Atividade inicial – criando categorias e posts

Digite a URL wordpress.com
Login: blogdajor72
senha: Niltonlinsfac

Clique em  “meus sites” no canto superior  à esquerda
Depois vá em “Posts do blog” e clique em “adicionar”
Na página que abrir, clique em “Categorias e tags” (do lado direito)
Depois clique em “adicionar nova categoria”; logo abaixo, na opção de escolher “Categoria Mãe”, marque “alunos”.
Coloque seu nome e clique em “adicionar”
Agora clique em Fechar no canto superior à esquerda

Selecione um texto (não copie as imagens) na web para ser seu primeiro post (abra um site de notícias como a Agencia Brasil)
Copie o texto e cole no Bloco de notas
Selecione o texto, copie (ctrl + c) e leve-o para o wordpress

Clique “Adicionar” em  Posts do blog
Na janela que abrir preencha o Titulo com o mesmo (título) do texto que você selecionou
No espaço de baixo cole o texto (ctrl + v)
Separe o texto em blocos de 3 a 5 linhas

Agora, do lado direito, clique em Categorias e tags selecione (marque) o seu nome e clique em Publicar (canto superior  direito)
Agora clique no blog e veja se seu post apareceu

Passo 2 – Colocar link
No final do texto coloque o nome do site que você usou
Exemplo => Fonte: Agência Brasil
Selecione com o mouse esse nome e depois clique na corrente que fica no topo da página. Na janela que abrir, clique na catraca, depois no campo “URL” e cole o link do texto que você usou. Em seguida selecione “abrir link em nova aba”, depois em Publicar
O link precisa ficar com a cor azul (ou vermelho – depende do Template). Clique nele para ver se funcionou
obs: para copiar o link, visite a página novamente, selecione a URL dando um duplo clique e copie (ctrl + c)

Passo 3 – Inserir imagens
Abra o google imagens para escolher uma foto relacionada ao assunto que vc postou, ou use a imagem da notícia original.
Clique com o botão direito em cima da imagem e salve-a na área de trabalho (ao abrir a imagem pelo google, veja-a em tamanho completo clicando com o botão direito e depois em “ver imagem”)
Abra seu post em “Posts do blog”.
Clique no início do texto e deixe o curso piscando.
Depois clique em Adicionar mídia, Selecionar arquivo, e selecione a imagem que vc salvou, depois clique em inserir no post.
Para editar a imagem (tamanho, alinhamento, e legenda), clique sobre ela e depois no lápis em miniatura. Agora selecione a opção esquerda, tamanho médio, e insira uma legenda descritiva da foto).  Clique atualizar.

Anúncios

Exercício 1 – Webwriter para jornalistas – como escrever para web

Escrever textos jornalísticos para a web exige a observação de detalhes que ainda são imperceptíveis a muitos jornalistas, especialmente aos que cresceram na era do impresso, ou ainda não se atualizaram com as técnicas relativamente recentes de webwriter.

No Brasil,  o pioneiro nessa área é o jornalista Bruno Rodrigues, autor do primeiro livro sobre o assunto: Cartilha de Redação Web, disponível no site do governo federal (http://epwg.governoeletronico.gov.br/cartilha-redacao).

Na mídia impressa, sabe-se que o padrão de visualização é a chamada leitura em Z. Este define que o olho humano tende a observar uma página começando no canto superior esquerdo, descendo em diagonal até o ponto mais à direita. Depois volta para a esquerda superior e faz um Z pela extensão da folha.

Não é à toa que os logos da maioria das revistas ficam à esquerda, e as manchetes tendem a estar mais ou menos no centro visual. Quem trabalha com publicidade leva essa observação a sério e coloca estrategicamente seus produtos nos locais mais acessados pelo olho humano.

Bom, na internet, o padrão muda. Em vez de uma visualização em diagonal, a leitura passa a ser escaneada, numa espécie de varredura. O site useit.com, especializado em Usabilidade na Internet, comprova esse comportamento de leitura em F – da esquerda para a direita e de cima para baixo, com especial atenção no primeiro e segundo parágrafos.

Em razão dessa leitura superficial, na qual o leitor apenas corre os olhos no texto para extrair o que interessa, detectou-se a necessidade de ajustes com o objetivo de fixar o leitor à tela e deixá-lo navegando o máximo possível pelo site.

Assim sendo, fica fácil entender que, na prática


o primeiro
ponto relevante para atrair a atenção do leitor é o título, que precisa ser chamativo, ou seja, deve comunicar algo de modo rápido. E isso só se faz com o uso de verbos. Não crie suspense ou use figuras de linguagens. Diga logo o que o texto pretende comunicar.

Exemplo:

Lula é preso em São Paulo pela PF
e Não: Polícia federal prende ex-presidente

Segundo, o jornalista precisa usar os dois primeiros parágrafos para destacar o que é mais relevante. Aqui vale a regra do lead básico, característico da notícia. Também é interessante a inserção de palavras-chaves na parte esquerda da tela, como forma de fisgar o olho do leitor na sua rotina de escanear o texto em F.

Detalhe: diferente do impresso, os parágrafos na web são curtos. Se no impresso eles chegam a mais de oito linhas, na web é usual duas a seis (e com letras grandes, tipo 14 muitas vezes).

Portanto, um lead noticioso ( o quê, quem quando, onde, por que, como) com até três parágrafos é comum no webjornalismo. Um das explicações é que o branco entre as linhas facilita a leitura. Entre nos sites da Folha, Globo, Estadão e confira esse padrão.

Terceiro, o texto para a web é semelhante ao do rádio e televisão quando o assunto é coloquialidade. Seja simples, e use a ordem direta da língua portuguesa – sujeito, verbo e complemento.

Prefira: O presidente do Banco Central, Ilan Goldfaj, dará uma entrevista coletiva aos jornalistas para esclarecer os novos rumos da economia. ( Sujeito + Verbo + Complemento)

Evite: Para esclarecer os novos rumos da economia, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfaj, dará, aos jornalistas, uma entrevista coletiva.

Além de dar logo a informação principal, a ordem direta das frases fará você errar menos na colocação de vírgulas.

Quarto, seja preciso nas informações. ‘Ontem’, ‘hoje’, ‘amanhã’ não fazem o menor sentido na internet. Quando citar uma data, dê, ao menos, o dia. Ex. Nesta segunda-feira (28), amanhã, terça (29).

‘Na cidade’, ‘na região’, ‘neste país’ também estão incompletos. Como a web é universal, seu texto poderá ser lido em qualquer lugar do mundo. Diga a que cidade, região ou país está se referindo.

Quinto, use, sempre que possível, imagens em seus posts. E, na hora de salvar a foto, prefira palavras-chaves semelhantes ao título, ou ao tema do assunto tratado no texto. Isso ajudará os buscadores a indexar sua foto e, sempre que alguém procurar uma imagem com nome do seu personagem, ela será mostrada, aumentando a chance de acesso ao site.

Por exemplo: se a foto é do presidente do Banco Central, Ilan Goldfaj, salve-a exatamente com esta apresentação (cargo e nome). Não use números (os buscadores não os reconhecem), nem palavras aleatórias. Trata-se de uma regra usada pelos especialistas em SEO (Search Engine Optimization). Em português, Otimização de Sites.

Sexto, use formatação. As listas e intertítulos devem ser usados para destacar pontos importantes ou anunciar novos assuntos, assim como se faz no impresso. Lembre-se que o olho do leitor escaneia o texto em busca de algo que chame sua atenção.  Se possível use intertítulos. Negrito e itálico também podem ser aproveitados para destaques.

Sétimo, use links e faça referências. Os links são a alma da internet. No jornalismo, servem para  prender a atenção do leitor, gerar tráfego, aumentar a interação, e, principalmente, ampliar o conteúdo apresentado. Se bem ‘linkada’ (principalmente para dentro do próprio site), uma pequena notícia pode se transformar em um assunto vasto, com diversas outras notícias indexadas, além de trazer imagens, infográficos, vídeos, etc.

Alguns estudos defendem o uso de links externos. Diz-se que aumentam a credibilidade do site, fazendo o internauta voltar por questão de confiança.

Oitavo, imprima antes de publicar. Você ficará surpreso com a quantidade de erros que deixou passar na tela, mesmo depois de reler várias vezes. O ideal é pedir outra pessoa para corrigir. Ah, leia em voz alta. É isso aí. Falow !

Exercício 2 – Nariz-de-Cera – Definição do Manual de Redação da Folha de São Paulo

Nariz-de-cera – Parágrafo introdutório que retarda a entrada no assunto específico do texto. É sinal de prolixidade incompatível com jornalismo. Na Folha, evite em qualquer tipo de texto e nunca deixe passar em texto noticioso.

Um exemplo:

A astronomia já viveu grandes revoluções em sua história. Das esferas de cristal, que sustentavam os astros em seus postos fixos, à revolução de Nicolau Copérnico (1473-1543) e às elipses de Johannes Kepler (1571-1630), muitos séculos de observação foram necessários para mudar a imagem do céu. O século 20 não poderia fugir à regra.

Uma descoberta anunciada na semana passada pela revista britânica “Nature” confirma o padrão. Astrônomos do Observatório Austral Europeu (ESO, na sigla em inglês) detectaram o primeiro planeta fora do Sistema Solar.

Poucos leitores ultrapassariam o obstáculo para chegar ao segundo parágrafo, que abriga a notícia propriamente dita. Se você não pensa assim, tente extrair um bom título exclusivamente das informações do primeiro parágrafo.

Exercício:
De posse dessa definição, entre no Portal G1 e leia algumas notícias a fim de verificar o uso direto do lead da notícia no início de cada texto.  Em seguida leia o texto abaixo (modificado propositalmente para conter nariz de cera) e refaça-o em 25 linhas, seguindo os critérios do lead da notícia Anúncio (lead direto) ou seja, sem nariz-de-cera. Não precisa  refazer o título, mas use-o como referência para o seu texto, e insira:

* Uma foto horizontal com 430 x 300 com legenda
* Uma foto vertical de 230 x 340 com legenda

Detalhes:
– cada foto não poder ter mais de 60 KB
lembre-se de usar palavras, frases e parágrafos curtos – de duas a cinco linhas.

Minicarro elétrico dobrável é lançado na Coreia

Protótipo, inspirado no tatu-bola, pode ser estacionado em pequenos espaços via smartphone

carro_eletrico_armadillo_T_530
O Armadillo-T pode percorrer 100 km com a energia de uma carga de dez minutos, e atinge os 60 km/hora

Conforme as cidades crescem, o espaço à disposição dos cidadãos parece diminuir na mesma proporção. Grande parte do problema é causada pelos carros, que exigem grandes espaços para trafegar e, mais ainda, para ficarem parados. O nome e a inspiração vieram do tatu, mais especificamente do tatu-bola, que tem a característica de se enrolar para se proteger de predadores – o mascote da Copa do Mundo de 2014 foi tatu-bola,  da caatinga brasileira.

Os engarrafamentos dificultam o dia a dia de muita gente, especialmente daqueles que dependem de seus carros para irem ao trabalho. Quanto tempo não se perde procurando uma vaga para estacionar? Ou quanto dinheiro não se gasta em estacionamentos para deixar seu automóvel por uma ou duas horas em grandes cidades?  Mas, se depender dos engenheiros sul-coreanos, este tipo de problema está com os dias contados. A solução: um carro que se dobra ao meio.

Uma solução para esses momentos de estacionamento acaba de ser proposta por engenheiros do Instituto de Ciências e Tecnologias Avançadas da Coreia do Sul. O Armadillo-T é um minicarro elétrico dobrável. Em um mundo que é dominado por carros, o tatu-T é um veículo eco eficiente que não vai só reduzir as emissões de carbono, mas também ajudar a diminuir a quantidade de espaço necessário para estacionar um veículo.

Projetado e fabricado pela Coreia do Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia (KAIST), o Armadillo-T é um veículo elétrico em pleno funcionamento, que convenientemente se dobra em si mesmo quando estacionado para ajudar a economizar espaço. O atrativo do modelo é a sua capacidade de se dobrar como se fosse um tatu (em inglês, armadillo), levantando toda a traseira do veículo para caber em qualquer vaga.

O carro não consegue exatamente se enrolar – na verdade, ele encolhe agindo exatamente ao contrário do que faz o tatu-bola, erguendo sua parte traseira, que avança sobre a dianteira. É a solução para o grande trânsito de veículos das grandes cidades, economia para o bolso e respeito ao meio ambiente.

O projeto de pesquisa foi apoiado pelo governo coreano, pelo Ministério da Terra, Infraestrutura e Transportes e pela Agência de Infraestrutura Tecnológica da Coreia e apresentado a imprensa em agosto passado.  Como a traseira fica por cima de toda a frente do carro, ele não possui espelhos laterais, usando câmeras para visão lateral. Se o Armadillo-T chegar às ruas, ele vai encontrar um concorrente: o espanhol Hiriko.

Há tantos carros circulando nas grandes metrópoles que as vias estão transformando-se em grandes estacionamentos enfileirados. Essa questão complexa está longe de ter uma solução simples, mas os carros compactos surgem como uma alternativa, ainda que não seja ideal.

Fica estranho, mas o tamanho original do minicarro, que tem 2,8 metros de comprimento, reduz-se para 1,65 metro. Carro elétrico dobrável é inspirado no tatu-bola.  Dobrado, o carro-tatu-bola passa de seus 2,8 metros originais para 1,65, cabendo em qualquer canto.

Não se preocupe em ficar preso dentro do carro dobrado. Um controle remoto acionado por celular permite manobrar o Tatu à distância, incluindo fazê-lo girar 360 graus.

Assim, o usuário não precisa ser bom de manobras: é só descer do carro, dobrá-lo e ver se ele cabe no espaço disponível, tudo manipulando a tela do celular. Quando desdobrado e em movimento, o Armadillo-T é um carro elétrico verdadeiramente 4×4, com quatro motores, um dentro de cada roda, acionados por um conjunto de baterias de íons de lítio de 13,6 kWh.

A colocação dos motores nas rodas é uma opção tecnicamente muito eficiente, além de facilitar a “dobradura” do carro-tatu. Com 450 kg vazio, o Armadillo-T pode levar duas pessoas e atingir uma velocidade máxima de 60 km/h. Uma carga completa das baterias dá uma autonomia de 100 km.

Confira um vídeo sobre o protótipo nas ruas da Espanha:

Exercício 3 – empacotamento de notícia

A edição no jornalismo online apresenta diferenças com relação aos veículos tradicionais? A resposta, obviamente, é positiva; não no que diz respeito à essência do conceito, mas no fato de se trabalhar com uma lógica não linear e no tempo em que o fechamento das informações vai sendo processado.

Na internet, trabalha-se com uma lógica hipermídia, ou seja, com métodos de transmissão de informações baseadas em computadores, incluindo texto, imagens, vídeo, animação e som. No jornalismo online, utiliza-se a técnica não-linear de edição de texto, que é montado em rede, de forma a que cada nó ou link permita a bifurcação da leitura.

No hipertexto, os conceitos tradicionais de começo, meio e fim, definidores do texto, são superados.

Pollyana Ferrari, em seu livro Jornalismo digital (2003), registra que, no caso das redações online, trabalha-se comumente com o “empacotamento” da notícia. Empacotar significa receber um material produzido, na maioria das vezes, por uma agência de notícias conveniada, e mudar o título, a abertura, transformar alguns parágrafos em outra matéria para ser usada como link correlato e adicionar foto ou vídeo.

Parecido com um show

As funções do editor se misturam com a de “empacotador”, que acaba tendo uma função de codificador, capaz de traduzir uma matéria para uma linguagem aceita na Web. É uma espécie de ressurgimento da função de copydesk nos jornais impressos, que tinham a tarefa de tornar mais claro e elegante o texto do repórter antes que chegar às mãos do editor.

Mas, o jornalismo digital, segundo destaca a autora, não pode ser definido apenas como o trabalho de produzir ou colocar reportagens na internet. É preciso pensar na enquete(pesquisa de opinião com o leitor); no tema do chat (bate-papo digital); nos vídeos e áudios; e reunir o maior número possível de assuntos e serviços correlatos à reportagem. E a edição ou fechamento no jornalismo digital nunca acaba: trata-se do chamado “fechamento contínuo”.

“Contextualizar a informação e saber criar hierarquias de importância para a notícia – sempre da mais para a menos importante – são as peças fundamentais desse quebra-cabeça digital”, destaca a autora. Somam-se a isso ter a noção do conceito de instantaneidade e boa bagagem histórica.

Para os jornalistas que atuam no webjornalismo, ela ressalta que: é preciso ter familiaridade com o computador, com software de tratamento de imagem, instant messengers e ser um heavy-user (usuário assíduo ou freqüente de determinado site ou programa).

Nos portais, o formato do texto segue os padrões e estilos da mídia impressa e as ofertas de vídeos, áudios e animações vêm da linguagem televisiva, seja no oferecimento das notícias ao longo do dia, seja no formato, muito parecido com o show da TV.

Exercício

Escolha um tema abordado por três sites/agências de notícia. Leia-os e, em seguida, escreva uma nova matéria de 20 linhas (padrão web – sem nariz de cera, parágrafos curtos, alinhados à esquerda). 
Nesse novo texto, mude o título, a abordagem, e publique em sua categoria, com duas fotos legendadas + um vídeo do youtube.

Detalhe: Para questões de correção coloque, ao final do post, os links que você usou para fazer sua notícia
Exemplo: 
Fonte: G1 Minas , O Dia e Estadão

Exemplos de como deve ficar:
+ Cambistas anunciam entrada por até R$ 800 no último dia de Rock in Rio
+ Terremoto no México deixa inúmeros danos

EXEMPLOS DE TEXTOS
(mesma notícia em sites diferentes):
TEXTO 1

Guns N’ Roses acerta as contas com o Rock in Rio em show de mais de 3 horas com homenagem a Chris Cornell

Após duas edições do festival como a ‘banda de Axl’, Guns tocou com Slash, Duff McKagan e setlist com 30 músicas neste sábado no Rock in Rio

oi a quarta vez do Guns N’ Roses no Rock in Rio, mas vamos combinar… Para os minimamente exigentes, foi a segunda vez. Após shows sem o baixista Duff McKagan e o guitarrista Slash em 2001 e 2011, finalmente o Rock in Rio viu algo além da “banda do Axl Rose”. Eles tocaram por três horas e 28 minutos.

Pela oitava vez no Brasil, a banda mais querida dos roqueiros brasileiros (sério, o fã-clube de bandanas e tatuagens é imbatível) fez quase o mesmo show da turnê brasileira do ano passado. Para fechar, Axl se despediu do público vestido com um chapéu de cangaceiro. Veja abaixo.

Slash escorregou na introdução de “Sweet child o’mine”, mas pelo menos foi ele mesmo, não um sósia de Slash contratado por Axl.
Guns N' Roses abre show do Rock in Rio com 'It's So Easy'

Guns N’ Roses abre show do Rock in Rio com ‘It’s So Easy’

Clássicos do rock clássico como “Patience”, “Sweet child o’ mine” e “November rain” estão lá e eles enchem o final do show de covers. A mais emocionante é “Black Hole Sun”, do Soundgarden, homenagem já feita antes por eles para Chris Cornell (1964-2017).

Guns N' Roses canta 'Mr. Brownstone'no Palco Mundo do Rock in Rio

Guns N’ Roses canta ‘Mr. Brownstone’no Palco Mundo do Rock in Rio

“É bom ver vocês de novo… vocês gostaram do Who?”, perguntou Axl, antes de “Better”, retirada do disco mais recente. Como sempre, o público usa as quatro músicas de “Chinese Democracy”, de 2008, para recuperar o fôlego. A interação e cantoria da plateia são mínimas nessa, na faixa-título e em “This is Love”.

Cada vez menos atrasados

Foi bom saber também que o histórico de atrasos no Rio não ganhou mais um capítulo. Começaram a tocar 20 minutinhos depois, quase nada ao se levar em conta que o Who esticou um pouco no show anterior.

 Em 2011, após um temporal, Axl só foi aparecer uma hora e meia depois da hora marcada. Traumático. Em 2010, na Praça da Apoteose, o atraso foi de duas horas.

No ano passado, demoraram 30 minutos. Se voltarem para o Rock um Rio 2019 (você apostaria que não?), provavelmente vão começar na hora marcada.

 Fonte: G1

 

TEXTO 2

Sem atraso e com show longo, Guns N’ Roses fazem as pazes com o Rock in Rio

Mesmo cansado, público correspondeu e aguentou firme as três horas e meia do concerto
Diego Padilha / I Hate FlashGuns N' Roses letras

Foto Diego Padilha / I Hate Flash

Subir ao palco depois do The Who, considerada uma das maiores bandas ao vivo da história, é tarefa para poucos. O Guns N’ Roses com três quintos de sua formação clássica, topou a arriscada empreitada e se saiu bem. O fato é que o caso de amor entre banda e público brasileiro vem de longe e segue forte.

 Tanto que uma multidão novamente se espremeu para vê-los, apesar da banda ter estado aqui há menos de um ano tocando um repertório bastante semelhante ao de hoje.

A empolgação de qualquer forma se justifica, não só pela chance de ver Slash e Duff McKagan de volta ao grupo, mas também por Axl com animação redobrada e com a voz em boa forma – ainda que o seu timbre tenha mudado em relação ao que se acostumou a ouvir nos discos.

O show de hoje também marcou o reencontro do Guns com o festival – o mesmo que trouxe o grupo ao Brasil pela primeira vez em 1991. As relações se estremeceram depois que um atraso monumental de Axl na edição de 2011 do evento, fez Roberto Medina jurar que nunca mais trabalharia com a banda.

 Como promessas existem para ser descumpridas, o empresário voltou atrás. Mas não se nega que o vocalista se mostrou muito profissional, e pontual, dessa vez. Ainda bem porque não fosse assim a banda só iria ter saído do palco já com o dia amanhecido.

A pontualidade por outro lado não deu ao público muita chance para recuperar o fôlego depois do Who. E assim, poucos minutos depois do show anterior, a multidão já estava novamente pulando ao som de “It’s So Easy“, “Mr. Brownstone” e “Welcome To The Jungle” – essa, aliás começou um tanto desencontrada, mas logo ela entrou nos eixos.

O que surpreende mesmo é o caráter épico do show. Com mais de três horas de duração, o que os coloca no mesmo Bruce Springsteen, talvez o mais notório “maratonista de palcos” do planeta, a banda desfila hits, músicas menos óbvias e presta várias homenagens – Pink FloydEric ClaptonMisfitsBob DylanPaul McCartneyAC/DCSoundgarden e Glen Campbell foram alguns dos lembrados.

Infelizmente, o encontro entre Guns e Who não se concretizou. A cover de The Seeker foi apresentada, mas sem a presença de Roger Daltrey e Pete Townshend. Mas esse no final foi um mero detalhe em um espetáculo que de fato mereceu o título de grandioso e que foi encerrado, como é tradição com a sempre potente “Paradise City“.

Veja trechos do show:


TEXTO 3

Crítica – Guns N’ Roses bate recordes em show histórico de mais de três horas

Apesar de voz instável de Axl Rose, banda californiana segura fãs entusiasmados até depois das 4h


Bem-vindo à selva do Guns N’ Roses, temos diversão e joguinhos. Temos tudo o que você quiser que saibamos o nome. (Quer dizer, quase tudo. Como é mesmo o nome daquela música de “Chinese democracy”? Ah, sim, “Sorry”.)

Em uma noite histórica do Rock in Rio mesmo antes de sua realização, por causa da estreia do The Who na cidade e no festival após 53 anos de carreira, o grupo de Hollywood, em sua volta com o tridente fundador depois de 26 anos, tocou por mais de três horas, com sucessos, músicas obscuras, covers e uma performance impecável de todos, menos Axl Rose.

 Perfeito no show de novembro de 2016 no Engenhão, nesta madrugada o cantor parecia menos confortável ao atingir as notas mais agudas, que muitas vezes tornavam incômoda sua já esganiçada voz. Nada que comprometesse um capítulo brilhante na história do Rock in Rio.

O setlist divulgado pelo festival (e várias versões fake news que apareceram pela internet) previa um show longo, normal no currículo da banda, principalmente no momento atual, em que a turnê “Not in this lifetime” já percorre o planeta há quase um ano e meio.

Além das três dezenas de canções apresentadas, em quase todas os músicos partiam para uma jam, que podia ter Slash – em momento iluminado – brilhando na guitarra, ou Richard Fortus (quem? O guitarrista-base, apresentado por Axl como “presente ao Rock in Rio desde 2001”) mostrando o que sabe, o próprio Axl no piano, Duff McKagan e seu baixo firme e pesado, a bateria precisa de Frank Ferrer…

O Guns N’ Roses de 2017 é uma banda. Se Axl, Slash e Duff são patrões, e os outros, funcionários, todo mundo disfarça bem. Os solos são divididos, quem é de dançar, dança, quem é de sapatear, sapateia. Assim, os sete (ainda há os tecladistas Dizzy Reed e Melissa Reese) passaram as três horas e vinte minutos da apresentação (que terminou às 4h12m da manhã, sem ter praticamente começado com atraso algum) felizes, brincando, sorrindo, correndo de um lado para o outro do

Fonte: O Globo.com

Exercício 4 – Galeria de fotos usando o Flickr

Vamos usar o FLICKR nessa aula para fazer um Slideshow, uma forma narrativa multimídia para a web, com fotos, áudio e até pequenos vídeos integrados. O recurso é  usado em jornais e blogs do mundo todo, apresentando o slideshow integrado à narrativa ou em separado, como galerias.

Nessa ocasião , usaremos o recurso apenas para fotos, sem áudio (noutro exercício colocaremos som ao fundo). O propósito é produzir galerias de fotos como estas:

 

 

 

 

 

 

 

Ou este:

Ceará 2050

 

Exercício:

+ Pesquise na web 15 fotos de um assunto de repercussão, como um festival de música, passeatas, manifestações,  eleições, uma partida de futebol, desfile de moda, etc.
+ Deixe todas as fotos com pelo menos 1024 x 600 (usar editor de fotos em lote)
+ Crie um álbum (com título) no Flickr
+ Legende as fotos (na própria foto) como no exemplo da Campus Party (pelo menos 4 legendas diferentes)
+ Insira o link (função  Incorporar) em um post na sua categoria do Blogdajor72.

Endereço: faculdadescearenses@yahoo.com
Senha: Niltonlinsfac62#

endereço antigo: alunosfac.jornalismo
senha: Niltonlinsfac2019

O que é o FLICKR e para que serve :

http://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2013/10/como-usar-o-flickr-para-compartilhar-fotos-saiba-tudo-sobre-rede.html

http://www.maiswebmarketing.com/as-vantagens-de-utilizar-o-flickr-no-marketing-digital/

Exercício 5 – Os títulos jornalísticos no contexto hipertextual

bonner-e-fc3a1timaO Prof. Ramón Salaverría, da Universidade de Navarra (Espanha), em um texto básico sobre redação ciberjornalística, discute as funções e características dos títulos no ambiente das redes e discorre sobre como utilizar bem este elemento chave do texto jornalístico.

Salaverría identifica três funções do título nos meios tradicionais e agrega uma função para a situação on-line:

a) Função identificativa– O título deve individualizar um texto jornalístico frente a outros (geralmente com subtítulo curto).

b) Função informativa – O título e subtítulo (que pode chegar a mais de três linhas) fazem uma síntese do conteúdo do texto jornalístico que encabeça

c) Função apelativa – O título deve suscitar o interesse e, junto com os eventuais elementos gráficos (fotos, vídeos, infográficos, etc) que possam acompanhar o texto, cumprir uma função de primeira linkagem para o olho do leitor. Às vezes pode vir acompanhado de texto com duplo sentido/humorístico.

Aplicação:
Você deve examinar três produtos jornalísticos na web, buscando identificar os tipos de títulos nas suas primeiras páginas. Após a observação, realize a tarefa a seguir:

Os produtos são:
– JB Online (http://jbonline.terra.com.br/)
– Portal Terra (http://www.terra.com.br/capa/)
–  Estadão (http://politica.estadao.com.br/ )

Exercício

a ) A partir dos lides abaixo, crie títulos para cada notícia a ser publicada na web, na primeira página, considerando as funções apontadas por Salaverría, sendo: 6 Informativos, 3 Apelativos (com legenda na foto) e 3 Identificativos:

1- A segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa de rebanhos bovinos e de búfalos começou este mês, em seis estados brasileiros, Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Roraima. No mês que vem, a imunização será estendida a outras 16 unidades federa- tivas: Acre, Amapá, Amazonas, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Gros- so do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Tocantins e o Distrito Federal.

2- Uma baleia da espécie bicuda de Cuvier foi encontrada em Mabini, na costa das Filipinas, morta com 40 quilos de plástico em seu estômago. A informação foi divulgada pelos cientistas do grupo D’Bone Collector Museum, organização que visa educar as pessoas sobre a preservação do meio ambiente. O biólogo marino Darrell Blatchley, fundador da organização, disse em entrevista à rede americana “CNN” que a baleia morreu de desidratação e inanição e vomitou sangue antes de morrer. “Eu não estava preparado para a quantidade de plástico”, disse Blatchley. “Cerca de 40 quilos de sacas de arroz, sacolas de supermercado, sacolas de plantação de banana e sacolas plásticas em geral. Dezesseis sacas de arroz no total.”

3- Os trabalhos de demolição de dois prédios no condomínio Figueiras do Itanhangá, na Muzema, no Rio de Janeiro, foram iniciados hoje (24). As duas construções ficam ao lado dos dois edifícios que desabaram no dia 12 deste mês, deixando 24 mortos e sete feridos. Segundo a prefeitura, as demolições serão feitas de forma manual pela Secretaria Municipal de Conservação (Seconserva), com auxílio de máquinas para não abalar estruturalmente os prédios das imediações. Duas pessoas permanecem internadas: Paloma Paes Leme, de 44 anos, e o filho dela, Rafael, de 4 anos, estão na Unidade Intermediária Pediátrica do Hospital Miguel Couto, na Gávea, com quadro clínico estável.

4- Entra em operação hoje (17) um novo serviço dos Correios: a transcrição gratuita de correspondências do Braille para a escrita comum e vice-versa. Com o serviço, deficientes visuais de todo o país poderão enviar e receber suas correspondências na linguagem desenvolvida especialmente para elas – o código Braille. A assessoria de imprensa da ECT informou que, durante a cerimônia, o deficiente visual Mário Alves de Oliveira, criador do sistema, fará a leitura de uma carta endereçada a Hélio Costa, ministro das Comunicações”.

5- Após 30 anos em pesquisa, uma nova vacina contra a malária foi disponibilizada pela primeira vez para bebês no Malauí nesta terça-feira (23), afirmou a Organização Mundial da Saúde (OMS). Método de imunização foi elaborado por parceria que tem o apoio da ONU. A técnica promete revolucionar a prevenção da doença, responsável no mundo pela morte de uma criança a cada dois minutos. A vacina é a primeira a demonstrar, durante testes clínicos, que pode reduzir significativamente a malária entre meninos e meninas.

6- A australiana Maria Strydom morreu ao subir o Monte Everest com o marido numa expedição no último fim de semana. A professora, de 34 anos, queria completar a missão para provar que “veganos não são fracos”, mas sentiu-se mal na descida do cume com Robert Gropel, e não resistiu às complicações respiratórias. Segundo o jornal “Sydney Morning Herald”, ela foi a segunda pessoa a morrer na montanha mais alta do mundo nesta expedição.

7 – No episódio de ontem de “Game of Thrones”, as preparações para a batalha contra o Rei da Noite e seu exército dos mortos ganharam outra camada de tensão para Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) e Jon Snow (Kit Harington) — ou deveríamos chamá-lo de Aegon. A dinâmica do casal foi perturbada pela revelação de que Jon é na verdade filho do irmão de Daenerys, nascido na época da rebelião que tirou sua família do poder. Isso complica, é claro, o romance dos dois, já que são parentes. No entanto, quando Jon finalmente contou tudo para Daenerys, a reação da jovem Targaryen foi diferente. Ela pareceu mais preocupada com o fato de que Jon (ou Aegon) tinha o direito de clamar o Trono de Ferro como herdeiro masculino da família.

8 – O “Comida de Buteco” começa nesta sexta-feira (12), com 22 bares em busca do título de melhor boteco de Fortaleza em 2019. Os estabelecimentos serão avaliados pelo público e por jurados até o dia 5 maio. Este ano, todos os petiscos concorrentes terão preço fixo de R$ 20, em comemoração aos 20 anos de existência do concurso nacionalmente. Esta será a nona edição em Fortaleza. Quatro categorias são avaliadas durante o concurso: petisco, atendimento, temperatura da bebida e higiene. O petisco tem 70% do peso da nota final, enquanto as demais categorias, 10% cada. Além do público, os participantes recebem a visita de três jurados anônimos. O voto do público vale 50% do peso total e dos jurados, 50%

9 – O alvoroço com “Vingadores: Ultimato” já começou. Prestes a estrear, o filme já foi aclamado por diversos veículos e deve ser um estrondo nas bilheterias mundiais no próximo fim de semana. O elenco do longa-metragem potencializa tudo isso com a divulgação do projeto. Na última terça-feira (23), os atores que interpretam os personagens fundadores da equipe de heróis se reuniram na famosa Calçada da Fama de Hollywood para deixarem a marca de suas mãos.

10 – Os amantes de Cheddar já podem comemorar, pois o McDonald’s apresenta o Festival de Cheddar para todos os fãs da marca. Serão três opções para agradar os mais variados gostos: o retorno da McFritas Cheddar Bacon, do Grand Cheddar McMelt e do novíssmo Cheddar McRib Barbecue, disponíveis a partir de 12 de  maio, em todos os restaurantes da rede.

11 – Dados apresentados nesta quinta-feira (14) pelo Banco Mundial apontam que novos aumentos nos preços globais dos alimentos podem colocar milhões de pessoas em situação de pobreza extrema. De acordo com o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, os preços dos alimentos já estão 36% mais altos que há um ano e um novo aumento de 10% colocaria mais 10 milhões de pessoas em situação de pobreza extrema (renda menor que US$ 1,25 por dia). Quando a projeção é de alta de 30% nos preços dos alimentos, o número de pessoas afetadas passaria a 34 milhões.

12 – Com o início da safra 2017/18 de cana-de-açúcar a expectativa para os próximos dias é a de que os preços do álcool e o da gasolina diminuam após um ritmo de crescimento intenso desde o fim do ano passado. Hoje (17), em Fortaleza, alguns postos de combustível já começaram a repassar a redução para os consumidores. Na capital, o valor do álcool passou de R$ 3,10 para R$ 3,00, uma redução de 8%. Já na gasolina, a redução foi apenas de 3 centavos. Passou de R$ 3,54 para R$ 2,51.

Exemplo de como deve ficar:
https://blogdajor72.wordpress.com/2017/09/15/44398/

Exercício 6 – Twitter no jornalismo

O Twitter foi lançado em 21 de maio de 2006 com o objetivo de ser uma rede social onde pessoas, de todas as partes do mundo, pudessem compartilhar informações e opiniões sobre os mais variados assuntos. Para o jornalismo, essa ferramenta se tornaria uma fonte primária para produção de notícias, já que os principais alvos de seu trabalho diário – políticos, artistas, escritores, esportistas, dentre outros agentes com poder de influência na sociedade – usam o microblog como palanque para interesses pessoais e profissionais.

No artigo @DILMABR NO IMPEACHMENT: Uma análise das estratégias de comunicação política de Dilma Rousseff no twitter, apresentado neste ano na XXVI Compós, Neto, Dourado, e Rocha (2017) ressaltam que o Twitter ainda é uma das principais redes sociais para a prática do jornalismo on-line por servirem como fonte e canal de informações:

“Apesar do Facebook ser a rede social mais popular do mundo, o Twitter continua estabelecido como uma plataforma onde o fluxo de informação acontece de forma mais acelerada e em tempo real, sendo usada ao mesmo tempo como fonte e canal para disseminação de informação, inclusive para organização e acompanhamento de eventos de alta relevância social e política, a exemplo da Primavera Árabe, do Occupy Wall Street, do Black Lives Matters ou das Jornadas de Junho”.

Nas redações dos portais on-line, o uso do Twitter se tornou um imperativo pelo caráter colaborativo e instantâneo de informar.

Segundo a Folha de São Paulo, o Brasil teve o 3º maior crescimento do Twitter em número de usuários em 201613, sendo um dos cinco principais mercados, com mais de 40 milhões de contas. Segundo COMM (2009) profissionais da imprensa, em países onde a ferramenta está disponível, usam a plataforma para diversos fins: divulgar notícias em primeira mão, encontrar fontes de informação, monitorar a repercussão e os desdobramentos de suas matérias e de veículos concorrentes, dentre outros.

“É uma ferramenta que em pouco tempo se tornou vital para a realização de reportagens e ainda – muito especialmente – para promover a aproximação entre leitores e veículos” (COMM, 2009, p.57,)

O site trabalha com envio de “tweets” (atualizações) de até 140 caracteres em resposta à pergunta “O que você está fazendo?”. No entanto, seus usuários não usam o espaço apenas para responder a indagação, o que demonstra diferentes apropriações, dentre elas à prática do jornalismo.

Dawson  (In Caselli e Pimenta, 2011, p.05), especialista em negócios online e tecnologia, vê o impacto do Twitter no jornalismo a partirde  cinco pilares: 

• 1. O Twitter tem uma função no plantão noticioso, no fato ‘aqui e agora’ por ampliar o alcance de nossas percepções. O que vemos, ouvimos e pensamos  pode  ser  dito (twitado) com instantaneidade a milhões de pessoas conectadas no mundo.

• 2.  Apesar de nem toda informação transmitida via Twitter ser confiável, é interessante considerar dados iniciais que podem ser checados e  complementados,  enquanto prerrogativa da imprensa.

• 3. O aumento da velocidade de transmissão de informações, incluindo o Twitter, ampliou a competição entre os meios de comunicação pelas notícias em primeira mão, o ‘furo’.

• 4.  Publicara notícia em primeira mão? Descer no ranking da velocidade em favor da informação checada e correta?  É a decisão editorial que vem guiando esseequilíbrio e deve criar uma hierarquia de credibilidade dos meios de comunicação junto ao público.

• 5.  Há uma simbiose entre os dois universos. O Twitter está se tornando a principal maneira pela qual as pessoas acessam os meios de comunicação.Em contrapartida, o microblogging se constrói como fonte de ‘breakingnews’, bem como da dinâmica e do sentimento social, com potenciais estórias para os meios de comunicação.

TWITTER E JORNALISMO

Como dito,  profissionais  de jornalismo em todo o mundo usam a plataforma de diversas formas: para divulgar notícias em primeira mão, para encontrar fontes de informação e para monitorar a repercussão e os desdobramentos de suas matérias e de veículos concorrentes.

Hoje é uma ferramenta que se tornou vital para a realização de notícias e reportagens, promovendo a aproximação entre leitores e outras mídias, como as televisões, que aprenderam a usar o meio para não perder  público, e até ampliá-lo. ´

É o caso do Jornal Hoje, da Rede Globo. Por meio da ferramenta, os apresentadores chamam seus seguidores para assistirem ao programa por meio de chamadas de texto, ou  vídeo.

Além disto, o JH, convoca as pessoas a convidares amigos para ver o programa:
http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2015/01/participe-do-jh-no-ar.html

A política também  faz uso constante da rede para se aproximar de seus eleitores:

Clique na imagem para ver a matéria completaDilma Temer1

Exercício:

Clique nesse link e veja exemplos de notícias produzidas a partir de mensagens postadas no Twitter, em seguida:

1 – Visite o Twitter de pessoas influentes na sociedade (políticos, cantores, atores/atrizes, autoridades religiosas, esportistas, etc)  para produzir uma notícia, exclusiva (não pode ter saído na imprensa), a partir dos  posts publicados em sua página

a – O texto deve ter, no mínimo, 18 linhas e deve contemplar a contextualização do assunto no momento. Observar as reações dos seguidores da pessoa escolhida como fonte para, se for relevante, inclui-las no seu texto.
b – Faça um print da(s) mensagem(ns) publicada (s) no post
c – Publique a notícia na sua categoria.

Veja exemplos de como o exercício deve ficar
Padre Fábio de Melo faz piada sobre notícia do Fim do Mundo através do Twitter
Papa Francisco escreve mensagem sobre a virtude da Esperança no Twitter

 

Exercício 7 – Legenda da fotos – definições e dicas da Folha e Estadão

Legenda – Recurso essencial de edição. A legenda não é colocada sob a foto apenas para descrevê-la, embora não possa deixar de cumprir essa função. Por ser um dos primeiros elementos da página que atrai o leitor, merece tanto cuidado quanto os títulos. Deve ser atraente e conquistar a atenção.

Segundo o manual de Redação da Folha, a boa legenda também esclarece qualquer dúvida que a foto possa suscitar. Deve salientar todo aspecto relevante e dar informação adicional sobre o contexto em que ela foi tirada. Não deve simplesmente descrever aquilo que qualquer leitor pode ver por si só.

A legenda fotográfica deve atender à curiosidade do leitor, que deseja saber o que ou quem aparece na foto, o que está fazendo, onde está. Sempre que for cabível, deve usar verbo no presente (o presente do momento em que a foto foi tirada). Recomendações:

  1. a) Legenda de boneco fotográfico deve conter nome e condição ou cargo da pessoa;
  2. b) Quando aparecerem até cinco pessoas numa foto, a legenda deve procurar identificar todas elas, ainda que por um único nome;
  3. c) Em foto de grupo, conforme a necessidade, esclareça a posição que cada pessoa ocupa: à dir., à esq., ao fundo, no centro, atrás, na frente, de chapéu, de óculos, sentado etc. Mas não insulte a inteligência do leitor. Numa foto em que apareçam Ana Maria Braga e Louro José, por exemplo, é ridículo indicar quem está à esquerda ou à direita;
  4. d) Em foto de ação (competição esportiva, por exemplo), a legenda deve contextualizar o momento (José chuta a gol depois de recebê-la do João).
  5. e) Não existe ponto-final na legenda
  6. f) As legendas devem, sempre que possível, cumprir duas funções, simultaneamente: descrever a foto, com verbo de preferência no presente, e dar uma informação ou opinião sobre o acontecimento.
  7. g) O uso de dois-pontos é recomendável, até por ser um elemento facilitador. Veja alguns exemplos:

+ Presidente ouve ministro: sucessão fora de pauta /
+ Joanésia, vale do Rio Doce: metade da população está desabrigada /
+ Moradores reagem: “Queremos as árvores de volta” /
+ Governador responde a governador: críticas contra críticas /
+ Réveillon: receita inclui roupa branca e muito champanhe /
+ Carmem de Oliveira cruza a linha: primeira brasileira a vencer a São Silvestre /
+ Prefeito promete: “Vou criar uma cidade-modelo”.

  1. h) – Não force conclusões exageradas. A foto de uma pessoa aparentemente assustada, sem nada que o justifique (principalmente o texto), desautoriza qualquer legenda apressada como:
    + Joãozinho no Corinthians: assustado com a responsabilidade /
    + Presidente do PMDB não esconde preocupação: destino do partido está em jogo.
  2. I) – Finalmente, evite descrições óbvias, que podem ser, facilmente, vistas pelo leitor:
    + Fulano fala ao telefone com beltrano /
    + O deputado deixa o recinto da Câmara /
    + O São Paulo entra em campo/
    + Mulher, cabisbaixa, chora muito/

Exercício: visite o site http://noticias.uol.com.br/fotos/ e observe as fotos-legendas (texto curto e objetivo sobre um fato qualquer, que explica uma foto), em seguida escolha dez das fotos abaixo e legende-as, publicando em um post na sua categoria.

Detalhe: as informações devem ser fictícias, mas precisam fazer sentido.
Uma dica é pesquisar o assunto da foto colocando-a no google imagens

 

Crianças vietnamitas correm assustadas do vilarejo onde moram após sofrerem ferimentos de explosivo Napalm. Ao centro, Kim Phuca, de 9 anos, teve parte do corpo queimado
Crianças vietnamitas correm assustadas do vilarejo onde moram após sofrerem ferimentos de explosivo Napalm. Ao centro, Kim Phuca, de 9 anos, teve parte do corpo queimado






Exercício 9 – Usando a internet como apoio para a Produção – preparando uma entrevista

Conteúdo Adaptado do Manual de Laboratório de Jornalismo na Internet

Nem todo o jornalismo se produz on-line, mas produzir jornalismo sem recorrer-se à web, nos dias de hoje, é simplesmente abrir mão de um poderoso e necessário recurso para a prática profissional. Neste exercício, utilizaremos as ferramentas disponíveis na Internet para preparar o roteiro de uma entrevista convencional, a ser produzida para um jornal impresso.

APLICAÇÃO – Coloque-se na posição de um editor de jornal impresso que precisa produzir a pauta para uma entrevista com os integrantes da banda de rock nacional “Paralamas do Sucesso”. O grupo, que tocará na volta do Festival Ceará Music 2018, em dezembro próximo, visitará Fortaleza para receber uma homenagem da Secretaria de Cultura do Governo do Estado por sua contribuição à música brasileira e por manter projetos de responsabilidade social em bairros da nossa capital.

Você não é fã da banda e tudo que sabe são apenas algumas coisas que você já viu na TV, leu em alguma revista, ou ouviu em rádios. Provavelmente a banda foi sucesso nos anos 80 (ou terá sido 70?), mas você nem era nascido naquele tempo. Enfim, nada que ajude muito sai de sua memória.

Usando a Internet, levante os dados necessários para montar um pauta de entrevista a ser realizada por um jornalista da editoria de Cultura. Produza o roteiro completo, com 10 perguntas e um texto de no mínimo 25 linhas – justificando a importância da entrevista. Aproveite para percorrer arquivos de jornais online, site da banda ou de fãs, dentre outros, recolhendo fotos da carreira para ilustrar.

Pelo menos cinco fotos em períodos diferentes. Tome cuidado mesmo para não enfrentar a situação ridícula a que se expôs um repórter mal-preparado para uma entrevista, como você pode acompanhar neste vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=Trh5p9rNz6U&feature=related

Exemplos de como deve ficar o exercício:
https://blogdajor72.wordpress.com/2018/10/17/exercicio-8-2/

+ Exercício de pauta – Aline Barros
+ Exercício de pauta – Paralamas do Sucesso – Átila Varela
+ Exercício de pauta – Banda Blitz – Ton Lucas
+ Exercício da Pauta – Roupa Nova – Nicole Lima

 

 

obs: Se preferir, faça com uma banda, ou cantor, de sua preferência.

Fonte: Adaptado do Manual de Laboratório de Jornalismo na Internet

Exercício 10 – Áudio SlideShow

Slideshow é uma forma narrativa multimídia para a web, com fotos, áudio e até pequenos vídeos integrados. O recurso é usado em jornais do mundo todo, que trazem slideshows integrados à narrativa ou em separado, como galerias.

Veja os exemplos:
http://www.elmundo.es/elmundo/2004/graficos/sep/s2/11s11m.html

Nos jornais online, os slideshows são usados para estimular a percepção do usuário e passar informação jornalística, muitas vezes com textos\narrações em paralelo às fotos

Manifestações:

https://www.youtube.com/watch?v=5ivaEONbhic

http://www.bbc.com/news/magazine-17202274

Contar histórias
http://www.bbc.com/news/world-18623559

Direitos humanos
https://www.theguardian.com/global-development/video/2012/feb/21/life-in-mogadishu-somalia-audio-slideshow

Exercício:
Vamos criar um slideshow com informação jornalística.
Escolha um tema de destaque que tenha sido divulgado pela mídia, como manifestações, partida de futebol, show musical, denúncias, dentre outros assuntos que tenham rendido muitas fotos na web.

Escolha pelo menos 15 fotos, com tamanhos superiores a 600 pixels.

Na primeira imagem, faça uma legenda informando o assunto a ser tratado – use um retângulo transparente

Usando o Photo Story for Windows
Vamos usar o Photo Story for Windows para inserir uma música de fundo a fim de  dramatizar o fato contado pelas fotos. Transforme as imagens em um vídeo e publique no youtube.

Depois de publicado, cole, na categoria, o link do vídeo.

DICAS

Para baixar vídeos no Youtube, com a opção de escolher apenas o som, ou vídeo completo,  vamos usar o aTubeCatcher

Após instalar, basta escolher o formato de saída na opção Downloader. No nosso caso, vamos optar pelo MP3

Com extensões:
No Firefox você pode instalar a extensão Video DownloadHelper para baixar vídeos de qualquer lugar: – https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/video-downloadhelper/

No Chrome é o Flash Video Downloader
https://chrome.google.com/webstore/detail/flash-video-downloader/aiimdkdngfcipjohbjenkahhlhccpdbc

Para baixar um vídeo, em qualquer dos dois navegadores, basta clicar no botão da extensão que fica ao lado da barra de ferramentas.

Há também a opção de baixar vídeos e som do Youtube sem a necessidade de baixar programas. Basta digitar a palavra “link” após o “www”. Exemplo:  https://www.linkyoutube.com/watch?v=cX-L-lB2j4k (https://www.youtube.com/watch?v=cX-L-lB2j4k)

Já para gravar uma narração para o vídeo, grave o som em programas como o Audacity

Detalhe – titule o post com: “exercício de slideshow com som”