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Pane na sinalização marítima na região Amazônica causa lentidão e desorganização para pescadores e trabalhadores do turismo na última segunda (11).

500 mil armas são destruídas por soldados coreanos após apreensão no Sul de Uquizuki.

 

Touro de uma tonelada esmaga participante Francisco Claudio, de 27 anos, em vaquejada em Amanari, Maranguape.

 

Cadela Sophia ganha primeiro lugar em festa a fantasia para cães realizada anualmente em São Paulo.

 

IBGE aponta que 70% da população ainda vive em situação desumana, sem água encanada e energia elétrica no Brasil.

 

Árvore centenária em meio a campo de futebol no bairro Jardim América, em Fortaleza, chama atenção dos internautas em transmissão de campeonato no último sábado (16). A foto viralizou nas redes sociais e gerou muitos memes.

 

O menino João Gabriel, de 7 anos, em ato afrontoso, tenta intimidar policiais em invasão na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro.

 

Imigrantes venezuelanos atravessam fronteiras sem destino depois serem ameaçados em Boa Vista.

 

Soldado Andrade, tenta salvar companheiro de farda após ser baleado em confronto com facções no interior do Ceará.

 

Fenômeno natural causado por forte ventania provoca espanto em turistas que estavam curtindo as férias no Litoral Alagoano.

No twitter, Ciro Gomes gera polêmica ao anunciar que vai diminuir os impostos para os mais pobres e aumentar para os muito ricos

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A cada 10 comentários no post, 8 são contra a proposta do presidenciável

O candidato à presidência da república, Ciro Gomes(PDT), provocou murmurinhos em sua rede social na última quarta-feira(12), após publicação dizendo que irá  diminuir os impostos para os mais pobres e a classe média e aumentar para os muito ricos se for eleito presidente do Brasil nas eleições de 2018.

A publicação teve mais de 13 mil curtidas, quase 2 mil retweets e 651 comentários, em sua maioria, apoiadores do também candidato à presidência, Jair Bolsonaro(PP), criticando a postura de Ciro enquanto conhecedor de economia e empresário.

Dentre outros comentários, internautas repercutiam sobre o possível aumento no consumo dos produtos caso houver a elevação de impostos para os mais ricos, pois afetaria diretamente todas as pessoas e o único que iria se beneficiar com isso seria o próprio governo.

Embora tenha gerado toda essa repercussão, Ciro Gomes não deu nenhum esclarecimento a respeito dos questionamentos e ofensas. O post virou palco de discussões entre as próprias pessoas que estavam comentando. De repete, os seguidores explanavam suas ideias e as melhores formas de governar o país. É interessante perceber, diante dessas manifestações virtuais, que as redes sociais são utilizadas também como  fontes de pesquisa interativa, onde o leitor não é passivo diante das notícias e informações recebidas e acaba se torna formadores de opinião, ainda que não seja expert no assunto.

Veja no twitter

 

Partidos Políticos são notificados após intérprete de Libras ser acusado de inventar sinais em programas eleitorais (empacotamento)

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As propagandas eleitorais na TV com intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) é uma obrigação prevista por lei, porém no último dia (07), o Tribunal Regional Eleitoral do Espirito Santo (TRE), notificou quatro partidos após reclamações de telespectadores de que a interpretação de Libras de propagandas eleitorais não correspondiam com as falas dos candidatos.

Cássio Veiga foi contratado por pelo menos quatro partidos políticos para traduzir o que os candidatos diziam para as pessoas surdas. O problema surgiu após telespectadores perceberem que o intérprete não estava fazendo uma trabalho adequado. Os partidos notificados foram o Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Socialista Brasileiro (PSB) e o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

Cássio Viega acusado de destorcer a gramática da linguagem de sinais.

Segundo a Associação dos Surdos de Vitória, ele usou sinais desconexos, sem contexto, desrespeitando a estrutura gramatical da língua de sinais. Alguns sinais são até mesmo desconhecidos pelos surdos.

Veiga reconheceu que houve problema de sincronia, mas atribuiu a erro de edição. “Meu ritmo de Libras é diferente. Fiz uma opção de fazer uma interpretação mais prática. Às vezes, o surdo não entende uma metáfora (por exemplo) e tento fazer uma linguagem mais didática”, comentou.

Um dos responsáveis pela produtora contratada para fazer os vídeos, João Victor Bona, contou que Cássio foi admitido para o trabalho após apresentar certificados. A empresa afirmou que demitiu o intérprete imediatamente e providenciou a regravação de todas as interpretações.

 

Fonte: G1, Notícias, Gauchazh

40% dos professores dizem já ter ajudado alunos a lidar com bullying na internet

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A necessidade de usar a internet com responsabilidade está cada vez mais presente nas escolas. Quatro em cada dez professores brasileiros já ajudaram pelo menos um de seus alunos ou alunas do ensino básico que estavam sofrendo bullying pela internet, segundo dados da pesquisa TIC Educação 2017, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), divulgada na manhã desta quarta-feira (22).

Além disso, 56% deles já promoveram debates entre os alunos sobre o uso seguro da internet, e dois terços dizem que estimulam os alunos a falarem sobre os problemas que enfrentam na web.
Porém, só em 41% das escolas particulares e em 18% das públicas

Pesquisa nacional anual
A pesquisa, que tem abrangência nacional, ouviu durante os meses de agosto e dezembro de 2017 um total de 1.015 professores de 957 escolas públicas e particulares em áreas urbanas, além de fazer entrevitas com 957 diretores, 884 coordenadores pedagógicos e 10.866 alunos do 5º e do 9º ano do ensino fundamental ou do 2º ano do ensino médio.

Pela primeira vez, a pesquisa também chegou a escolas rurais, e foram feitas 1.481 entrevista com diretores ou responsáveis.

Problemas na internet
Os pesquisadores perguntaram aos professores se eles haviam ajudado algum aluno a enfrentar problemas como “bullying, discriminação, assédio, disseminação de imagens sem consentimento”, e 40% dos professores que responderam afirmaram que sim.

Entre as professoras mulheres, esse número foi mais alto: 42%, comparado com 34% dos homens.

No caso dos professores que dão aula na rede pública, 39% deles disseram que já prestaram essa ajuda, enquanto essa porcentagem subiu para 44% nas escolas particulares.

Os professores que mais dizem oferecer esse tipo de apoio a seus estudantes são os que têm entre 31 e 45 anos; nesse caso, 45% responderam afirmativamente à pergunta.

Entre os professores do 5º ano, 41% disseram que já prestaram auxílio desse tipo, contra 44% dos professores do 9º ano do fundamental. Já os professores de ensino médio são os que menos disseram que sim para esses casos (36%).

Debates em sala de aula
Além de aparecer na hora de lidar com problemas específicos dos adolescentes, o bullying na internet também virou tema na sala de aula. A maior parte dos professores diz que já promoveu um debate com os alunos sobre como usar a Internet de forma segura.

Além disso, 66% deles disseram que estimulam seus alunos a conversarem sobre os problemas que eles enfrentam na internet.

A pesquisa comparou as respostas dos professores de língua portuguesa, de matemática e das múltiplas disciplinas (caso dos professores do 5º ano do fundamental). Entre esses últimos, 73% disseram que estimulam esse debate, enquanto a porcentagem foi de 70% entre os professores de português, e de 56% entre os de matemática.

Entre os professores de escola particular, essa porcentagem sobe para 79%, já na rede pública, ela foi de 63%.

Na rede particular, 96% dos coordenadores pedagógicos afirmaram que dão orientação aos alunos para enfrentar situações ocorridas na Internet (bullying, discriminação, assédio, disseminaçãode imagens sem consentimento) e 80% disseram que promovem atividades de capacitação para que os professores saibam orientar seus alunos a usar a internet com segurança.

Na rede privada, essas porcentagens caem para 76% e 57%, respectivamente.

necessidade de usar a internet com responsabilidade está cada vez mais presente nas escolas. Quatro em cada dez professores brasileiros já ajudaram pelo menos um de seus alunos ou alunas do ensino básico que estavam sofrendo bullying pela internet, segundo dados da pesquisa TIC Educação 2017, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), divulgada na manhã desta quarta-feira (22).

Além disso, 56% deles já promoveram debates entre os alunos sobre o uso seguro da internet, e dois terços dizem que estimulam os alunos a falarem sobre os problemas que enfrentam na web.
Porém, só em 41% das escolas particulares e em 18% das públicas

Pesquisa nacional anual
A pesquisa, que tem abrangência nacional, ouviu durante os meses de agosto e dezembro de 2017 um total de 1.015 professores de 957 escolas públicas e particulares em áreas urbanas, além de fazer entrevitas com 957 diretores, 884 coordenadores pedagógicos e 10.866 alunos do 5º e do 9º ano do ensino fundamental ou do 2º ano do ensino médio.

Pela primeira vez, a pesquisa também chegou a escolas rurais, e foram feitas 1.481 entrevista com diretores ou responsáveis.

Problemas na internet
Os pesquisadores perguntaram aos professores se eles haviam ajudado algum aluno a enfrentar problemas como “bullying, discriminação, assédio, disseminação de imagens sem consentimento”, e 40% dos professores que responderam afirmaram que sim.

Entre as professoras mulheres, esse número foi mais alto: 42%, comparado com 34% dos homens.

No caso dos professores que dão aula na rede pública, 39% deles disseram que já prestaram essa ajuda, enquanto essa porcentagem subiu para 44% nas escolas particulares.

Os professores que mais dizem oferecer esse tipo de apoio a seus estudantes são os que têm entre 31 e 45 anos; nesse caso, 45% responderam afirmativamente à pergunta.

Entre os professores do 5º ano, 41% disseram que já prestaram auxílio desse tipo, contra 44% dos professores do 9º ano do fundamental. Já os professores de ensino médio são os que menos disseram que sim para esses casos (36%).

Debates em sala de aula
Além de aparecer na hora de lidar com problemas específicos dos adolescentes, o bullying na internet também virou tema na sala de aula. A maior parte dos professores diz que já promoveu um debate com os alunos sobre como usar a Internet de forma segura.

Além disso, 66% deles disseram que estimulam seus alunos a conversarem sobre os problemas que eles enfrentam na internet.

A pesquisa comparou as respostas dos professores de língua portuguesa, de matemática e das múltiplas disciplinas (caso dos professores do 5º ano do fundamental). Entre esses últimos, 73% disseram que estimulam esse debate, enquanto a porcentagem foi de 70% entre os professores de português, e de 56% entre os de matemática.

Entre os professores de escola particular, essa porcentagem sobe para 79%, já na rede pública, ela foi de 63%.

Na rede particular, 96% dos coordenadores pedagógicos afirmaram que dão orientação aos alunos para enfrentar situações ocorridas na Internet (bullying, discriminação, assédio, disseminaçãode imagens sem consentimento) e 80% disseram que promovem atividades de capacitação para que os professores saibam orientar seus alunos a usar a internet com segurança.

Fonte: G1

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