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Encontro de peso: Zé Ramalho e Sepultura tocam juntos no Rock In Rio

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Zé Ramalho e Sepultura tocam juntos

No último dia de Rock in Rio, a plateia que lotava o palco Sunset já aguardava ansiosa pelo encontro que se daria entre os metaleiros do Sepultura e de Zé Ramalho, apelidado pelo público de “Zépultura”. No final das contas, quem esteve lá pôde presenciar um show que, certamente, já entrou para história do festival.

Sepultura iniciou o show com um repertório veloz e pesado, misturando canções que nunca haviam tocado antes como  “The Hunt”, do disco “Chaos A.D”, e uma versão para “Da Lama ao Caos“, de Chico Science, que segundo o vocalista, Andreas Kisser, estará no próximo disco da banda. A opção de mostrar músicas que raramente são vistas em seu repertório foi para comemorar os 30 anos de carreira da banda.

Já na metade do show, Kisser convidada Zé Ramalho ao palco. “É uma grande honra, um grande privilégio dividir o palco com essa lenda, esse monstro da música brasileira”, elogiou o vocalista do Sepultura. E Zé retribui. “Prazer imenso estar dividindo o placo com uma banda poderosa como o Sepultura, nessa noite linda do metal”, disse.

A primeira canção entoada fora “A Dança das Borboletas”, primeira parceria de ambos os artista, gravado para a trilha sonora do filme “Lisbela e o Prisioneiro“, o que já explica o porquê do tão aguardado encontro. Zé Ramalho ainda ousou e cantou “Ratamahata”, do Sepultura e “Em Busca do Ouro”, do álbum solo de Kisser. No entanto, o suprassumo do espetáculo foi uma versão cheia de metal feita para “Admirável Gado Novo”, deixando a plateia eufórica, formando até “roda punk”.

Ao final do show, ficou a certeza que a parceria foi certeira. Agora o que permanece é a dúvida (e a esperança) que em um futuro próximo saía um disco desse encontro, pois nome já tem: Zépultura.

Fontes: Folha, Uol e G1

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Rock In Rio vira palco de encontros, Zé Ramalho e Sepultura

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Um encontro inusitado aconteceu no Rock in Rio, na noite na noite de domingo(19/09), o metal pesado do grupo Sepultura e voz marcante de Zé Ramalho levaram o público ao delírio.

A plateia aguardava irrequieta, não só pela presença dos rockeiros. O clamor ecoava na frente do palco Sunset, chamando pelo nome do cantor paraibano: Zé Ramalho. O primo da cantora Elba Ramalho é conhecido por incorporar em suas músicas elementos místicos, com seu visual preto, underground com pegada de seriedade, conceitual, que lembra o estilo dos roqueiros.

A banda Sepultura subiu primeiro no palco, cantando seus maiores sucessos. “Innerself” e “Propaganda”, levou o público ao delírio, a banda incluiu músicas inéditas, “The Hunte” e a versão de “Da lama ao Caos”, de Chico Science. Segundo Andreias Kisser, vocal da banda, essa música estará no próximo álbum da banda.

Foto por Ariel Martini / I Hate Flash

Lá pela metade do show Zé Ramalho foi chamado ao palco, “É uma grande honra e um grande privilégio dividir o palco com essa lenda, esse mostro da musica brasileira”, disse o cantor Kisser, sob aplausos calorosos. O cantor de Avôhai, visivelmente emocionado tratou de devolver logo a gentileza, “Prazer imenso estar dividindo o palco com uma banda poderosa como o Sepultura, nessa noite linda do metal!”.

A banda acompanhou o cantor que cantou alguns de seus grandes sucessos como “A dança das borboletas” música que fez parte da trilha sonora do filme Lisbela e o Prisioneiro, além de “A busca do Ouro”, deixando para o final a versão de “Admirável Gado Novo” cantada em coro pela plateia.

Capital Inicial faz tributo a Chorão e Champignon e critica deputado

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Dentro de um festival com tantas homenagens póstumas, coube ao Capital Inicial fazer um tributo a perdas recentes do rock nacional. O suicídio do ex-Charlie Brown Jr Champignon há poucos dias e a morte do companheiro de banda Chorão em março foi o mote para uma versão acústica de “Só os loucos sabem”, gravada originalmente pelos santistas.

O grupo de Brasília fez o primeiro show do Palco Mundo, reservado às atrações maiores, neste sábado (14). É a quarta vez na história do evento que o Capital participa e a homenagem ao Charlie Brown Jr foi o diferencial na tradicional performance de Dinho Ouro Preto em grandes festivais.

O outro momento de mais destaque na performance foi a “dedicatória” em “Saquear Brasília” feita ao deputado federal Natan Donadon (sem partido-RO), que está preso há quase três meses mas teve o mandato salvo pelo Congresso Nacional em votação secreta.

Dinho usou um nariz de palhaço para cantar a música e falou no “primeiro presidiário congressista” do país. “Vocês podem fechar os olhos de vocês e escolher o político preferido [a quem dedicar a música]”, prosseguiu. “Eu prefiro dedicar ao Parlamento brasileiro pelo conjunto da obra.”

O momento que mais emocionou o público foi mesmo a rendição acústica de “Só os loucos sabem” um pouco antes. O cantor do Capital pediu “um momento de seriedade” e disse que o grupo tinha muito respeito pelo Charlie Brown Jr. Com ajuda do público para cantar (“eu já esqueço, tropeço nas letras do Capital, o que dirá na dos outros”, contou Dinho), as dezenas de milhares em frente ao Palco Mundo cantaram as partes principais do clássico do CBJR.

As músicas do novo disco, como “O lado escuro da lua”, não empolgaram muito a plateia que preferiu guardar as forças para pular em “Natasha” e “À sua maneira”, versão de um sucesso da banda argentina Soda Stereo. De resto, Dinho manteve o tradicional corre-corre no palco e a repetição de “ducaralhos” sem parar.

A banda ainda teve tempo para cantar “Mulher de fases”, do Raimundos. A música estava prevista para fazer parte do setlist da banda em 2011, quando o Capital tocou no Rock in Rio. Desta vez, não foi retirada do repertório.

Fonte

Samuel Rosa compara maconha a mensalão

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Cantor Samuel Rosa / Foto: Divulgação

Cantor Samuel Rosa / Foto: Divulgação

Em sua apresentação no Rock in Rio, o cantor Samuel Rosa, da banda Skank, ao cantar o refrão da música “É proibido fumar“, de Roberto e Erasmo Carlos, o público respondeu com a palavra “maconha”. O músico não ficou calado e provocou: “Maconha é proibido, mas mensalão pode fazer de novo, né?”.

A banda, que acabou gerando polêmica, se apresentou no Palco mundo, abrindo o evento às 18h. O vocalista da banda Skank demonstrou sua insatisfação quanto à política e as injustiças sócias e a plateia aplaudiu, aprovando a declaração.

O palco que a banda Skank se apresentou é o principal do evento, que conta com cinco palcos diagonais e um para pequenos shows, o Sunset. A banda mineira além de política, levou ao público muita animação com os seus clássicos “bola na rede” e “partida de futebol”. Essa já e a quinta vez do grupo no RIR, que já teve sete edições.

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História do Rock in Rio

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Rock in Rio 2012 / Foto: Divulgação

O Rock in Rio é o maior festival de música do mundo. Ao longo de quase 30 anos, se tornou dono de uma história de destaque no cenário musical, com 14 edições realizadas, e mais de 7 milhões de pessoas reunidas e um dos mais contundentes em presença digital.

Nascido no Rio de Janeiro, conquistou não só o Brasil, mas também Portugal e Espanha, sempre com a intenção de levar todos os estilos de música para os mais variados públicos.

Muito mais que um evento musical, se tornou completo e abrangente ao abordar temas como sustentabilidade e responsabilidade socioambiental. E assumiu o compromisso de conscientizar as pessoas que, com pequenas atitudes no dia a dia, dá pra fazer do mundo um lugar melhor.

 

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