Relações Exteriores debaterá acordo de salvaguardas tecnológicas com EUA

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Comissão debate nesta  quarta a proposta de acordo de salvaguarda tecnológica

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 11, requerimento do deputado Pedro Fernandes (PTB-MA) para a realização de audiência pública sobre o futuro acordo de salvaguardas tecnológicas a ser firmado pelo Brasil com os Estados Unidos. O acordo é considerado fundamental para que os dois países possam avançar nas negociações para o uso pelos norte-americanos da Base de Lançamentos de Alcântara, no Maranhão.

Segundo Pedro Fernandes, “é de suma importância debatermos o assunto, pois, o trato entre os países estimulará o programa espacial brasileiro, visto que o insumo tecnológico para o desenvolvimento de satélites e foguetes provém dos Estados Unidos. Também é preciso esclarecer a forma como a tecnologia norte-americana será protegida, como será utilizado o dinheiro provindo dos lançamentos dos satélites, bem como assegurar a soberania brasileira”.

O Centro de Lançamento de Alcântara foi inaugurado no dia 1º de março de 1983 foi, e é operado pela Agência Espacial Brasileira (AEB). Para a audiência pública, serão convidados representantes dos ministérios da Defesa; Relações Exteriores; Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; da Agência Espacial Brasileira (AEB), Universidade de Campinas (Unicamp), e o jornalista Luís Nassif.

“A posição estratégica de Alcântara facilita o acesso aéreo e marítimo, a proximidade com a linha do Equador representa economia de combustível uma vez que a velocidade de rotação da Terra gera um impulso extra nos lançamentos. Diante disso, o objetivo dessa audiência é ouvir autoridades e especialistas para que informem sobre o estado das negociações com os Estados Unidos, visto que depois de 16 anos os países retomaram o diálogo para um acordo de salvaguarda”, destacou Pedro Fernandes.

No dia 13 de junho, o chanceler Aloysio Nunes Ferreira, em sessão da CREDN, confirmou que os dois países negociam os termos de um novo acordo e que o Embaixador do Brasil em Washington, Sérgio Amaral, é o ponto focal brasileiro nos contatos com as autoridades norte-americanas.

Fonte:Camara dos Deputados

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Impressão 3D no espaço: tecnologia é usada em motores de foguetes

O primeiro motor do mundo feito completamente com impressão 3D está prestes a revolucionar o uso dos foguetes espaciais. Chamado de Rutherford, o equipamento foi desenvolvido pela startup neozelandesa Rocket Lab com o objetivo de reduzir o custo médio do envio de satélites ao espaço. A expectativa é que os foguetes Electron e os motores 3D reduzam os custos em até 95%.

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Tudo no projeto é inovador, a começar com seu sistema de turbobombas, que funcionam a partir de motores elétricos com baterias de lítio. Normalmente, estes componentes recebem cargas de combustível, como oxigênio líquido ou hidrogênio gasoso, mas essa nova tecnologia é muito mais econômica.

“Historicamente, o tempo e o gasto para lançar pequenos satélites era restrito, custando muitos milhões de dólares e precisando de muita paciência e flexibilidade. Com Electron, companhias podem lançar o que quiserem com um custo muito mais barato”, explica Peter Back, CEO da Rocket Lab.

O mais interessante da iniciativa é a impressão 3D do motor Rutherford, o primeiro LOX-RP-1 com seus componentes primários impresso totalmente em 3D. Feitos com peças de titânio em cerca de três dias e usando uma técnica chamada de raio de derretimento de elétrons, um foguete têm nove deles na cauda e um na frente.

Fonte:Techtudo

A nova corrida espacial – que agora é disputada por empresas

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Em 2016 a industria espacial movimentou mais de 310 bilhões de dólares no mundo todo,e as empresas já correspondem a 75% desse total.

Ainda que o primeiro satélite comercial do mundo, o Early Bird, tenha sido lançado em 1965, até recentemente a exploração comercial do espaço ainda estava praticamente limitada às grandes empresas de telecomunicações. Mas uma revolução está em curso.

Avanços tecnológicos estão transformando a forma tradicional da humanidade operar no espaço, e uma série de empresas estão prometendo viagens mais baratas, usando inovações como foguetes reutilizáveis e plataformas de lançamento horizontais.

Satélites estão ficando menores e custando menos para serem produzidos – hoje, há cerca de 1,5 mil orbitando sobre nós. Por meio deles, um grande volume de dados e imagens está vindo do espaço, e novos participantes desse mercado agora processam, interpretam – e vendem – essas informações.

“Hoje, conseguimos fazer com um equipamento que cabe em uma caixa de sapato o que só era possível com um aparelho do tamanho de um ônibus”, diz Stuart Martin, presidente da Satellite Applications Catapult, uma incubadora que ajuda empresas iniciantes, ou start-ups, do mercado espacial.

No momento, fabricantes de pequenos satélites pegam carona em lançamentos já previstos que têm um grande satélite como carga principal e espaço de sobra. Mas, com a demanda em alta pela observação da Terra, para fins meteorológicos, de turismo e na confecção de mapas, as empresas precisam de nova formas de chegar ao espaço.

Beck diz a Rocket Lab busca aproveitar essa oportunidade. Em vez de esperar por um lugar adequado em um grande foguete, “elas podem ir na internet, clicar em alguns botões e comprar um lançamento”.

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Imagens de plantações tiradas por pequenos satelites com propósitos especificos

Uma empresa disposta a usar o Electron é a Planet Labs, empresa de São Francisco que fabrica minisatélites que pesam apenas 4kg. “Há um grande mercado para satélites pequenos que podem ser usados em diversas missões”, diz o presidente da companhia, Will Marshall.

Diferentemente de satélites de telecomunicação comuns, que ficam em órbita geoestacionária a 35,7 mil km sobre a Terra, os satélites da Planet Labs, chamados Doves, voam muito mais baixo, a apenas 500 km. Isso significa que o satélite pode usar câmeras menores – o que reduz seu peso e custo a uma fração dos satélites tradicionais – e ainda assim conseguir imagens com uma boa resolução.

Fonte:BBCNEWS

Documentário da globo News mostra como as fake News influenciaram no Brexit

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O documentário da globo News a respeito de fake News retrata em um momento a forma como eram disseminadas informações falsas a respeito do brexit, afirmações como “ajuda a imigrantes, gasto com dinheiro acima do permitido” entre outras coisas foram as principais matérias falsas que circularam pela internet e nas redes sociais.

Em um referendo proposto pelo parlamento ,foi-se perguntado aos britânicos se eles desejavam sair da UE(União Europeia),com 52% a favor e 48% contra, foi aprovado a saída do Reino Unido do bloco europeu, só que algumas investigações começaram a ser feitas a respeito da divulgação de noticias falsas para influenciar os cidadão a respeito da saída do bloco.

É mostrado no documentário a forma como as pessoas colocavam certas informações e que as pessoas acabavam por não checar e simplesmente acreditavam em tal fato, após o referendo foi feito uma pesquisa de rua onde foi perguntado se as pessoas haviam acreditado em uma noticia que havia sido divulgada dizendo que determinada empresa enviava para a UE(União Europeia) cerca de 350 milhões de libras e cerca de metade das pessoas respondeu que sim.

Uma das maiores dificuldades para a UE enfrentar as fake News é impedir que um movimento como tentar barrar as noticias falsas acabem sendo confundidas com liberdade de expressão e acabe gerando manifestações contra.

A forma como as noticias foram divulgadas ainda contaram com a ajuda de políticos que queriam que o brexit acontecesse, com isso se tornou necessária a apuração mais apurada dos fatos por meio de empresas que viam se tal fato era verdade ou não, como foi o caso da Full Fact ,empresa essa que foi alvo de fake News nas redes sociais.

Fonte: Câmara dos Deputados

 

Governo Brasileiro analisa possivel parceria entre Japão e Israel para base de Alcântara-(Empacotamento)

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Base de Alcântara localizada no Maranhâo

Após o acordo de salvaguarda tecnológica assinado pelo ministro de ciência e tecnologia Marcos pontes com os EUA, começou a ser estudada a possibilidade de ser firmados acordos como os deste tipo com Japão e Israel, para viabilizarem a total utilização da base de alcantara para lançamentos comerciais no Centro Espacial de Alcântara,no Maranhão.

No caso do acordo firmado entre o Brasil e os Estados Unidos o passo foi colocado como essencial por parte do governo,que assim irá  permitir que veículos lançadores e cargas uteis de qualquer nacionalidade possam ser lançadas pela base de alcantara,sendo que para isso foi criado um grupo que ira analisar a viabillidade de acordos estrangeiros com outras nacionalidades .

Um dos aspectos importantes é que a maioria dos componentes eletrônicos e equipamentos que são utilizados pelos foguetes são de fabricação norte americana controlada, sendo assim sujeito a aprovação prévia do governo norte americano para que possam ser exportados .

A assinatura do acordo representa uma oportunidade a médio e a longo prazo para o Brasil de entrar no concorrido mercado espacial internacional, sendo que a transferência de tecnologia para uso comercial também está sendo discutida por parte dos dois governos,lembrando que a medida de utilização da base brasileira pelos americanos precisa ser aprovada pelo congresso.

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Aérea Total  da Base de Alcântara

Segundo o Ministério de Ciência e Tecnologia ,o centro está com a infraestrutura preparada para o inicio deste tipo de operação, sendo que as mudanças necessárias serão sendo feitas a medida que o programa de lançamento for se desenvolvendo ,a medida irá beneficiar também o município de Alcântara(MA),bem como poderá colocar o Brasil em uma posição privilegiada frente aos países da américa do sul, já que possui uma das melhores bases para lançamento de foguetes do mundo.

Fonte:DefesaNet,Aéreo.jor,Uol.

Fab envia dois aviões com ajuda humanitária para Moçambique

C-130 (Brasil)
Avião Militar Cargueiro C-130 da Força Aérea do Brasil

A Força Aérea Aérea Brasileira (FAB) enviou duas aeronaves C-130 Hércules para decolar com destino a Moçambique transportando mais de 20 toneladas de materiais para assistência às vítimas do Ciclone Idai, em Moçambique.

Os aviões também vão levar 40 militares da Força Nacional e do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais que ajudarão nos resgates dos atingidos.

A FAB foi acionada para a missão de assistência humanitária por meio do Ministério da Defesa e por determinação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. “Isso demonstra nossa capacidade de pronta-resposta, mesmo se tratando de uma missão extremamente complexa, que envolve longas distâncias, exige autorizações de sobrevoos em diferentes países, além de outras coordenações”, explica o Chefe do Estado-Maior Conjunto do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), Major-Brigadeiro Ricardo Cesar Mangrich.

A complexidade ressaltada pelo oficial-general também está na necessidade de realizar diversos pousos e decolagens até a parada final, na cidade de Beira, já em Moçambique,uma vez que esta muito danificado o acesso a capital devido ao ciclone.