao surto de febre amarela. As portarias foram publicadas no Diário Oficial da União de hoje (20) pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), vinculada ao Ministério da Integração Nacional. Elas permitem que as prefeituras de Coronel Fabriciano (MG), Governador Valadares (MG), Manhumirim (MG), Teófilo Otoni (MG) e Ibatiba (ES) solicitem apoio emergencial para ações de socorro e assistência à população.

Embora situadas em regiões afetadas pelo surto, três das quatro cidades mineiras beneficiadas pela medida não têm nenhum caso confirmado de febre amarela. Conforme o último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), divulgado na sexta-feira (17), Coronel Fabriciano, Governador Valadares e Manhumirim contabilizam juntas sete casos em investigação e três foram descartados. Também não há mortes suspeitas entre os moradores destas cidades. Por outro lado, como são municípios mais estruturados, suas unidades de saúde estão recebendo pacientes de cidades vizinhas.

De acordo com o Ministério da Integração Nacional, entre os critérios para reconhecimento da situação de emergência, estão a dificuldade no controle da doença, a existência de danos humanos consideráveis e a possibilidade de se normalizar a situação a partir do apoio complementar dos governos estaduais ou federal. No início do mês passado, o governador mineiro Fernando Pimentel também havia decretado situação de emergência em saúde pública em uma área que abrange 152 municípios.

O outro município de Minas Gerais com situação de emergência reconhecida pelo governo federal é Teófilo Otoni, que tem nove confirmações para a doença e mais 24 casos em investigação. O município também confirmou sete mortes por febre amarela e há mais 17 sendo analisadas.

Próximos a Teófilo Otoni estão as duas cidades com maior quantidade de óbitos confirmados. Ladainha, a cerca de 70 quilômetros, registra 12 mortes por febre amarela. Em Itambacuri, distante 35 quilômetros, oito vítimas morreram em decorrência da doença.

Além das cidades mineiras, o município capixaba Ibatiba também teve reconhecida a situação de emergência. Não há nenhuma confirmação da doença entre seus moradores, mas há oito casos suspeitos e, em cinco deles, os pacientes estão em estado grave.

Dados

A SES-MG anunciou que passará a divulgar boletins epidemiológicos apenas duas vezes por semana, às terças-feiras e às sextas-feiras. Até agora, segundo os dados da semana passada, Minas Gerais soma 1.012 notificações para febre amarela. Destes, 57 foram descartadas e 220 são casos confirmados. As mortes que tiveram confirmação para a doença são 78. Mais 96 mortes continuam sendo investigadas.