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Carne Fraca: Polícia Federal desmancha esquema

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Polícia Federal coletando produtos para investigação.

Uma investigação denominada por Carne Fraca foi deflagrada na última sexta-feira pela Polícia Federal e foi intitulada como a maior operação de todos os tempos, pois foram mais de dois anos de investigação para conclusão.

A investigação deu início quando salsichas de peru sem peru foram enviadas a Rede Pública Estadual do Paraná. O esquema possuía a participação de funcionários do Ministério da Agricultura, que ganhavam propina para afrouxar a fiscalização e liberar toda a mercadoria até para importação.

Nas carnes analisadas foram encontradas substâncias como o Ácido Ascórbico para que não pudessem sentir o mau cheiro e para que ocorresse a mudança de cor da carne estragada, troca de embalagem do produto já vencido, papelão no processamento das carnes, cabeças de porcos estragadas que eram processadas no preparo do presunto, frango com injeção de água para pesar mais e ser vendido por um valor maior dentre várias outras irregularidades.

PFs fazem deflagram a Operação Carne Fraca (PR)

A Polícia Federal fazendo apreensão de carnes para análise.

O Brasil é um dos maiores importadores de agropecuária e com isso vários países cobram explicações para os responsáveis, por isso notícia caiu como uma bomba para a população. A informação gerou muita confusão, mas o governo disse que a população pode manter a calma, pois não são todos os frigoríficos que se encontram envolvidos, já sobre as marcas as duas principais empresas são a BRF e a JBS.

As duas empresas divulgaram notas oficiais se retratando e explicando que zelam pelos consumidores, mas ainda permanecem em investigação e analise do que foi coletado até o momento. Funcionários do Ministério da Agricultura e empresários estão depondo para que seja esclarecido todas as dúvidas.

Confira mais informações na matéria abaixo:

Links: Carta Capital, G1, Veja

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Após incêndio, serviços da PF ficam suspensos por tempo indeterminado

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Os serviços prestados pela Polícia Federal (PF), em Curitiba, – como a emissão de passaportes – ficarão suspensos por tempo indeterminado, conforme informou a corporação na tarde desta segunda-feira (20). O motivo da suspensão foi o princípio de incêndio que atingiu uma sala no subsolo da superintendência da PF nesta madrugada.

Saiba Mais:
Após incêndio, serviços da PF ficam suspensos por tempo indeterminado
De acordo com a PF, o ocorrido afetou parte da iluminação, telefonia e sistema de informática, prejudicando o atendimento ao público.
“A PF está adotando todas as providências, mas informa que o atendimento ao público está sem previsão de retorno”, diz um trecho da nota divulgada nesta tarde.
Pela manhã, a PF havia informado, também por meio de nota, que o início de fogo foi controlado rapidamente e que não houve prejuízo aos presos e aos trabalhos relativos à Operação Lava Jato. A princípio, os serviços seriam suspensos somente nesta segunda.
Ninguém ficou ferido, segundo o Corpo de Bombeiros.

Fonte: G1