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Pra evitar gastos em evento, homem enterra garrafa de Vodka em festival, em Nova York

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Um americano decidiu burlar as regras de um festival de música e beber a própria vodka durante o dia da festa. Para driblar os altos preços das bebidas vendidas no evento, ele enterrou antecipadamente uma garrafa de vodka no terreno onde ocorreria o festival. Alex Diamond teve a ideia de enterrar, três semanas antes, uma garrafa com a bebida no terreno que iria ocorrer o Electric Zoo Music Festival, festival de música eletrônica, em Randall’s Island, próximo de Nova York.

Alex mostra a garrafa que usou para esconder a vodka durante o festival (Foto: Reprodução)

Alex, que vive na cidade e conhece bem a ilha, foi até o local onde seria o show – quando a estrutura do festival não tinha sido nem montada ainda. Lá ele enterrou uma garrafa de água com vodka dentro. Para saber onde escondeu a garrafa e onde ele e seus amigos conseguiriam recuperar o “tesouro”, Alex marcou o local através das coordenadas mostradas pelo Google Maps. O rapaz chegou a dizer que se inspirou em piratas para elaborar essa “caça ao tesouro”.

Para não levantar suspeitas, ele colocou a bebida dentro de uma garrafa de água. Foto: Reprodução/Facebook.

Segundo ele o processo todo durou cerca de 10 minutos. Depois da operação bem sucedida, Alex postou as imagens e explicou o que ele e seus amigos fizeram no Facebook. O post viralizou e agora Alex está trabalhando em um livro com outros segredos sobre festivais e dicas para economizar dinheiro, o qual deve ficar pronto em 2018.

 

 

 

 

Fontes: O Povo, Extra Globo, Uol.

Minicarro elétrico dobrável é lançado na Coreia

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Engenheiros do Instituto de Ciências e Tecnologias Avançadas da Coreia do Sul lançaram no último sábado (26) o protótipo do Armadillo-T. O projeto foi fabricado no Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia (KAIST) da Coreia do Sul. O tatu-T é um veículo elétrico em pleno funcionamento, que convenientemente se dobra em si mesmo quando estacionado para ajudar a economizar espaço.

O carro não consegue exatamente se enrolar – na verdade, ele encolhe agindo exatamente ao contrário do que faz o tatu-bola, erguendo sua parte traseira, que avança sobre a dianteira. Fica estranho, mas o tamanho original do minicarro, que tem 2,8 metros de comprimento, reduz-se para 1,65 metro. Carro elétrico dobrável é inspirado no tatu-bola. Dobrado, o carro-tatu-bola passa de seus 2,8 metros originais para 1,65, cabendo em qualquer canto.

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Inovação da marca Coreana.

A colocação dos motores nas rodas é uma opção tecnicamente muito eficiente, além de facilitar a “dobradura” do carro-tatu. Com 450 kg vazio, o Armadillo-T pode levar duas pessoas e atingir uma velocidade máxima de 60 km/h. Uma carga completa das baterias dá uma autonomia de 100 km. O projeto de pesquisa foi apoiado pelo governo coreano, pelo Ministério da Terra, Infraestrutura e Transportes e pela Agência de Infraestrutura Tecnológica da Coreia e apresentado a imprensa neste fim de semana.

O projeto de pesquisa foi apoiado pelo governo coreano, pelo Ministério da Terra, Infraestrutura e Transportes e pela Agência de Infraestrutura Tecnológica da Coreia e apresentado a imprensa neste fim de semana.

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Modelo sendo testado pelo Instituto de Ciências e Tecnologias Avançadas da Coreia do Sul.

 

Cemig oferece R$11 bi por concessões de usinas que governo quer leiloar, diz presidente

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Cemig ofereceu ao governo federal pagar R$ 11 bilhões por usinas cujas concessões venceram e que o governo federal quer leiloar para obter aquele montante, visando fechar suas contas, disse nesta sexta-feira (18) o diretor-presidente da elétrica mineira, Bernardo Alvarenga.
No entanto, ele admitiu em entrevista a jornalistas, após ato político em Minas Gerais para a Cemig seguir com as usinas, que a companhia precisa urgentemente encontrar garantias no mercado de que conseguirá pagar os R$ 11 bilhões, para evitar que o governo leiloe as concessões.
“Temos que ver como vamos (pagar), precisamos urgentemente que o governo nos ajude com empréstimo bancário para honrar este compromisso, porque a Cemig não tem como fazer um levantamento da noite para o dia. Só agora que o governo aceitou essa questão…”, afirmou ele, em Minas Gerais, de acordo com áudio da entrevista repassado pela assessoria de imprensa da companhia.
Segundo Alvarenga, “o acordo está aceito, desde que (a empresa) consiga pagar os 11 bilhões (de reais)”.
“A questão é esta, a coisa (acordo) foi feita em cima da hora, para pagar em 10 novembro, é praticamente impossível, é isso que estamos negociando agora, como fazer para achar uma solução que atenda a Cemig e o governo na questão do pagamento”, acrescentou ele.
De acordo com o executivo, ou a Cemig faz o pagamento ou o leilão vai acontecer.
O governo quer leiloar em 27 de setembro as usinas São Simão, Jaguara, Miranda e Volta Grande, que somam 2,922 gigawatts em capacidade instalada e representam quase 50 por cento do parque gerador da companhia.

 

Cemig diz que irá continuar prestando serviço até julgamento de liminar no Sul de Minas (Foto: Reprodução EPTV)

Fonte: G1

Justiça federal suspende leilão de quatro hidrelétricas da Cemig

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Uma liminar (decisão provisória) expedida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) suspendeu o leilão de quatro hidrelétricas da Companhia Elétrica de Minas Gerais (Cemig), que estavam previstas para serem vendidas pela União dia 22 de setembro.

Em busca de cumprir a meta de déficit fiscal deste ano, o governo pretende arrecadar ao menos R$ 11 bilhões com o leilão das quatro hidrelétricas – Jaguara, Miranda, São Simão e Volta Grande.

Em decisão do último dia 18, o desembargador federal Souza Prudente entendeu que o valor de venda estaria muito abaixo do que verdadeiramente valem as usinas. Ele acolheu a argumentação do advogado Guilherme da Cunha Andrade, que, em uma ação popular, contestou os métodos de avaliação utilizados pelo governo federal.

Segundo o advogado, o método usado pela União não considerou investimentos não amortizados feitos pela Cemig, companhia controlada pelo estado de Minas. Ele sustentou que o valor mínimo para o leilão das usinas deveria ser de ao menos R$ 18 bilhões, sob pena de se promover uma “dilapidação” do patrimônio público mineiro.

Impasse jurídico

As quatro hidrelétricas são alvo de um longo impasse jurídico, que aguarda decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). De um lado, a Cemig contesta a não renovação automática, por mais 20 anos, de seu controle sobre as usinas, conforme cláusulas contratuais. De outro, a União reivindica seu direito de leiloá-las, afirmando que a concessão das usinas terminou por força de uma medida provisória publicada em 2012.

Duas ações sobre o assunto são relatadas pelo ministro Dias Toffoli, do STF, que tentou mediar uma conciliação entre as partes, a partir de uma proposta de acordo apresentada pela Cemig, mas não obteve sucesso.

Na decisão da última sexta-feira, o desembargador Souza Prudente determinou a autuação imediata da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para que seja realizada a suspensão do leilão.

Usina Hidrelétrica São Simão (GO) está entre as quatro que tiveram leilão suspenso Divulgação/Cemig

Fonte: R7

O Jornalista não pode ter medo do novo

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A comunicadora Pollyana Ferrari dá dicas de como ser um bom comunicador e um excelente profissional por meio da mídia digital.

O jornalista não deve ter medo do novo, não pode desistir antes mesmo de tentar, ele deve ser multiplataforma, usar todos os meios midiáticos para transmitir a notícia para o leitor, seja ela pelo facebook, twitter, portal, blog, ou qualquer outra plataforma online.

O jornalista tem que se adequar as mudanças da sociedade, os tempos mudaram e as formas de se comunicar também. Isso implica dizer que sabe-se que a maioria das notícias são de forma online, ele deve fazer um desdobramento da noticia para os leitores, para levar novidades e audiência para o público alvo.

“O jornalista é que segue a audiência, as redes, o público. Ele não pode só informar e achar que o público vai ler passivamente. Ele tem que pensar no vídeo, no áudio, na possibilidade de uma infografia de multimidia, na possibilidade de como ele vai chamar isso no twitter, como ele vai replicar isso no facebook.”, disse Pollyana.

Pollyana encerra a entrevista afirmando que o comunicador precisa buscar a internet para fazer seu nome, registrar sua marca e o mais importante. Para levar e buscar conhecimentos.

 

Justiça Federal suspende leilão de hidrelétricas por R$ 11 bilhões em MG

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Justiça Federal suspendeu, em decisão liminar (provisória), o leilão de quatro usinas hidrelétricas em Minas Gerais que, até o primeiro semestre, eram geridas pela Companhia Energética de MG (Cemig) em regime de concessão. A venda das usinas de Jaguara, São Simão, Miranda e Volta Grande estava prevista para o próximo dia 27 de setembro e, nas contas da União, poderia arrecadar R$ 11 bilhões aos cofres federais.

A decisão foi assinada na última sexta-feira (18) pelo desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) Souza Prudente, e divulgada nesta segunda (21). A Advocacia-Geral da União informou que vai recorrer da liminar, e que a data do leilão está mantida.

O governo federal conta com esses R$ 11 bilhões para “fechar as contas” desse ano e, por isso, diz que não abrirá mão dos recursos. Caso a transação não seja concretizada – seja com a Cemig ou com uma nova licitação –, a União teme que a crise orçamentária fique ainda mais grave.

Em nota ao G1, a Cemig informou que recorre no à Justiça para renovar automaticamente, por mais 20 anos, a concessão das quatro usinas em disputa. A reportagem questionou, mas a empresa não detalhou os valores que pedirá à União, como indenização, se os contratos não forem renovados.

Segundo a companhia, caso o leilão aconteça, “quem pagará essa conta será o consumidor, pois, de acordo com as regras definidas pelo Governo Federal para o leilão, as distribuidoras seriam obrigadas a contratar 70% da energia gerada por essas usinas e repassar esse custo para os consumidores”.

Vista aérea da usina de São Simão, em imagem de 2014 (Foto: Reprodução/TV Anhanguera) Vista aérea da usina de São Simão, em imagem de 2014 (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Vista aérea da usina de São Simão, em imagem de 2014 (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
O que diz a ação

A ação judicial foi proposta pelo advogado Guilherme da Cunha Andrade, que mora em Belo Horizonte. Segundo o documento, a União pode ter prejuízo de até R$ 7 bilhões se realizar o leilão nos moldes previstos. Isto porque, ao retirar as usinas das mãos da Cemig, o governo federal teria que “indenizar” a companhia energética em R$ 18 bilhões.

“O mais comum, nestes casos, é a pessoa entrar na Justiça por razões ideológicas, por ser contra as privatizações. Não é meu caso. A questão aqui é o preço que está sendo anunciado, o preço mínimo dos leilões. Por R$ 11 bilhões, necessariamente vai haver prejuízo”, afirmou Cunha ao G1.

Divergência nos cálculos
Segundo o advogado, a lei determina que, ao fim de uma concessão, o concessionário seja indenizado pelos investimentos que fez e ainda não foram amortizados (ressarcidos). Cálculos feitos por um escritório de contabilidade de BH e anexados ao processo indicam que esse valor, com a devida atualização monetária, chegaria a R$ 18 bilhões.

O problema é que, nos cálculos da União, esse valor é bem menor – “cerca de um bilhão e meio”, de acordo com o processo. Cunha explicou ao G1 que esse cálculo do governo federal se baseou no Valor Novo de Reposição (VNR) – ou seja, na seguinte pergunta: “quanto se gastaria, hoje, para fazer esses mesmos investimentos que devem ser ressarcidos?”

“O governo está pegando um valor da década de 1970, considerando o valor histórico disso, e dizendo que está amortizado. Na minha visão, isso é um completo absurdo. A União já mostrou ter esse entendimento em outros momentos, como na MP do Setor Elétrico”, diz Cunha.
“Ou a União está planejando não pagar nada, e isso daria um prejuízo de R$ 18 bilhões aos mineiros, à Cemig. Ou vai pagar, e aí está vendendo bens públicos e ainda pagando R$ 7 bilhões.”

Cemig quer ‘recomprar’
Na última sexta, a Cemig informou que ofereceu R$ 11 bilhões ao governo federal para reassumir as concessões das quatro usinas. Segundo o diretor-presidente da companhia, Bernardo Alvarenga, a oferta está feita, mas a Cemig ainda precisa encontrar garantias no mercado de que conseguiria pagar esse montante.

“Temos que ver como vamos (pagar), precisamos urgentemente que o governo nos ajude com empréstimo bancário para honrar este compromisso, porque a Cemig não tem como fazer um levantamento da noite para o dia. Só agora que o governo aceitou essa questão…”, afirmou ele.

Somadas, as usinas de São Simão, Jaguara, Miranda e Volta Grande têm 2,92 gigawatts de capacidade instalada – o que equivale a quase metade do parque gerador da Cemig.

Quatro dias antes da oferta da Cemig, em 17 de agosto, o ministro de Minas e Energia Fernando Coelho Filho afirmou à imprensa que o governo federal “não poderia abrir mão” dos R$ 11 bilhões do leilão, ainda neste ano, mas que também não tinha fechado as portas à Cemig.

Fonte: G1

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